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Chororô, sabidão e poetaço
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Palavras-chave

Poesia. Prosa. Chororô.

Como Citar

MARQUES, Pedro. Chororô, sabidão e poetaço. Remate de Males, Campinas, SP, v. 34, n. 2, p. 655–657, 2015. DOI: 10.20396/remate.v34i2.8635870. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/remate/article/view/8635870. Acesso em: 13 abr. 2024.

Resumo

Um naco de poesia e ensino. Três dentes de troça que isso é do homem, diz Rabelais. Desde que mirei a poesia, corro de chororô, sabidão e poetaço como sabiá da gaiola. “Poesia não deve dar nada”. “Ninguém lê”. “Vai de prosa”. “Máquina de sentir ou pensar”. “Vide teoria, crença”. “É Pound, é pedra, é o fim...” Queixume de plantão, frases formulares, tipo autoajuda intelectual tão longe do coletivo quão perto do totalitário.

https://doi.org/10.20396/remate.v34i2.8635870
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