Anos 1960

cultura e política no Brasil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/resgate.v29i00.8668796

Palavras-chave:

Cultura, Política, Brasil

Resumo

Os anos 1960 são conhecidos como tempos de convulsão cultural e política. É certo que eles congregaram uma série de movimentos e viram emergir novos personagens e protagonistas na cena social, que o corpo e a juventude chegaram para rivalizar com a sabedoria e a maturidade. Costuma-se dizer que tal década constitui-se em momento de ruptura, o que não deixa de ser verdadeiro, uma vez que ela abriga uma geração que questiona suas antecessoras, tanto pela responsabilidade com a quase destruição do mundo perpetrada pela Segunda Guerra Mundial, como pelo conformismo e a resignação que marcaram os anos 1950, postura de muitos perante a reconstrução da Europa e da Ásia, motivada ainda pelos primeiros momentos do estado de bem-estar social centro-europeu.

Por outro lado, a década de sessenta do século passado foi um tempo de respostas eventualmente radicais a problemas que se apresentaram com formas e conteúdos vários, ainda que, com frequência, partidários do mesmo impulso libertário, em diferentes regiões do mundo, ou mesmo no interior de uma mesma nação. Seria falso, portanto, tomá-la como bloco unívoco de acontecimentos, e ainda limitar aquela experiência histórica aos limites da cronologia que aparentemente lhe dá moldura. Se foram muitas as décadas em uma, igualmente as forças e fragilidades que lhe identificam podem ser vistas em anos anteriores, assim como seus ecos percebidos ainda hoje na composição do presente.

A Guerra Fria, o embate entre os países alinhados à OTAN e aqueles sob o Pacto de Varsóvia, encontrou nos anos 1960 momentos de grande expressão. Foi quando Cuba reconheceu sua revolução como marxista-leninista e logo viu seu território sofrer tentativas de invasão, mas também ser alocado para a instalação de mísseis nucleares; o Muro de Berlim foi construído; as guerras de descolonização na África e na Ásia foram intensas; a América do Sul e a América Central viram golpes de Estado instituírem governos autoritários e as correspondentes tentativas de derrubá-los.

De questão geopolítica, a Guerra do Vietnã, no sudeste asiático, se tornou também um forte embate cultural, que opôs a juventude estadunidense e europeia à intervenção dos Estados Unidos da América naquele país. Tal posição, por sua vez, se ligava à ascensão do corpo como legítimo lugar do desejo, expressão da paz vinculada à sexualidade livre, à igualdade de gênero, à descriminalização da homossexualidade, à alimentação saudável, à defesa do meio-ambiente, ao fim do racismo. É provável que o principal intelectual a dar forma a esse espírito tenha sido Herbert Marcuse, um arauto do encontro crítico entre psicanálise e marxismo e, não por acaso, o principal professor da então estudante, hoje professora titular aposentada, Angela Davis, referência central dos movimentos pela emancipação de afro-americanos de todo o continente.

Diz-se com frequência que os anos 1960 foram uma década de rebeldia e reivindicações juvenis, como o que foi até agora escrito acima deixa ver, mas isso acontece também por demarcação imaginária dos discursos sobre 1968, ano conhecido pelo seu mês de maio e as revoltas estudantis na França. A esse contexto corresponde um dos movimentos estéticos mais importantes do cinema e mesmo das artes em geral, a Nouvelle Vague, cujo expoente, Jean-Luc Godard, era simpatizante dos estudantes maoístas e esteve nas ruas durante os combates em Paris. Os jovens, por sua vez, demandavam novas relações com professores e com a instituição universitária, vista como fossilizada e arcaica. Agendavam o fim da arquitetura dos anfiteatros, que impunha um lugar privilegiado para o docente, e do regime de avaliações, que destruía as energias libidinais.

O novo cinema não aconteceu apenas na França, mas em outros países, como a Alemanha, com Wim Wenders, Alexander Kluge, Rainer Werner Fassbinder e Werner Herzog, entre outros, e no Brasil, com o Cinema Novo. Realizadores como Glauber Rocha, Leon Hirszman, Joaquim Pedro de Andrade, além de fotógrafos como Dib Luft e Luiz Carlos Barreto, desenvolveram uma estética da fome e uma fotografia à contraluz, priorizando temas políticos e libertários em suas narrativas.

No Brasil, o Cinema Novo não estava sozinho, mas convivia com as propostas underground de Rogério Sganzerla e as existencialistas de Walter Hugo Khouri, assim como encontrava contraparte musical na Tropicália, cuja memória mais completa é o livro de Caetano Veloso, Verdade Tropical. Este movimento estético, liderado pelo músico e por Gilberto Gil, que retoma e atualiza o Modernismo de 1922, teria, no entanto, se enfraquecido, segundo Roberto Schwarz (Martinha versus Lucrécia), como oposição à ditadura civil-militar que tiranizaria o país durante duas décadas. A contracultura seria nesse registro, não necessariamente crítica política.

