Conforto térmico em ambientes semi confinados: Proposição de Modelo Adaptativo

Autores

  • Leonardo Marques Monteiro
  • Márcia Peinado Alucci Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Universidade de São Paulo.

DOI:

https://doi.org/10.20396/parc.v1i4.8634500

Palavras-chave:

Conforto térmico. Ambientes semi-confinados. Modelo adaptativo.

Resumo

Este artigo apresenta uma verificação empírica de modelos de conforto térmico para avaliação de ambientes térmicos semi-confinados na cidade de São Paulo. O método adotado é dedutivo, por meio de simulações de modelos preditivos, e experimental indutivo, realizando-se levantamentos de campo de variáveis microclimáticas (temperatura, umidade e velocidade do ar e temperatura radiante média), individuais (metabolismo e isolamento da roupa) e subjetivas (sensação térmica). Os modelos de conforto térmico foram processados computacionalmente. Empiricamente, 886 questionários foram aplicados em 24 situações microclimáticas. Os resultados da simulação foram comparados com os dos levantamentos empíricos. Com base nos resultados, o modelo adaptativo de temperatura operativa neutra mostrou-se o mais apropriado. Esse modelo foi reconsiderado por meio de proposição de nova equação que proporciona resultados mais significativos para espaços semi-confinados em São Paulo.

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Biografia do Autor

Leonardo Marques Monteiro

Graduado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismos da Universidade de São Paulo (FAUUSP), Doutor em Tecnologia da Arquitetura pela FAUUSP, Pós-doutorando pela FAUUSP, bolsista FAPESP.

Márcia Peinado Alucci, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Universidade de São Paulo.

Física pelo Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IFUSP), Doutora em Estruturas Ambientais pela FAUUSP, Professora Livre Docente do Departamento de Tecnologia da FAUUSP.

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Publicado

2009-11-01

Como Citar

MONTEIRO, L. M.; ALUCCI, M. P. Conforto térmico em ambientes semi confinados: Proposição de Modelo Adaptativo. PARC Pesquisa em Arquitetura e Construção, Campinas, SP, v. 1, n. 4, p. 42–60, 2009. DOI: 10.20396/parc.v1i4.8634500. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/parc/article/view/8634500. Acesso em: 27 nov. 2021.