Conforto térmico, eficiência energética e viabilidade econômica em HIS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/parc.v13i00.8665076

Palavras-chave:

Conforto térmico, Eficiência energética, Viabilidade econômica, Clima tropical

Resumo

O Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) contribuiu para a redução do déficit habitacional no Brasil. Contudo, suas características de replicação vinculam a inadequação das envoltórias residenciais ao clima local. O objetivo deste artigo foi avaliar o impacto da adequação da envoltória de uma Habitação de Interesse Social (HIS) unifamiliar – Modelo Real (MReal) – a um Protótipo Habitacional (PH), que incorpora diretrizes da NBR 15220-3 e da Emenda 1 da NBR 15575, quanto ao conforto térmico e à eficiência energética, além da viabilidade econômica das alterações propostas. Estabeleceram-se seis procedimentos: (1) seleção e caracterização das cidades da Zona Bioclimática 8; (2) caracterização dos materiais segundo a NBR 15220 e NBR 15575; (3) proposição de modelos virtuais paramétricos; (4) simulação do MReal e dos PHs; (5) análise do conforto térmico e da eficiência energética dos modelos simulados e (6) viabilidade econômica. Na simulação de 72 cenários, o melhor desempenho foi obtido pelo protótipo PH2-20% – bloco cerâmico, Isotelha núcleo de PUR, forro PVC e janelas maxim-ar com venezianas verticais e 20% de área útil de ventilação – em Colatina e Vitória, reduzindo os Graus-hora de Resfriamento (GHR) em 4.970 e 5.511 °C.h, respectivamente. Houve decréscimo no consumo e custos de energia elétrica, de aproximadamente 65% (R$ 1.288,55/ano) em Colatina e 63% (R$ 1.316,71/ano) em Vitória. As alterações também foram economicamente viáveis, caracterizando projeto atrativo e retorno superior a 13 mil reais, em 15 anos, e 20 mil reais, em 30 anos, com Payback inferior a três anos para as duas cidades, demonstrando que alterações simples proporcionaram significativa melhoria nas HIS.

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Biografia do Autor

Nayara Salera Malta, Universidade Federal do Espírito Santo

Doutoranda em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal do Espírito Santo (Vitória - ES, Brasil).

Isabella Moraes Rabbi, Universidade Federal do Espírito Santo

Graduanda em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Espírito Santo. Pesquisadora no programa de iniciação científica  na Universidade Federal do Espírito Santo (Vitória - ES, Brasil).

Edna Aparecida Nico Rodrigues, Universidade Federal do Espírito Santo

Doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidad del Bio-Bio. Professora Associada na Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Artes, Departamento de Arquitetura e Urbanismo do Centro de Artes (Vitória- ES, Brasil).

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Publicado

2022-06-13

Como Citar

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