O caráter libertário dos anos 1960 encontra seu desiderato também no liberalismo, de forma que herdeiros de Woodstock podem ser vistos nas redações de jornais e na produção de conteúdo publicitário, como também em Wall Street. As contradições só tornam aquela década mais interessante, fazendo com que o conhecimento sobre ela, agora que ela vai longe em 50 anos, seja algo constantemente renovado, já que as narrações, intepretações e ecos da memória e da história vão ganhando novas camadas e perdendo velhas linhas de força.

Foram anos de Susan Sontag e José Agripino de Paula, de Marta Minujín e Che Guevara, da redescoberta de Walter Benjamin e do massacre de Tlatelolco, de Daniel Cohn-Bendit e Wilson Simonal, da educação alternativa da Glockseeschule e de Celso Furtado, de Charles Manson e Malcon X, de Mary McCarthy e Clarice Lispector, das ditaduras latino-americanas e de Blow-up.

É considerando este quadro amplo e contraditório, precário e intenso, de anos ricos e também idealizados, que o dossiê Anos 1960: cultura e política espera contribuições com diferentes abordagens metodológicas e temáticas, que se dediquem a temas específicos ou procurem perspectivas mais amplas, conceituais ou empíricas, comparadas ou não. Iniciativas que possam trazer olhares renovados sobre o tema serão valorizadas.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Alexandre Fernandes Vaz, Universidade Federal de Santa Catarina

Doutor em Ciências Humanas e Sociais pela Gottfried Wilhelm Leibniz Universität Hannover, Alemanha. Professor Titular da Universidade Federal de Santa Catarina.

Referências

ADORNO, Theodor. Teoria freudiana e o padrão da propaganda fascista. In: ADORNO, Theodor. Ensaios sobre psicologia social e psicanálise. Tradução: Verlaine Freitas. São Paulo: Editora da UNESP, 2015. p. 153-189.

ALI, Fátima. A arte de editar revistas. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009.

ALMEIDA, Mario Augusto Morato Pinto de. A política econômica do governo João Goulart: restrições estruturais e vetos políticos. 2010. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Econômico) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2010. Disponível em: http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/285966. Acesso em: 05 jul. 2021.

AMORIM, Marília. Cronotopo e exotopia. In: BRAIT, Beth (Org.). Bakhtin: outros conceitos-chave. São Paulo: Contexto, 2008. p. 95-113.

ANSART, Pierre. A gestão das paixões políticas. Curitiba: Editora UFPR, 2019.

ANSART, Pierre. História e memória dos ressentimentos. In: BRESCIANI, Stella Martins; NAXARA, Márcia (Orgs.). Memória e (res)sentimento: indagações sobre uma questão sensível. Campinas: Editora da Unicamp, 2001. p. 15-36.

ASSMAN, Aleida. Espaços da recordação: formas e transformações da memória cultural. Campinas: Editora da Unicamp, 2011.

BAKHTIN, Mikhail; VOLOCHÍNOV. Estética da criação verbal. 5. ed. São Paulo: WMF; Martins Fontes, 2010b.

BAKHTIN, Mikhail; VOLOCHÍNOV. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. 14. ed. São Paulo: Hucitec, 2010a.

BARBOSA, Marialva. História da comunicação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2013.

BARBOSA, Marialva. Comunicação e método: cenários e práticas de pesquisa. Rio de Janeiro: Mauad X, 2020.

BARBOSA, Raul de Sá. Brasília, evolução histórica de uma ideia. Módulo, Rio de Janeiro, n. 18, p. 28-43, jun. 1960.

BARRETO, Vicente; VIÁFORA, Celso. A cara do Brasil. Intérprete: Ney Matogrosso. In: MATOGROSSO, Ney. Olhos de farol. São Paulo: Polygram, 1998. 1 compact disc. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Y_BDITn0xcY. Acesso em: 27 jan. 2022.

BENDER, Mires Batista. Quarup: uma alegoria do Brasil. Tabuleiro de Letras, Salvador, v. 3, n. 1, p. 1-22, 2010. Disponível em: https://revistas.uneb.br/index.php/tabuleirodeletras/article/view/139. Acesso em: 10 jan. 2022.

BENJAMIN, Walter. A obra de arte na época da possibilidade de sua reprodução técnica. In: BENJAMIN, Walter. Estética e sociologia da arte. Tradução: João Barrento. Belo Horizonte: Autêntica, 2017. p. 9-47.

BENJAMIN, Walter. O contador de histórias: reflexões sobre a obra de Nikolai Leskov. In: BENJAMIN, Walter. Linguagem, tradução, literatura (filosofia, teoria e crítica). Tradução: João Barrento. Belo Horizonte: Autêntica, 2018. p. 139-166.

BENJAMIN, Walter. Origem do drama trágico alemão. Tradução: João Barrento. Belo Horizonte: Autêntica, 2016.

BERGAMO, Alexandre. A reconfiguração do público. In: RIBEIRO, Ana Paula Goulart; SACRAMENTO, Igor; ROXO, Marco (Orgs.). História da televisão no Brasil: do início aos dias de hoje. São Paulo: Contexto, 2010.

