Transexualidade masculina na educação

o estado da arte da produção teórica brasileira

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/resgate.v29i00.8666089

Palavras-chave:

Homem Trans, Transmasculinidade, Educação, Estado da arte

Resumo

A presente pesquisa debruçou-se sobre a temática da transexualidade masculina e educação, tendo em vista sua invisibilidade, como discutem diversos/as autores/as. Por meio de um estudo bibliográfico, orientado pelas teorias pós-críticas, realizamos um estado da arte com recorte temporal até o ano de 2019. Os resultados mostram a escassa produção sobre a temática: muitas das pesquisas se relacionam ao contexto das travestilidades e transexualidade feminina, não evidenciando as experiências dos sujeitos transmasculinos como protagonistas de suas histórias escolares. Conclui-se que são necessários mais estudos sobre a temática e outras interseccionalidades, além de maiores esforços em pesquisas nas regiões Norte e Nordeste, onde não foram encontradas publicações.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Samuel Moreira de Araujo, Universidade Federal da Bahia

Mestre em Educação na Universidade Federal de Juiz de Fora (Juiz de Fora, MG - Brasil). Docente na Secretaria Estadual de Educação de Minas Gerais (MG - Brasil). Pesquisador no Grupo e Estudos e Pesquisa Corpo, Culturas e Diferença e do Grupo de Estudos em Ginástica da Bahia pela Universidade Federal da Bahia (BA - Brasil).

Neil Franco Pereira de Almeida, Universidade Federal de Juiz de Fora

Doutor em Educação na Universidade Federal de Uberlândia (Uberlândia, MG - Brasil). Docente na Faculdade de Educação Física e Desportos e no Programa de Pós Graduação em Educação na Universidade Federal de Juiz de Fora (Juiz de Fora, MG - Brasil).

Referências

ALMEIDA, Guilherme. Homens trans: novos matizes na aquarela das masculinidades? Revista de Estudos Feministas, v. 20, n. 2, p. 513-523, 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ref/a/wkWvfpf58vHyvr35KTZyvtr/abstract/?lang=pt. Acesso em: 13 jun. 2019. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-026X2012000200012

ARENHART, Deise; GUIMARÃES, Daniela; SANTOS, Nubia. Docência na Creche: o cuidado na educação das crianças de zero a três anos. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 43, n. 4, p. 1677-1691, out./dez., 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/edreal/a/mXCmBB6z57SDGvTjzrKDsrC/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 19 abr. 2021. DOI: https://doi.org/10.1590/2175-623676576

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HOMENS TRANS-ABHT. Disponível em: http://homenstrans.blogspot.com/. Acesso em: 13 mai. 2020.

AVILA, Simone; GROSSI, Miriam Pillar. Maria, Maria João, João: reflexões sobre a transexperiência masculina. In: FAZENDO GÊNERO: DIÁSPORAS, DIVERSIDADE, DESLOCAMENTOS, 9., 2010. Anais [...] Florianópolis, 2010, p. 1-10. Disponível em: http://www.fg2010.wwc2017.eventos.dype.com.br/resources/anais/1278255349_ARQUIVO_Maria,MariaJoao,Joao040721010.pdf. Acesso em: 27 mar. 2020.

BATISTA, Rosa; ROCHA, Eloisa Candal. Docência na educação infantil: origens de uma constituição profissional feminina. Zero-a-Seis, Florianópolis, v. 20, n. 37, p. 95-111, jan. 2018. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/zeroseis/article/view/1980-4512.2018v20n37p95/36714. Acesso em: 19 abr. 2021. DOI: https://doi.org/10.5007/1980-4512.2018v20n37p95

BENTO, Berenice. A reinvenção do corpo: sexualidade e gênero na experiência transexual. 3. ed. Salvador: Editora Devires. 2017a.

BENTO, Berenice. O que é transexualidade. São Paulo: Brasiliense, 2008.

BENTO, Berenice. O que pode uma teoria? Estudos transviados e a despatologização das identidades trans. Revista Florestan, São Carlos, ano 1, n. 2, p. 46-66, 2014. Disponível em: http://www.revistaflorestan.ufscar.br/index.php/Florestan/article/view/64. Acesso em: 17 jul. 2019.

BENTO, Berenice. Transviad@s: gênero, sexualidade e direitos humanos. Salvador: EDUFBA, 2017b.

BRASIL. Lei n. 9394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. 1996. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei9394_ldbn1.pdf. Acesso em: 18 abr. 2021.

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Educação Física. Brasília: MEC; SEF, 1997.

