Fundamentos praticados pelo defensor durante o jogo de voleibol na areia

  • Nelson Kautzner Marques Junior Universidade Castelo Branco
Palavras-chave: Voleibol. Defensor. Fundamentos. Jogo. Volleyball.

Resumo

O objetivo do estudo foi estabelecer os fundamentos praticados pelo defensor durante o jogo de voleibol na areia. Foram gravados 21 sets usando o vídeo cassete Semp Toshiba VC-X680 e uma televisão CCE. O número de sets para o estudo foi baseado no modelo de disputa da Olimpíada. Depois esses sets foram utilizados na contagem dos fundamentos do defensor com uso de um scout. A Anova one way e post hoc Scheffé identificaram diferença significante (p≤0,05) entre os fundamentos. A cortada foi o fundamento mais praticado com 58,71±4,82. Anova one way e o post hoc Scheffé não identificaram diferença significativa (p≥0,05) entre as atividades realizadas pelo defensor. Os saltos foram às atividades mais praticadas com 278,33±152,97. Em conclusão, o número de fundamentos do defensor é uma referência para o técnico prescrever o treino técnico e o treino situacional para esse atleta.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Nelson Kautzner Marques Junior, Universidade Castelo Branco
Mestre em Ciência da Motricidade Humana pela UCB

Referências

AAGAARD, H.; SCAVENIUS, M.; JORGENSEN, U. An epidemiological analysis of the injury pattern in indoor and beach volleyball. Int J Sports Med, v. 18, n. 3, p. 217-21, 1997.

ALTINI NETO, A.; PELLEGRINOTTI, I. L.; MONTEBELO, M.. Efeitos de um programa de treinamento neuromuscular sobre o consumo máximo de oxigênio. Rev Bras Med Esporte, v.12, n. 1, p. 33-8, 2006.

ARRUDA, M.; HESPANHOL, J. Fisiologia do voleibol. São Paulo: Phorte, 2008. p. 75-82.

BAHR, R.; REESER, J. Injuries among world-class Professional beach volleyball players. Am J Sports Med, v. 31, n. 1, p. 119-25, 2003.

BARBANTI, V. Treinamento físico: bases científicas. 3a ed. São Paulo: CLR Balieiro, 2001.

BONIFAZI, M.; SARDELLA, F.; LUPO, C. Preparatory main competitions: differences in performance, lacate responses and pre-competition plasma cortisol concentrations in elite male swimmers. Eur J Appl Physiol, v. 82, n. 5-6, p. 368-73, 2000.

BOMPA, T.; CARRERA, M.. Peak conditioning for volleyball. In: REESER, J.; BAHR, R (Eds.). Volleyball. Oxford: Blackwell, 2003. p. 29-44.

CUNHA, M.; BASTOS, V.; SILVA, A.; DA SILVA, V.; VEIGA, H.; PIEDADE, R.; RIBEIRO, A. Integração sensório-motora e plasticidade sináptica no córtex cerebelar. Fit Perf J, v. 2, n. 2, p. 91-96, 2003.

FORTEZA, A. Treinamento desportivo: carga, estrutura e planejamento. São Paulo: Phorte; 2001

IGLESIAS, F. Analisis del esfuerzo en el voleibol. Stadium, v. 168, n. 28, p. 17-23, 1994.

JOÃO, P.; et al. Análise comparativa entre jogador líbero e os recebedores prioritários na organização ofensiva, a partir da recepção ao serviço, em voleibol. Rev Port Ciên Desp, v. 6 , n. 3 , p. 318-28, 2006.

KARNI, A. The acquisition of perceptual and motor skills. Cognit Brain Res, v. 5, n. 1-2, p. 39-48, 1996.

KIOUMOURTZOGLOU, E.; et al. Ability profile of the elite volleyball player. Percep Mot Skills, v.

, n. 3, p. 757-70, 2000.

LACERDA, D.; MESQUITA, I. Caracterização da organização do processo ofensivo, a partir da recepção do serviço, no voleibol de praia de elite. In: MESQUITA, I.; MOUTINHO, C.; FARIA, R. (Ed.). Investigação em voleibol. Estudos ibéricos. Porto: Universidade do Porto, 2003. p. 150-9.

MARQUES JUNIOR, N. K. Lesões no voleibol e o treinamento técnico. Rev Min Educ Fís, v. 11, n. 1, p. 67-75, 2003.

MARQUES JUNIOR, N. K. Periodização tática: uma nova organização do treinamento para duplas masculinas do voleibol na areia de alto rendimento. Rev Min Educ Fís, v. 14, n. 1, p. 19-45, 2006.

MARQUES JUNIOR, N. K. Um modelo de jogo para o voleibol na areia. Conexões, v. 6, n. 3, p. 11-24, 2008.

MESQUITA, I.; TEIXEIRA, J. Caracterização do processo ofensivo no voleibol de praia masculino de elite mundial, de acordo com o tipo de ataque, a eficácia e o momento do jogo. Rev Bras Ciên Esporte, v. 26, n. 1, p. 33-49, 2004.

RAMOS, M.; et al. Estrutura interna das ações de levantamento das equipes finalistas da superliga masculina de voleibol. Rev Bras Ciên Mov, v. 12, n. 4, p. 33-7, 2004.

RESENDE, R.; SOARES, J. Caracterização da atividade física em voleibol de praia. In: MESQUITA, I.; MOUTINHO, C.; FARIA, R. (Eds.). Investigação em voleibol. Estudos ibéricos. Porto: Universidade do Porto, 2003. p. 259-67.

SILVA, L. R. da.; et al. Evolução da altura de salto, da potência anaeróbia e da capacidade anaeróbia em jogadoras de voleibol de alto nível. Rev Bras Ciên Esporte, v. 26, n. 1, p. 99-109, 2004.

ROCHA, M; BARBANTI, V. Análise das ações de saltos de ataque, bloqueio e levantamento no voleibol feminino. Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum, v. 9, n. 3, p. 284-90, 2007.

SILVA, F.; ARAÚJO, R.; BATISTA, G. Voleibol de praia: o treinamento de uma dupla bicampeã mundial. Rev Trein Desp, v. 3, n. 3, p. 17-26, 1999.

STANGANELLI, L.; et al. Caracterização da intensidade e volume das sessões de treino de voleibolistas de alto rendimento. Rev Trein Desp, v. 7, n. 1, p. 6-14, 2006.

TANI, G. Comportamento motor: aprendizagem e desenvolvimento. Rio de Janeiro: Guanabara, 2005. p. 1-332.

WOOD, R.; et al. Applying a mathematical model to training adaptation in a distance runner. Eur J Appl Physiol, v. 94, n. 3, p. 310-6, 2005.

Publicado
2009-04-01
Como Citar
Marques Junior, N. K. (2009). Fundamentos praticados pelo defensor durante o jogo de voleibol na areia. Conexões, 7(1), 61-76. https://doi.org/10.20396/conex.v7i1.8637786
Seção
Artigos

Artigos mais lidos pelo mesmo (s) autor (es)