BERNARDES, Denis Antônio de Mendonça; LIMA, Marcos Costa. Um cartesiano na encruzilhada da revolução. Cadernos do Desenvolvimento, Rio de Janeiro, v. 6, n. 8. p. 75-84, maio 2011. Disponível em: http://www.cadernosdodesenvolvimento.org.br/ojs-2.4.8/index.php/cdes/article/view/256. Acesso em: 13 jan. 2022.

BRAGA, Rafael Giurumaglia Zincone. Parabolicamara: tropicália e a politização do cotidiano na TV. 2017. Dissertação (Mestrado em Mídia e Cotidiano) – Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2017.

BRAGHINI, Katya. Juventude e pensamento conservador no Brasil. São Paulo: EDUC; FAPESP, 2015.

BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Zero. 7. ed. Rio de Janeiro: Codecri, 1980 [1974].

BRUM, Eliane. Meus desacontecimentos: a história da minha vida com as palavras. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2017.

CALADO, Carlos. Tropicália: a história de uma revolução musical. São Paulo: Editora 34, 1997.

CALLADO, Antonio. Bar Don Juan. 7. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982 [1971].

CALLADO, Antonio. Quarup. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967.

CALLADO, Antonio. Reflexos do baile. 6. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002 [1976].

CALLADO, Antonio. Sempreviva. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981.

CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 1750-1880. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2009 [1959].

CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade. São Paulo: PubliFolha, 2000.

CANDIDO, Antonio. A nova narrativa. In: CANDIDO, Antonio. A educação pela noite e outros ensaios. São Paulo: Ed. Ática, 1989.

CARNEIRO, Glauco Moreira. O Tropicalismo: cultura de massa na década que não acabou. Rio de Janeiro: Sinergia, 2013.

CASTRO, Laís de. [Entrevista cedida a] Talita Souza Magnolo. São Paulo, 13 maio 2017.

CAVALCANTI, Maria Claro Catanho. Multimodalidade e argumentação na charge. 2008. Dissertação (Mestrado em Linguística) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2008. Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7504. Acesso em: 25 maio 2021.

CENTRO POPULAR DE CULTURA/UNE. Violão de Rua. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1962.

CERTEAU, Michel. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982.

CHAGAS, Pedro Ramos Dolabela. Interpretação nacional e forma literária em Quarup, de Antonio Callado. Sóciopoética, Campina Grande, v. 1, n. 18, p. 4-30, 2017. Disponível em: http://arquivo.revista.uepb.edu.br/index.php/REVISOCIOPOETICA/article/view/3749/2172. Acesso em: 18 ago. 2021.

CORAL DE CURITIBA. A paixão segundo Cristino. Curitiba: Fundação Cultural de Curitiba, 1984.

CORBISIER, Roland. Brasília e o desenvolvimento nacional. Módulo, Rio de Janeiro, n. 18, p. 2-9, jun. 1960.

CORRÊA, Thomaz Souto. [Entrevista cedida a] Talita Souza Magnolo. São Paulo, 23 fev. 2017.

COSTA, Lúcio. Relatório do Plano Piloto de Brasília. Módulo, Rio de Janeiro, n. 18, Separata, p. 27-44, jun. 1960.

COUTINHO, Eduardo (Dir.). Cabra marcado para morrer. Documentário. 1h59min, 1984. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-64451984000200016

CRUZ, Cláudia Helena da. Imagens da luta e da resistência na literatura de Antonio Callado: Quarup (1967), Bar Don Juan (1971), Reflexos do baile (1976) e Sempreviva (1981). 2017. Tese. (Doutorado em História) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2017.

CUNHA, Euclides da. X Os sertões. São Paulo: Editora Três, 1984 [1902].

CURTIS, Regina. A revolução brasileira: um diálogo entre Nelson Werneck Sodré, Celso Furtado e Caio Prado Júnior. Textura, Canoas, v. 7, n. 11, p. 65-72, jan./jun. 2005.

D’EÇA, Othon Gama. Homens e algas. 5. ed. Florianópolis: EdUFSC, 2008.

DELGADO, Lucília de Almeida Neves. Brasil: 1954 – prenúncios de 1964. Varia História, Belo Horizonte, v. 21, n. 34, p. 484-503, jul. 2005. Disponível em: http://old.scielo.br/pdf/vh/v21n34/a13.pdf. Acesso em: 13 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-87752005000200013

DELGADO, Lucília de Almeida Neves. O governo João Goulart e o golpe de 1964: memória, história e historiografia. Tempo, Rio de Janeiro, v. 14, n. 28, p. 123-144, 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/tem/a/cHVC9tPDyBD3DwK86Ykb49L/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 13 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-77042010000100006

DERNTL, Maria Fernanda. Brasília e suas unidades rurais: planos e projetos para o território do Distrito Federal entre fins da década de 1950 e início da década de 1960. Anais do Museu Paulista, São Paulo, v. 28, p. 1-32, set. 2020. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/anaismp/article/view/167116/163269. Acesso em: 13 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/1982-02672020v28e30

DINIZ, Clélio Campolina. Celso Furtado e o desenvolvimento regional. Nova Economia, Belo Horizonte, v. 19, n. 2, p. 227-249, maio/ago. 2009. Disponível em: https://revistas.face.ufmg.br/index.php/novaeconomia/article/view/1045/790. Acesso em: 13 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-63512009000200001

DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. Tradução: Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2019.

