O AUSTIN DO QUAL A LINGÜÍSTICA NÃO TOMOU CONHECIMENTO E A LINGÜÍSTICA COM A QUAL AUSTIN SONHOU

Autores

  • Kanavillil Rajagopalan UNICAMP

DOI:

https://doi.org/10.20396/cel.v30i0.8637045

Resumo

-

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

AUSTIN, J.L. (1939). Are there a priori concepts? Em J.L. Austin (1961). Pp. 32-54.

______. (1956). A plea for excuses. Em J.L. Austin (1961).Pp. 175-204.

______. Philosophical Papers. Londres: Oxford University Press, 1961.

______. How to Do Things with Words. Oxford: Clarendon Press, 1962a.

______. Sense and Sensibilia. Oxford: Clarendon Press, 1962b.

CAVELL, S. Freud’s philosophy: a fragment. Critical Inquiry. Vol. 13. Nº 2. 1987, pp. 386-393.

______. Philosophical Passages: Wittgenstein, Emerson, Austin, Derrida. Oxford: Blackwell, 1995.

HABERLAND, H. e J. MEY. Editorial: linguistics and pragmatics. Journal of Pragmatics. Vol. 1. nº 1, 1977,pp. 1-12.

KATZ, J.J. The Philosophy of Language. New York: Harper & Row, 1966.

RAJAGOPALAN. K. Sobre a eficácia comunicativa dos verbos performativos no negativo. Série Estudos. 9. 1983, pp. 30-38.

______. Ato ilocucionário de denegação como conceito chave explicação de alguns problemas ligados à interação entre negação e quantificação. Anais do VIII Encontro Nacional de Lingüística. 1984, pp. 21-27.

______. Atos ilocucionários como jogos da linguagem. Estudos Lingüísticos. XVIII, 1989, pp. 523-530.

______. Dos dizeres diversos em torno do fazer. D.E.L.T.A. Vol. 6, Nº2, 1990, pp. 223-254.

______. Austin: um exercício em desconstrução.Em Souza Campos, O.G.(Org.). Semântica: Prima Pobre? Araraquara: UNESP, 1991, pp.3 - 27.

______. A irredutibilidade do ato ilocucionário como fator inibidor das tentativas taxonômicas. D.E.L.T.A. Vol. 8. Nº 1, 1992a, pp. 91-133.

______. Ilocução. locução, a forma lingüística. Em M.S.Z. Paschoal e M.A.A. Celani (Orgs.). Lingüística Aplicada: Da Aplicação da Lingüística à Lingüística Transdisciplinar. São Paulo: Educ, 1992b, pp. 307-324.

______. A insustentável seriedade de leveza: uma análise desconstrutivista do humor de J.L. Austin. D.E.L.T.A. Vol. 8. Nº 2, 1992c, pp.291-302.

______. On listening for Nietzschean echoes in J.L. Austin’s philosophical discourse. Letras & Letras. Vol. 10. Nº 1 e 2, 1994, pp. 89-106.

SEARLE, J.R. Speech Acts: An Essay in the Philosophy of Language. Cambridge: Cambridge University Press, 1969.

______. Linguistics and the philosophy of language. In R. Bartsch and T. Vennemann (Eds.). (1975). Linguistics and Neighboring Disciplines. Amsterdam: North-Holland Publishing Co. 1975.

SEARLE, J.R. e VANDERVEKEN. Foundations of Illocutionary Logic. Dordrecht-Holland: D. Reidel Publishing Co. 1985.

WALTON, D. N. Informal Fallacies. Amsterdam: John Benjamins Publishing Co. 1987.

Downloads

Publicado

2011-08-22

Como Citar

RAJAGOPALAN, K. O AUSTIN DO QUAL A LINGÜÍSTICA NÃO TOMOU CONHECIMENTO E A LINGÜÍSTICA COM A QUAL AUSTIN SONHOU. Cadernos de Estudos Linguísticos, Campinas, SP, v. 30, 2011. DOI: 10.20396/cel.v30i0.8637045. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cel/article/view/8637045. Acesso em: 26 set. 2022.

Edição

Seção

Artigos

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)