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Sobre o campo lexical do lazer: resenha do dicionário crítico do lazer
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Palavras-chave

Resenha

Como Citar

PIMENTEL, G. G. de A. Sobre o campo lexical do lazer: resenha do dicionário crítico do lazer. Conexões, Campinas, SP, v. 5, n. 1, p. 114–119, 2008. DOI: 10.20396/conex.v5i1.8637984. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8637984. Acesso em: 4 mar. 2024.

Resumo

A necessidade de nomear e explicar a vida em sua totalidade é constituinte da própria condição humana em seu processo civilizatório. Definir, conceituar, nomear, descrever e explicar funcionam como uma cristalização do pensamento, pois tentam garantir, mesmo que provisoriamente, uma estabilidade que facilite a comunicação. Esse ‘congelamento’ pelo conceito está sujeito à ação humana e, por isso, passível de ser mudado a cada paradigma quebrado. Mesmo considerada a provisoriedade tanto daquilo que significa quanto do que é significado, os campos de investigação, por conta de estabelecer sua tradição e um arcabouço consensual mínimo, acumulam historicamente discussão sobre determinadas categorias e conceitos pertinentes ao diálogo eficaz entre seus pares. E foi no sentido de reunir, com a densidade necessária, alguns dos vocábulos mais utilizados no campo do lazer que Dicionário crítico do lazer traz fundamentação para a “reflexão crítica” de 50 verbetes pertinentes aos estudos do lazer. Para tanto, foram reunidos 38 autores e autores, os quais são provenientes de 10 diferentes formações representando, assim, a própria natureza multidisciplinar das pesquisas e intervenções no lazer.
https://doi.org/10.20396/conex.v5i1.8637984
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