BRAZ, Camilo. Eu já tenho nome: Itinerários de homens trans em busca de respeito. Revista Habitus, Goiânia, v. 16, n. 1, p. 162-176, jan./jun. 2018. Disponível em: https://www.academia.edu/37105723/_EU_J%C3%81_TENHO_NOME_ITINER%C3%81RIOS_DE_HOMENS_TRANS_EM_BUSCA_DE_RESPEITO_I_ALREADY_HAVE_A_NAME_TRANS_MEN_S_ITINERARIES_IN_PURSUIT_OF_RESPECT. Acesso em: 22 mar. 2020.

BRITO, Rosemeire dos Santos. Intrincada trama de masculinidades e feminilidades: fracasso escolar e meninos. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 36, n. 127, p. 129-149, 2006. Disponível em: https://www.scielo.br/j/cp/a/vh9gqNYCTvSPdMNbDqGryxs/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 23 mar. 2021. DOI: https://doi.org/10.1590/S0100-15742006000100006

CAETANO, Márcio Rodrigo Vale. Gênero e sexualidade: um encontro político com as epistemologias de vida e os movimentos curriculares. 2011. Tese (Doutorado em Educação). Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2011.

CASTEL, Pierri-Henri. Algumas reflexões para estabelecer a cronologia do “fenômeno transexual” (1910-1995). Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 21, n. 41, 2001. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbh/a/RrL6gCWPxj6tfQmdrNDLTnB/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 17 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-01882001000200005

CASTRO, Roney Polato. Formação docente para as relações de gênero e sexualidades: problematizando a heteronormatividade no Ensino Superior. Revista Periódicus, Salvador, v. 1, n. 2, p. 1-14, 2014. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/revistaperiodicus/article/view/12881. Acesso em: 21 abr. 2021. DOI: https://doi.org/10.9771/peri.v1i2.12881

CORREA, Crishna Mirella de Andrade; GROSSI, Miriam Pillar. Travestilidades e transexualidades em discurso: processos de subjetivação e resistências nos contextos de uso do nome social em universidades públicas do Brasil. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL FAZENDO GÊNERO, 11.; WOMEN’S WORLDS CONGRESS, 13., Florianópolis. Anais [...] Florianópolis: UFSC, 2017, p. 1-12. Disponível em: http://www.wwc2017.eventos.dype.com.br/resources/anais/1499473865_ARQUIVO_completoFazendoGenero2017.pdf. Acesso em: 11 jun. 2020.

DENZIN, Norman Kent; LINCOLN, Yvonna Sessions. Introdução: a disciplina e a prática da pesquisa qualitativa. In: DENZIN, Norman Kent; LINCOLN, Yvonna Sessions. Planejamento da pesquisa qualitativa – teorias e abordagens. Porto Alegre: Artmed, 2006. p. 15-42.

DIAS, Alfrâncio Ferreira. Formative and professional narratives of a transsexual teacher. Educar em Revista, Curitiba, v. 34, n. 70, p. 255-271, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-40602018000400255&script=sci_abstract&tlng=pt. Acesso em: 19 fev. 2021. DOI: https://doi.org/10.1590/0104-4060.57415

FERRARI, Anderson; BEZERRA, Carolina dos Santos; CASTRO, Roney Polato. Tensões e enfrentamentos na campanha ‘libera meu xixi’ e a presença de pessoas trans na universidade. Diversidade e Educação, Rio Grande, v. 8, n. 2, p. 21–45, 2021. Disponível em: https://periodicos.furg.br/divedu/article/view/12049. Acesso em: 18 jan. 2021. DOI: https://doi.org/10.14295/de.v8i2.12049

FERRARI, Anderson; CASTRO, Roney Polato. Quem está preparado pra isso?... Reflexões sobre a formação docente para as homossexualidades. Práxis Educativa, Ponta Grossa, v. 8, n. 1, p. 295-317, 2013. Disponível em: https://revistas2.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/4020/3483. Acesso em: 14 abr. 2019. DOI: https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.8i1.0012

FERREIRA, Norma Sandra de Almeida. As pesquisas denominadas “estado da arte”. Educação & Sociedade, Campinas, ano 23, n. 79, p. 257-272, ago. 2002. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/es/v23n79/10857.pdf. Acesso em: 09 jul. 2019. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-73302002000300013

FOUCAULT, Michel. História da sexualidade: a vontade de saber. 8. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2019.

FRANCO, Neil. Entre as fronteiras do gênero e das sexualidades: professoras travestis, transexuais e transgêneros brasileiras. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2019.

FRANCO, Neil. Professoras trans brasileiras: ressignificações de gênero e de sexualidades no contexto escolar. 2014. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2014.

FRANCO, Neil; CICILLINI, Graça A. Travestis, transexuais e transgêneros na escola: um estado da arte. Cadernos de Pesquisa, São Luís, v. 23, n. 2, mai./ago. 2016. Disponível em: http://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/cadernosdepesquisa/article/view/5349. Acesso em: 05 mai. 2020. DOI: https://doi.org/10.18764/2178-2229.v23n2p122-137

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA-IBGE. Educação 2019. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, 2019. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101736_informativo.pdf. Acesso em: 15 fev. 2021.