ÉDIPO Rei. Direção Pier Paolo Pasolini. Itália: Arco FilmSomafis, 1967. Suporte VHS (104 min.).

FAORO, Raymundo. Os donos do poder: formação do patronato político brasileiro. 2. ed. Porto Alegre: Globo; São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1975 [1958].

FARACO, Carlos Alberto. Linguagem & diálogo: as ideias linguísticas do círculo de Bakhtin. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.

FARIA, Rodrigo de. O Departamento Nacional de Urbanismo e a institucionalização do setor de urbanismo no governo federal brasileiro: um contínuo processo histórico. Oculum Ensaios, Campinas, v. 12, n. 2, p. 311-333, jul./dez. 2015. Disponível em: https://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/oculum/article/view/2743/2191. Acesso em: 13 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.24220/2318-0919v12n2a2743

FELDMAN, Sarah. Instituições de urbanismo no Brasil, 1930-1979. São Paulo: Annablume, 2021.

FELDMAN, Sarah. Instituições de urbanismo no Brasil na década de 1930: olhar técnico e dimensão urbano-industrial. 2008. Tese (Livre Docência em Teoria e História do Urbanismo) – Universidade de São Paulo, São Carlos, 2008.

FERREIRA, Jorge; REIS, Daniel Aarão. Apresentação. In: FERREIRA, Jorge; REIS, Daniel Aarão (Orgs.). Revolução e democracia (1964-...). História das esquerdas no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. v. 3, p. 9-20.

FIGUEROLA, Jaime. [Entrevista cedida a] Talita Souza Magnolo. São Paulo, 10 maio 2017.

FLORES, Maria Bernardete Ramos. A farra do boi: palavras, sentidos, ficções. Florianópolis: EdUFSC, 1997.

FONSECA, Pedro Cezar Dutra. O mito do populismo econômico de Vargas. Revista de Economia Política, São Paulo, v. 31, n. 1, p. 56-76, jan./mar. 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rep/a/LJ4gvzykfjpQ3xBjgZSpftR/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 13 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-31572011000100003

FONSECA, Pedro Cezar Dutra; MONTEIRO, Sérgio Marley Modesto. Credibilidade e populismo no Brasil: a política econômica dos governos Vargas e Goulart. Revista Brasileira de Economia, Rio de Janeiro, v. 59, n. 2, p. 215-243, abr. 2005. Disponível em: https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rbe/article/view/900/538. Acesso em: 13 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/S0034-71402005000200004

FRAJNDLICH, Rafael Urano; BENOIT, Alexandre Hector. Guerra e paz: os debates sobre a construção do centro cívico em Brasília. Risco Revista de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo, São Carlos, v. 19, p. 1-20, out. 2021. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/risco/article/view/181547. Acesso em: 14 dez. 2021. DOI: https://doi.org/10.11606/1984-4506.risco.2021.181547

FRAJNDLICH, Rafael Urano; MARTINS, Luis Pompeo. Urbs e Civitas: Lucio Costa e a democracia no projeto de Brasília. Cadernos do ProArq – UFRJ, Rio de Janeiro, n. 27, p. 31-49, dez. 2016. Disponível em: https://cadernos.proarq.fau.ufrj.br/public/docs/cadernosproarq27.pdf. Acesso em: 13 jan. 2022.

FRANCO, Renato Bueno. Itinerário político do romance pós-64: a festa. São Paulo: Editora da UNESP, 1998.

FREUD, Sigmund. O mal-estar na civilização. Tradução: Paulo César de Souza. São Paulo: Penguin; Companhia das Letras, 2011.

FREUD, Sigmund. Recordar, repetir e elaborar. In: FREUD, Sigmund. Obras completas v. 10. Tradução: Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. p. 69-74.

FREYRE, Gilberto. Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. 52. ed. comemorativa. São Paulo: Global, 2013 [1933].

FUKS, Júlian. A resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

FURTADO, Celso. A pré-revolução brasileira. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura, 1962.

FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. 34. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. Rio de Janeiro: Ed. Fundo de Cultura, 1959.

GENNARI, Adilson Marques. A nação e o capital estrangeiro: um estudo sobre a lei de remessa de lucros no governo de João Goulart. 1997. Tese (Doutorado em Ciências Sociais) –Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1997. Disponível em: http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/280050. Acesso em: 05 jul. 2021.

GOMES, Ângela de Castro. Escrita de si, escrita da história. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 2004.

