Octavia and Cleopatra among rivals

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/rap.v16i1.8663865

Palavras-chave:

Women, Antiquity, Octavia, Cleopatra, Androcentrism

Resumo

The purpose of this work follows the first suggestions made at the beginning of the studies of women in Antiquity, which is to seek, illuminate and to show that women exist in the past, in addition to raising a criticism of androcentrism of past time. In this way, this article will emphasize two women, Octavia and Cleopatra, who suffered different consequences for being in the middle of intrigues of Octavian and Mark Antony, registered through textual and material sources as well as coins exemplified here. The reconciliation between Antony and Octavian was sealed with the marriage of Octavia, Octavian’s sister, to Antony. Cleopatra was characterized as a fatal influence and as an example not to be followed. In this perspective, it is through the problematics about women's current issues that this knowledge is sought in the past.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Tais Belo, University of Sao Paulo

Tais Pagoto Bélo possui graduação em História (2002), pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É Mestre em Arqueologia (2007) pelo Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), da Universidade de São Paulo (USP). É Doutora pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde sob a orientação do Prof. P. P. A. Funari e com estágio na Universidade de St. Andrews (Escócia), sob a coorientação do Prof. Greg Woolf, desenvolveu o tema sobre "Boudica e as facetas femininas ao longo do tempo: nacionalismo, feminismo, memória e poder." Em seu primeiro pós-doutoramento ela trabalhou com o tema sobre "Boudica e a memória coletiva," o qual foi concluído pelo Institute of Archaeology (IoA), da University College London (UCL), em Arqueologia Pública, sob a orientação do Prof. Tim Schadla-Hall e coorientação do Prof. P. P. A. Funari. Seu segundo pós-doutoramento foi sobre "Romanas e Britãs: uma amostragem das mulheres na Britannia," e foi desenvolvido na Unicamp, sob a orientação do Prof. P. P. A. Funari. Atualmente, a estudiosa está em seu terceiro pós-doutorado, com o tema relacionado à força das Mulheres Imperiais através das moedas, que está sendo desenvolvido no Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), da Universidade de São Paulo (USP), sob a orientação do Prof. Vagner C. Porto. Acrescentando que a acadêmica faz parte dos seguintes grupos de estudo: Messalinas (Grupo de Estudos sobre Gênero e Sexualidade na Antiguidade) coordenado pela Profa. Dra. Sarah F. L. de Azevedo (LEIR/FFLCH/USP); Insulae (Grupo de Estudos da Britânia, Irlanda e Arquipélago Norte, na Antiguidade e Medievo) coordenado pela Profa. Dra. Isabela Albuquerque (UPE) e pela Profa. Dra. Elaine P. Farrell (Trinity College Dublin); Numismática Antiga, coordenado pela Profa. Dra. Cristina Kormikiari (MAE/USP). Ela também é membro do Laboratório de Arqueologia Romana Provincial (LARP/MAE/USP). 

Referências

CASSIUS DIO. 1925. Roman History. Edited by E. Cary, London, G. B. Putman.

PLUTARCH. 1965. Makers of Rome. Scott-Kilvert, Ian (translated and introduction). London: Penguin Books.

SUETONIUS. 1957. The Twelve Caesars. translation by Robert Graves, Penguin Books, Harmondsworth.

SUETONIO, Da vida dos Césares. Iul i.35.52, ii.17.

SUETONIO. A vida dos doze Césares. Edições do Senado Federal, v. 171.

2. Bibliographical references

BALSDON, J. P. V. D. 1962. Roman women. New York: The John Day Company.

BARRETT, A. A. 1996. Agrippina: sex, power, and politics in the early empire. Yale, London: Yale University Press, New Haven.

______. 2002. Livia: first lady of Imperial Rome. New Haven: Yale University Press.

BÉLO, T. P. 2014. Boudica e as facetas femininas ao longo do tempo: nacionalismo, feminismo, memória e poder. Tese de doutoramento apresentada ao Programa de pós-graduação do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas. Departamento de História, área de concentração em História Cultural.

______. 2018. Os estudos de gênero na Arqueologia. In: FUNARI, P. P. A. & CAMARGO, V. R. T. (Orgs.). Divulgando o patrimônio arqueológico. Rio de Janeiro: Bonecker Acadêmico. p. 31 – 42. Disponível em: file:///Users/taispagotobelo/Downloads/Livro%20Divulgando%20o%20Patrimonio%20Arqueologico%20(1).pdf, acessado em 06/03/2019.

BILGE, S. 2009. Théorisations féministes de l’intersectionnalité. In: Diogène, 1 (225): 70-88.

BRUBAKER, L. & TOBLER, H. 2000. The gender of money: Byzantine empresses on coins (324 – 802). In: Gender & History, v. 12, n. 03, pp. 572 – 594.

BURSTEIN, S. 2004. The reign of Cleópatra. British Library.

BUTTREY JR, T. V. 1954. Thea Neotera on coins of Antony and Cleopatra. In: Museum Notes (American Numismatic Society), v. 6, pp. 95 – 109.

CRENSHAW, K. W. 1989. Demarginalizing the intersection of race and sex; a black feminist critique of discrimination doctrine, feminist theory and antiracist politics. University of Chicago Legal Forum, pp. 139-167.