LEITE JUNIOR, Jorge. “Nossos corpos também mudam”: sexo, gênero e a invenção das categorias “travesti” e “transexual” no discurso científico. 2008. Tese (Doutorado em Ciências Sociais) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2008.

LIMA, Maria Socorro Lucena; PIMENTA, Selma Garrido. Estágio e docência: diferentes concepções. Poíesis Pedagógica, Catalão, v. 3, n. 3 e 4, p. 5-24, 2006. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/poiesis/article/view/10542. Acesso em: 21 abr. 2021 DOI: https://doi.org/10.5216/rpp.v3i3e4.10542

LOURO, Guacira Lopes. Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pós estruturalista. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2014.

MARTINS FILHO, Altino José. Minúcias da vida cotidiana no fazer-fazendo da docência na educação infantil. 2013. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2013.

MEYER, Dagmar Estermann. Gênero e educação: teoria e política. In: LOURO, Guacira Lopes; FELIPE, Jane; GOELLNER, Silvana Vilodre. (Orgs.). Corpo, gênero e sexualidade: um debate contemporâneo na educação. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2013. p. 11-29.

MEYER, Dagmar Estermann; PARAÍZO, Marlucy Alves. Metodologias de pesquisas pós-críticas em educação ou sobre como fazemos nossas investigações. In: MEYER, Dagmar Estermann; PARAÍZO, Marlucy Alves (Orgs.). Metodologias de pesquisas pós-críticas em educação. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2012. p. 15-21.

MORAES, Cristiano da Silva Brasil de. Transexual, transversal, transgressão: o que dizem docentes sobre pessoas trans na escola. 2016. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2016.

NERY, João Walter; GASPODINI, Icaro Bonamigo. Transgeneridade na escola: estratégias de enfrentamento. In: SOUZA, Rolf Malungo de. Coletânea Diversas Diversidades. Niterói: Universidade Federal Fluminense, 2015. p. 61-80. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/304705237_Transgeneridade_na_escola_estrategias_de_enfrentamento. Acesso em: 29 nov. 2020.

NEVES, Benjamim Braga de Almeida. Transmasculinidades no ambiente escolar: laicidade e resistências. In: RODRIGUES; Alexsandro; MONZELI, Gustavo; FERREIRA, Sérgio Rodrigo da Silva (Orgs.). A política no corpo: gêneros e sexualidade em disputa. Vitória: EDUFES, 2016. p. 161-178. Disponível em: https://repositorio.ufes.br/bitstream/10/5579/1/A%20pol%C3%ADtica%20no%20Corpo_Vers%C3%A3o%20digital.pdf. Acesso em: 03 dez. 2020.

OLIVEIRA JÚNIOR, Isaías Batista de; MAIO. Eliane Rose. Re/des/construindo in/diferenças: a expulsão compulsória de estudantes trans do sistema escolar. Revista da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade, Salvador, v. 25, n. 45, p. 159-172, jan./abr. 2016. Disponível em: http://www.revistas.uneb.br/index.php/faeeba/article/view/2292/1598 Acesso em: 01 dez. 2020. DOI: https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.v25.n45.2292

PAMPLONA, Renata Silva. Pedagogias de gênero em narrativas sobre transmasculinidades. 2017. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2017.

PASSOS, Gisele Cristina. Homens (Trans): transmasculinidades na educação. 2019. Dissertação. (Mestrado em Tecnologia e Trabalho) – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2019.

PASSOS, Gisele Cristina; CASAGRANDE, Lindamir Salete. Homens (trans): da invisibilidade às transmasculinidades na educação. Cadernos de Gênero e Tecnologia, Curitiba, v. 11, n. 37, p. 60-72, jan./jun. 2018. Disponível em: https://periodicos.utfpr.edu.br/cgt/article/download/8634/5354. Acesso em: 29 nov. 2020. DOI: https://doi.org/10.3895/cgt.v11n37.8634

PELÚCIO, Larissa. Nos nervos, na carne, na pele: uma etnografia sobre prostituição travesti e o modelo preventivo de Aids. 2007. Tese (Doutorado em Ciências Sociais) – Universidade Federal São Carlos, São Carlos, 2007.

PIMENTA, Selma Garrido. Formação de professores: saberes da docência e identidade do professor. Revista da Faculdade de Educação, São Paulo, v. 22, n. 2, p. 72-89, 1996. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/rfe/article/view/33579/36317. Acesso em: 21 abr. 2021.