GOMES, Ângela de Castro. Partido Trabalhista Brasileiro (1945-1965): getulismo, trabalhismo, nacionalismo, e reformas de base. In: FERREIRA, Jorge; REIS, Daniel Aarão (Org.). Nacionalismo e reformismo radical (1945-1964). As esquerdas no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. v. 2, p. 53-82.

GORELIK, Adrián. Das vanguardas a Brasília: cultura urbana e arquitetura na América Latina. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2005.

GOULART, Sueli. Uma abordagem ao desenvolvimento local inspirada em Celso Furtado e Milton Santos. Cadernos EBAPE.BR, Rio de Janeiro, v. 4, n. 3, p. 1-15, jan. 2006. Disponível em: https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/cadernosebape/article/view/7399/5875. Acesso em: 13 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/S1679-39512006000300004

GRAÇA, Milton Coelho da. [Entrevista cedida a] Talita Souza Magnolo. Rio de Janeiro, 14 mar. 2017.

HECKER, Alexandre. Propostas de esquerda para um novo Brasil: o ideário socialista do pós-guerra. In: FERREIRA, Jorge; REIS, Daniel Aarão (Orgs.). Nacionalismo e reformismo radical (1945-1964). As esquerdas no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. v. 2, p. 21-52.

HOINEFF, Nelson. A nova televisão: desmassificação e o impasse das grandes redes. Rio de Janeiro: Comunicação Alternativa, 1996.

HOLANDA, Heloisa Buarque de. Impressões de viagem: CPC, vanguarda e desbunde: 1960/1970. São Paulo: Brasiliense,1980.

HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995 [1936].

HOUAISS, Antônio. Charge. Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL. Tese da delegação brasileira: cidades e abrigos, construir o mundo de amanhã. Projeto, São Paulo, n. 103, p. 56-59, set. 1987.

INTERVALO. Intervalo, Rio de Janeiro, n. 5, p.5, 1963. Acervo da Biblioteca Nacional Digital. Disponível em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/. Acesso em: 25 maio 2021.

INTERVALO. Intervalo, Rio de Janeiro, n. 6, p.10, 1963. Acervo da Biblioteca Nacional Digital. Disponível em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/. Acesso em: 25 maio 2021.

INTERVALO. Intervalo, Rio de Janeiro, n. 51, p.20, 1964. Acervo da Biblioteca Nacional Digital. Disponível em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/. Acesso em: 25 maio 2021.

INTERVALO. Intervalo, Rio de Janeiro, n. 63, p.14, 1964. Acervo da Biblioteca Nacional Digital. Disponível em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/. Acesso em: 25 maio 2021.

INTERVALO. Intervalo, Rio de Janeiro, n. 64, p.27, 1964. Acervo da Biblioteca Nacional Digital. Disponível em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/. Acesso em: 25 maio 2021.

INTERVALO. Intervalo, Rio de Janeiro, n.406, p.2, 1970. Acervo da Biblioteca Nacional Digital. Disponível em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/. Acesso em: 25 maio 2021.

KAIMOTI, Ana Paula Macedo Cartapatti. Ossos e espelhos mortos: uma leitura de Reflexos do baile e Esqueleto na lagoa verde, de Antonio Callado. 2007. Tese (Doutorado em Teoria Literária) – Universidade Estadual Paulista, 2007. Disponível em: http://hdl.handle.net/11449/106320. Acesso: 10 jan. 2022.

KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Tradução: Wilma Patrícia Maas; Carlos Almeida Pereira. Rio de Janeiro: Editora da PUC-Rio; Contraponto, 2006.

KREMER, Natan Schmitz; VAZ, Alexandre Fernandez. Espiridião, o carnaval e uma estética do moderno na Florianópolis de Salim Miguel. Estudos de literatura brasileira contemporânea, Brasília, n. 62, p. 1-15, jan./abr. 2021. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/estudos/article/view/37482. Acesso em: 17 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/2316-40186216

LANER, Isadora; FARIA, Rodrigo de; PESCATORI, Carolina. O Estado e o planejamento regional no Brasil: as três perspectivas de análise (1951-1961). Urbana, Campinas, v. 12, p. 1-35, ago. 2020. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/urbana/article/view/8660027/26405. Acesso em: 14 jan. 2022.

LAUB, Michel. Diário da queda. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

LEITE, Lígia Chiappini Moraes. Nem lero nem clero: historicidade e atualidade em Quarup de Antonio Callado. Revista Brasileira de Literatura Comparada, São Paulo, n. 2, p. 97-108, 1994. Disponível em: https://revista.abralic.org.br/index.php/revista/article/view/23/24. Acesso em: 12 jan. 2022.

LIMA, Danielle Barreto. O Comando de Caça aos Comunistas (CCC): do estudante ao terrorista (1963-1980). São Paulo: Edições 70, 2021.

LIMA, Marcos Costa; BERNARDES, Denis Antônio de Mendonça. Um cartesiano na encruzilhada da revolução. Cadernos do Desenvolvimento, Rio de Janeiro, v. 6, n. 8, p. 75-84, maio 2011. Disponível em: http://www.cadernosdodesenvolvimento.org.br/ojs-2.4.8/index.php/cdes/article/view/256. Acesso em: 14 jan. 2022.

