Quantas tumbas cabem em megabites

subsídios para um banco de dados de arqueologia e jogos eletrônicos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/rap.v17i00.8667349

Palavras-chave:

Arqueojogos, Arqueologia pública, Ciências da computação, Mercado de jogos, Desenvolvimento de jogos

Resumo

Este artigo é resultado de um Projeto de Iniciação Científica, realizado na Universidade Federal de Sergipe, entre 2019 e 2020. Seu objetivo foi um mapeamento inicial de jogos eletrônicos (videogames) com algum tipo de menção à arqueologia (explícita ou que apresente conteúdo oriundo de pesquisas arqueológicas) disponíveis no mercado. Com isso, buscamos criar uma primeira versão de banco de dados que facilite dimensionar objetos de pesquisa no campo de arqueojogos (archaeogaming) no Brasil.

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Biografia do Autor

Bruno Sanches Ranzani da Silva, Universidade Federal de Sergipe

Doutor em arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo. Professor da Universidade Federal de Sergipe.

Wallace Hora Lessa Neto, Universidade Federal de Sergipe

Graduando de Ciências da Computação pela Universidade Federal de Sergipe.

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Publicado

2022-09-30

Como Citar

SILVA, B. S. R. da .; LESSA NETO, W. H. Quantas tumbas cabem em megabites: subsídios para um banco de dados de arqueologia e jogos eletrônicos. Revista Arqueologia Pública, Campinas, SP, v. 17, n. 00, p. e022013, 2022. DOI: 10.20396/rap.v17i00.8667349. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8667349. Acesso em: 2 fev. 2023.