PISCITELLI, Adriana. Recriando a (categoria) mulher? In: ALGRANTI, Leila Mezan (Org.). A prática feminista e o conceito de gênero. Textos Didáticos, n. 48, Campinas, IFCH/Unicamp, p. 7-42, 2002.

POLAK, Roberta. “Notas” de uma vida: vivências trans* em instituições de ensino. 2016. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Comunitário) – Unicentro, Curitiba, 2016.

RAGO, Margareth. Feminismo e subjetividade em tempos pós-modernos. In: LIMA, Cláudia; SCHMIT, Simone (Orgs.). Poéticas políticas feministas. Florianópolis: Editora das Mulheres, 2004. p. 31-41.

RIBEIRO, Daniel Oliveira Medeiros. Negociando com as normas: transexualidade masculinas, reconhecimento e agência. 2018. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, 2018.

SALVADOR, Nayara Rios Cunha. Pessoas trans na educação básica no sul do estado do Rio de Janeiro. 2019. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, 2019.

SANTANA, Bruno Silva. Educação Física e transgeneridade: novos olhares e perspectivas sobre diversidades corporais e identidades de gênero. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL ENTRELAÇANDO SEXUALIDADES, 5., 2017, Salvador. Anais [...] Salvador: UFBA, 2017, p. 1-10. Disponível em: https://www.editorarealize.com.br/artigo/visualizar/30534 Acesso em: 20 nov. 2020.

SANTOS, Adelaine Ellis Carbonar dos; ORNAT, Marcio José. Vivências de travestis e pessoas trans em espaços educacionais de nível superior no sul do Brasil e a constituição de suas múltiplas espacialidades. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL FAZENDO GÊNERO & WOMEN’S WORLDS, 11. e 13., 2017, Florianópolis. Anais [...] Florianópolis, 2017. Disponível em: http://www.wwc2017.eventos.dype.com.br/resources/anais/1498835483_ARQUIVO_Adelaine_Marcio_MM_FG.pdf. Acesso em: 04 jun. 2019.

SANTOS, Dayana Brunetto Carlin. A biopolítica educacional e o governo de corpos transexuais e travestis. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 45, n. 157, p. 630-651, jul./set. 2015a. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/cp/v45n157/1980-5314-cp-45-157-00630.pdf. Acesso em: 02 nov. 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/198053142970

SANTOS, Dayana Brunetto Carlin dos. Cartografias da transexualidade: a experiência escolar e outras tramas. 2010. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2010.

SANTOS, Dayana Brunetto Carlin. Corpos e subjetividades trans* na escola e nos movimentos sociais: a reinvenção das tentativas de captura por meio das normativas oficiais. In: REUNIÃO NACIONAL DA ANPED, 37., 2015b, Florianópolis. Anais [...] Florianópolis: UFSC, 2015b, p. 1-17. Disponível em: http://www.anped.org.br/sites/default/files/trabalho-gt23-4128.pdf Acesso em: 20 nov. 2020.

SCOTE, Fausto Delphino. Será que temos mesmo direitos a universidade? O desafio do acesso e a permanência de pessoas transexuais no ensino superior. 2017. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2017.

SILVA, Kessila Maria da. Discursos que importam: um olhar sobre as trajetórias escolares de pessoas trans na UFSC. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Sociais) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2017.

TCHALAIN, Vicente. Transmasculinidades: invisibilidade, escassez de informações e apagamento histórico. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL FAZENDO GÊNERO & WOMEN’S WORLDS CONGRESS, 11. e 13., 2017, Florianópolis. Anais [...] Florianópolis, 2017. Disponível em: http://www.en.wwc2017.eventos.dype.com.br/resources/anais/1498416889_ARQUIVO_ArtigoCompletoVicenteTchalianFG2017.pdf. Acesso em: 03 jan. 2021.

ZANETTE, Jaime Eduardo. Dos enigmas da infância: transexualidade e tensionamentos dos scripts de gênero. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Educação Infantil) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2016.

WINCK, Gustavo Espindola. Percepções sobre família e rede de apoio social na transexualidade masculina. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL FAZENDO GÊNERO, 7., 2006. Anais [...]. Florianópolis, 2006, p. 1-7. Disponível em: http://www.wwc2017.eventos.dype.com.br/fg7/artigos/G/Gustavo_Espindola_Winck_16.pdf. Acesso em: 02 ago. 2020.

Downloads

Publicado

2021-12-30

Como Citar

ARAUJO, S. M. de .; ALMEIDA, N. F. P. de. Transexualidade masculina na educação: o estado da arte da produção teórica brasileira. Resgate: Revista Interdisciplinar de Cultura, Campinas, SP, v. 29, n. 00, p. e021021, 2021. DOI: 10.20396/resgate.v29i00.8666089. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/resgate/article/view/8666089. Acesso em: 13 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos e Ensaios