LOUREIRO, Felipe Pereira. Empresários, trabalhadores e grupos de interesse: a política econômica nos governos Jânio Quadros e João Goulart, 1961-1964. 2012. Tese (Doutorado em História Econômica) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012. doi:10.11606/T.8.2012.tde-22082012-105827. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-22082012-105827/publico/2012_FelipePereiraLoureiro_VRev.pdf. Acesso em: 05 jul. 2021.

LOVATTO, Angélica. Partidos, sindicatos e movimentos sociais nos anos 1950-64: balanço histórico-bibliográfico preliminar. Aurora, Marília, v. 5, n. 1, p. 196-212, dez. 2011. Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/aurora/article/view/1714. Acesso em: 14 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.36311/1982-8004.2011.v5n1.1714

MAGNOLO, Talita Souza. A construção narrativa do Festival de MPB de 1967 nas páginas da revista “Intervalo”. 2018. Dissertação (Mestrado em Comunicação) – Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/6634. Acesso em: 24 set. 2021.

MARCUSE, Herbert. Un ensayo sobre la liberación. Tradução: Juan Garcia Ponce. México: Joaquín Mortiz, 1969.

MARCUSCHI, Luís Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.

MARTÍN-BARBERO, Jesús; REY, Germán. Os exercícios do ver: hegemonia audiovisual e

ficção televisiva. São Paulo: Senac, 2001.

MARTINO, Rodolfo Stipp. 1968: Atores de “Roda Viva” são agredidos e teatro é depredado. Folha de São Paulo, São Paulo, 18 jul. 2018. Acervo Folha. Disponível em: https://acervofolha.blogfolha.uol.com.br/2018/07/18/1968-atores-de-roda-viva-sao-agredidos-e-teatro-e-depredado/. Acesso em: 20 maio 2021.

MATTOS, André Luis Lopes Borges de. Darcy Ribeiro: uma trajetória (1944-1982). 2007. Tese (Doutorado em Ciências Sociais) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2007.

MATTOS, Sérgio Augusto Soares. História da televisão brasileira: uma visão econômica, social e política. Petrópolis: Editora Vozes, 2010.

MELO, Zuza Homem de. A era dos festivais: uma parábola. São Paulo: Editora 34, 2003.

MELO NETO, João Cabral de. Morte e vida Severina e outros poemas. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.

MIGUEL, Salim. W. Rio Apa em Florianópolis. Revista Sul, Florianópolis, v. 10, n. 30, p. 127, dez. 1957. Disponível em: https://www.portalcatarina.ufsc.br/documentos/?action=download&id=119070. Acesso em: 17 jan. 2022.

MIGUEL, Salim. Velhice e outros contos. 2. ed. Florianópolis: FCC, 1981.

MOREIRA, João Paulo Aprígio. Uma ontologia evolucionista: considerações sobre a noção de “desenvolvimento” na obra de Darcy Ribeiro. 2012. Dissertação (Mestrado em Antropologia) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2012.

MORETTI, Franco. O romance de formação. Tradução: Natasha Belfort Palmeira. São Paulo: Todavia, 2020.

MOTTA, Rodrigo Patto Sá. Culturas políticas na História: novos estudos. 2. ed. Belo Horizonte: Fino Traço, 2014.

MOTTA, Rodrigo Patto Sá. Cultura política e ditadura: um debate teórico e historiográfico. Revista Tempo e Argumento, [S. l.], v. 10, n. 23, p. 109-137, 18 abr. 2018. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/tempo/article/view/2175180310232018109. Acesso em: 12 fev. 2021. DOI: https://doi.org/10.5965/2175180310232018109

NAPOLITANO, Marcos. Seguindo a canção: engajamento político e indústria cultural na MPB (1959-1969). São Paulo: Annablume; Fapesp, 2010.

NICODEMO, Thiago. Para além de um prefácio: ditadura e democracia no diálogo entre Antonio Candido e Sérgio Buarque de Holanda. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 36, n. 73, p. 159-180, set./dez. 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbh/a/kyLyWNpWftfRfWntbRfnGZB/?lang=pt&format=pdf. Acesso em: 06 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/1806-93472016v36n73-009

NIEMEYER, Oscar. Minha experiência em Brasília. Módulo, Rio de Janeiro, n. 18, p. 10-27, jun. 1960.

O ABC da TV. Revista Intervalo, Rio de Janeiro, p. 20, 24 set. 2021. Disponível em: https://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/. Acesso em: 24 set. 2021.

OLIVEIRA NETO, Godofredo. Pedaço de santo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.

PALTI, Elias José. Temporalidade e refutabilidade dos conceitos políticos. In: FERES JR., João; JASMIN, Marcelo (Orgs.). História dos conceitos: diálogos transatlânticos. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio; Loyola; IUPERJ, 2007. p. 59-76.