______. 1994. Mapping the margins: intersectionality, identity politics and violence against women of color. In: Fineman, Martha Albertson & Mykitiuk, Roxanne (orgs.). The public nature of private violence. Nova York, Routledge, pp. 93-118

______. 2002. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Estudos Feministas, 10 (1): 171-188.

______. 2010. Beyond entrenchment: race, gender and the new frontiers of (un) equal protection. In: TsuJimura, M. (org.). International perspectives on gender equality & social diversity. Sendai, Tohoku University Press.

CONKEY, M. W. & SPECTOR, J.D. 1984. Archaeology and the study of gender. In: Advantages in Archaeological method and theory. v. 7. London: Springer.

DIXON, S. 1983. A family business: women’s role in patronage and politics at Rome, 80 – 44 B.C. In: Classica et Mediaevalia 34, pp. 91 – 112.

DRAYCOTT, J. 2012. Reading crocodiles on coins in the late Republic and early Principate. In: Acta Classica LV, p. 43 – 56.

FISCHLER, Susan. 1994. Social Stereotypes and Historical Analysis: the case of the imperial women at Rome. In: Women in Ancient Societies. New York: Routledge, p. 115 – 133.

FITTSCHEN, K. & ZANKER, P. 1986. Katalog der römischen portraits in den CapitolinischenMuseen und den anderenkommunalensammlunger der stadt Rom 3, Kaiserinnen und Prinzessinnenbildniss, Frauenporträts. Mainz an Rhein: Verlag Philipp von Zanbern.

GERO, J. M. & CONKEY, M. W. 1991. Engendering archaeology: women in prehistory.Wiley, American Anthropological Association. pp. 418.

HARVEY, T. 2020. Julia Augusta: images of Rome’s first empress on the coins of the Roman empire. London and New York: Routledge: Tayor & Francis Group.

HEKSTER, O. 2015. Emperors and ancestors: Roman rulers and the constraints of Tradition. Oxford: Oxford University Press.

HIRATA, H. 2014. Gênero, classe e raça: interseccionalidade e consubstancialidade das relações sociais. In: Tempo Social, Revista de Sociologia da USP, v. 26, n. 1, pp. 61 – 73.

KLEINER, D. E. E. 2005. Cleopatra and Rome. Harvard University Press, Cambridge, Mass.

MARTINS, P. 2011. Imagem e poder: considerações sobre a representação de Otávio Augusto. São Paulo: Edusp.

MESKELL, L. 1999. Archaeology of social life: age, sex, class et cetera in Ancient Egypt. Oxford: Blackwell Publishers Inc.

POMEROY, S. B. 1975. Goddesses, whores, wives and slaves: women in Classical Antiquity. Belin: Schocken Books.

REVELL, L. 2016. Ways of being roman: discourses of identity in the roman west. Oxford & Philadelphia: Oxbow Books.

ROSE, C. B. 1997. Dynastic commemoration and imperial portraiture in Julio-Claudian period. Cambridge: Cambridge University Press.

SALES, J. C. 2017. A moeda como meio de propaganda: o caso paradigmático do Egito Ptolomaico. Lisboa: Academia das Ciências de Lisboa.

SCOTT, E. 1995. Women and gender relations in the Roman empire. In: P. Rush (ed.) Theoretical Roman Archaeology: second conference proceedings. Aldershot, Avebury. pp. 174 – 89.

SHANKS, M.; TILLEY, C. 1992. Reconstructing Archaeology: theory and practice. 2nd ed. London, Routledge.

SJOBERG, B. L. 2014. The Greek oikos: a space for interaction revisited and reconsidered. In: KARLSSON, L.; CARLSSON, S. & KULLBERG, J. B. ABPY: Studies presented to Pontus Hellström. Uppsala Universitet.

VIEIRA, R. C. M. 2012. A propaganda Augustana e a imagem de Cleópatra VII: poesia e ideologia no século I a.C. Monografia apresentada ao programa de pós-graduação Lato Sensu do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, como requisito para obtenção de título de especialista em História Antiga e Medieval. UERF: Rio de Janeiro.

VOSS, B. L. 2008. Feminism, queer theories and the archaeological study of past sexualities. In: Same-sex culture and sexuality: an anthropological reader. Oxford: Balckwell.

WOOD, S. E. 1999.Imperial women: a study in publicimages, 40 BC - AD 68. Leiden, Boston, Koln: Brill’s Scholars’ List.

WYLIE. 1991. Gender theory and the archaeological record: why is there no archaeology of gender? In: Conkey, J. (Ed.). Engendering archaeology: women and prehistory. Oxford: Basil Balckwell.

WINKES, R. 1996. Livia, Octavia, Julia: porträts und Darstellungen. Providence, RI: Brown University, Center for Old World, Archaeology and Art; Louvain-la-Neuve: Département d'Archéologie et d'Histoire de l'Art, Collège Érasme.

Downloads

Publicado

2021-06-28

Como Citar

BELO, T. Octavia and Cleopatra among rivals. Revista Arqueologia Pública, Campinas, SP, v. 16, n. 1, p. 26–48, 2021. DOI: 10.20396/rap.v16i1.8663865. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8663865. Acesso em: 2 dez. 2021.