O processo de projeto na reabilitação: a casa burguesa do Porto

Autores

  • Eugénio Coimbra Universidade do Minho
  • Luis Romão Universidade Técnica de Lisboa

DOI:

https://doi.org/10.20396/parc.v2i7.8634581

Palavras-chave:

Processo. Projeto. Reabilitação. Gramáticas.

Resumo

Este artigo foi realizado no contexto de uma investigação mais alargada que se pretende desenvolver no presente doutoramento em arquitetura. É importante preservar o centro antigo das grandes aglomerações urbanas, rico em conhecimento e portador de uma forte carga simbólica. Nesta perspetiva é fundamental pensar a sua integração em estruturas urbanas cada vez mais multipolares que organizam o território (Ascher,2010). A casa burguesa do Porto, construída desde o final do século XVI até ao início do século XX, é dominante no tecido antigo da cidade e carece de reabilitação. A partir da análise de uma amostra representativa de um momento da sua evolução, será possível verificar padrões e definir regras. A teoria das gramáticas da forma (Stiny & Gips, 1972) oferece o formalismo necessário à sistematização destas regras. O objetivo da investigação em desenvolvimento será apoiar o processo de projeto na reabilitação da casa burguesa do Porto. Sustentando que a análise da sua situação atual, reflexo de intervenções anónimas e de autor, pode sugerir a geração de novas soluções.

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Biografia do Autor

Eugénio Coimbra, Universidade do Minho

Arquiteto, Mestre em Arquitetura pela Escola Superior Artística do Porto, Doutorando em Arquitetura na Escola de Arquitetura da Universidade do Minho.

Luis Romão, Universidade Técnica de Lisboa

Arquiteto, Doutor em Arquitetura pelo Programa de Pós-Graduação em Design and Computation do MIT, professor do Departamento de Desenho e Comunicação Visual da Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa.

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Publicado

2011-10-31

Como Citar

COIMBRA, E.; ROMÃO, L. O processo de projeto na reabilitação: a casa burguesa do Porto. PARC Pesquisa em Arquitetura e Construção, Campinas, SP, v. 2, n. 7, p. 23–48, 2011. DOI: 10.20396/parc.v2i7.8634581. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/parc/article/view/8634581. Acesso em: 4 out. 2022.