PEREIRA, Laurindo Mékie. A questão regional no pensamento de Antonio Gramsci e Celso Furtado. Topoi, Rio de Janeiro, v. 10, n. 18, p. 48-66, jan./jun. 2009. Disponível em: https://www.scielo.br/j/topoi/a/NzRpsdS55KvSkhHbBKb59wR/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 14 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/2237-101X010018005

PERES, Renata Bovo; CHIQUITO, Elisângela de Almeida. Ordenamento territorial, meio ambiente e desenvolvimento regional: novas questões, possíveis articulações. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, Rio de Janeiro, v. 14, n. 2, p. 71-86, nov. 2012. Disponível em: https://rbeur.anpur.org.br/rbeur/article/view/4102/4000. Acesso em: 14 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.22296/2317-1529.2012v14n2p71

PIRES, Julio Manuel. Desenvolvimentismo versus liberalismo econômico no período populista e o gasto público social. Economia e Sociedade, Campinas, v. 19, n. 3, p. 529-556, dez. 2010. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/ecos/article/view/8642679/10159. Acesso em: 14 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-06182010000300005

PINHEIRO, Lucas Miranda. El ingenioso caballero Darcy Ribeiro: a trajetória de um intelectual andante na cultura política do Brasil e da América Latina. 2012. Tese (Doutorado em História) – Universidade Estadual Paulista, Franca, 2012.

POCOCK, John Greville Agard. O Estado da Arte. In: POCOCK, John Greville Agard. Linguagens do ideário político. São Paulo: Edusp, 2003. p. 23-82.

PORTELA, Cristiane de Assis. Para além do “caráter ou qualidade de indígena”: uma história do conceito de indigenismo no Brasil. 2011. Tese (Doutorado em História) – Universidade de Brasília, Brasília, 2011.

PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil contemporâneo. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, 1963 [1942].

RAMOS, José Mário Ortiz; BORELLI, Silvia Helena Simões Borelli. A telenovela diária. In: ORTIZ, Renato Ortiz; BORELLI, Silvia Helena Simões; RAMOS, José Mario Ortiz (Orgs.). Telenovela: história e produção. São Paulo: Brasiliense, 1989.

REIS, José Carlos. As identidades do Brasil 3: de Carvalho a Ribeiro. História plural do Brasil. Rio de Janeiro: FGV, 2017.

REIS, José Carlos. Caio Prado Jr. Versus PCB: A revolução brasileira (1966). In: FERREIRA, Jorge; REIS, Daniel Aarão (Orgs.). Nacionalismo e reformismo radical (1945-1964). As esquerdas no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. v. 2, p. 173-194.

RIAL, Carmen. Contatos fotográficos. In: KOURY, Mauro (Org.). Imagens e Ciências Sociais. João Pessoa: Editora da UFPB, 1998. p. 203-223.

RIAL, Carmen. Memorial para Professora Titular. 2015. Memorial (Concurso de Titular) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2015. Disponível em: https://navi.ufsc.br/files/2017/11/Memorial_Titular.pdf. Acesso em: 17 jan. 2022.

RIBEIRO, Ana Paula Goulart; SACRAMENTO, Igor; ROXO, Marco. História da televisão no Brasil: do início aos dias de hoje. São Paulo: Contexto, 2010.

RIBEIRO, Darcy. As Américas e a civilização. Petrópolis: Vozes, 1983.

RIBEIRO, Darcy. Confissões. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

RIBEIRO, Darcy. [Correspondência]. Destinatário: Florestan Fernandes. Caracas, 07 dez. 1969. Fundação Darcy Ribeiro – FUNDAR. DRcge.

RIBEIRO, Darcy. O dilema da América Latina: estruturas de poder e forças insurgentes. Petrópolis: Vozes, 1978.

RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

RIBEIRO, Darcy. Testemunho. Rio de Janeiro: Apicuri; Brasília: UnB, 2009.

RIBEIRO, David Ricardo Sousa. Da crise política ao golpe de Estado: conflitos entre o poder executivo e o poder legislativo durante o governo João Goulart. 2013. Dissertação (Mestrado em História Social) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-19122013-144916/publico/2013_DavidRicardoSousaRibeiro_VCorr.pdf. Acesso em: 05 jul. 2021.

RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento, 2017.

RICARDO, Sérgio. Quem quebrou meu violão. Rio de Janeiro: Record, 1991.

RICOEUR, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Campinas: Editora da Unicamp, 2007.

RICOEUR, Paul. Tempo e narrativa. Campinas: Papirus, 1994. t. I.

RIDENTI, Marcelo. Artistas e intelectuais no Brasil pós-1960. Tempo Social, São Paulo, v. 17, n. 1, p. 81-110, 2005. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ts/a/f4Ztm8ZzQsWhgywLyjWNWJq/?lang=pt&format=pdf. Acesso em: 12 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-20702005000100004

RIDENTTI, Marcelo. Em busca do povo brasileiro: artistas da revolução, do CPC à era da TV. São Paulo; Rio de Janeiro: RECORD, 2000.

ROCHA, Janes. Os outubros de Taiguara. Um artista contra a ditadura: música, censura e exílio. São Paulo: Kuarup, 2014.

RODA VIVA. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2021. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7. Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/evento405843/roda-viva. Acesso em: 11 maio 2021.

ROLLEMBERG, Denise. Exílio: entre raízes e radares. Rio de Janeiro: Record, 1999.

SANTOS, Daniela Vieira dos. As representações de nação nas canções de Chico Buarque e Caetano Veloso: do nacional-popular à mundialização. 2014. Tese (Doutorado em Sociologia) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2014. Disponível em: http://repositorio.unicamp.br/jspui/bitstream/REPOSIP/281197/1/Santos_DanielaVieirados_D.pdf. Acesso em: 06 maio 2021.

SANTOS, Roberto (Dir.). A hora e a vez de Augusto Matraga. 1h33min, 1965.

SCHWARTZ, Gilson. Celso Furtado: economista brasileiro, autor de Formação Econômica do Brasil. Uol Educação, São Paulo, 25 nov. 2004. Disponível em: https://educacao.uol.com.br/biografias/celso-furtado.htm. Acesso em: 05 jul. 2021.

SCHWARZ, Roberto. Cultura e política, 1964-1969. In: SCHWARZ, Roberto. O pai de família e outros escritos. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 70-111.

SCHWARZ, Roberto. Nacional por subtração. In: SCHWARZ, Roberto. As ideias fora do lugar. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p. 81-102.

SCHWARZ, Roberto. Verdade tropical: um percurso de nosso tempo. In: SCHWARZ, Roberto. Martinha versus Lucrécia. Ensaios e entrevistas. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 52-110.

SEIXAS, Jacy Alves de. Percursos de memórias em terras de História: problemáticas atuais. In: BRESCIANI, Stella Martins; NAXARA, Márcia (Orgs.). Memória e (res)sentimento: indagações sobre uma questão sensível. Campinas: Editora da Unicamp, 2001. p. 37-58.

SIMÕES, Inimá Ferreira. TV à Chateaubriand. In: COSTA, Alcir Henrique da; SIMÕES, Inimá Ferreira; KEHL, Maria Rita (Orgs.). Um país no ar. São Paulo: Brasiliense, 1986.

SÓFOCLES. Édipo tirano. São Paulo: Todavia, 2018.

SÓFOCLES. Édipo em Colono. Porto Alegre: L&PM, 2019.

SOUZA, José Carlos Aronchi de. Gêneros e formatos na televisão brasileira. São Paulo: Summus Editorial, 2004.

SPIVAK, Gayatri. Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2018.

SUASSUNA, A. Romance d’A Pedra do Reino e o príncipe do sangue vai-evolta. 2. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1972.

TAVARES, Frederico de Mello Brandão; SCHWAAB, Reges. A revista e seu jornalismo. Porto Alegre: Penso, 2013.

TERRA, Renato; CALIL, Ricardo (Dir.). Uma noite em 67. Documentário. 1h25min, 2010

TERRA, Renato; CALIL, Ricardo (Dir.). Narciso em férias. Documentário. 1h23min, 2020.

TEZZA, Cristovão. A suavidade do vento. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 2015.

TEZZA, Cristovão. A tensão superficial do tempo. São Paulo: Todavia, 2020.

TEZZA, Cristovão. A tirania do amor. São Paulo: Todavia, 2018.

TEZZA, Cristovão. A tradutora. Rio de Janeiro: Record, 2016.

TEZZA, Cristovão. Aventuras provisórias. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2007a.

TEZZA, Cristovão. Beatriz. Rio de Janeiro: Record, 2011.

TEZZA, Cristovão. Ensaio da paixão. Florianópolis: FCC: Criar, 1986.

TEZZA, Cristovão. Ensaio da paixão. 2. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

TEZZA, Cristovão. Juliano Pavollini. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 2010b.

TEZZA, Cristovão. O fantasma da infância. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2007b.

TEZZA, Cristovão. “Os vivos e os mortos”, de W. Rio Apa: visão de mundo e linguagem. 1987. Dissertação (Mestrado em Literatura) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 1987.

TEZZA, Cristovão. Trapo. 7. ed. Rio de Janeiro: Record, 2007c.

TEZZA, Cristovão. Um erro emocional. Rio de Janeiro: Record, 2010a.

TOLEDO, Caio Navarro de. 1964: O golpe contra as reformas e a democracia. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 24, n. 47, p. 15-28, 2004. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbh/a/YLMc8hZWZfpV4sPzsZFCkqq/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 14 jan. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-01882004000100002

TREVISAN, Ricardo. Cidades Novas. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 2018.

VAINFAS, Ronaldo. A luz própria de Leonel Brizola: do trabalhismo getulista ao socialismo moreno. In: FERREIRA, Jorge; REIS, Daniel Aarão (Org.). Democracia e revolução (1964...). As esquerdas no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. v. 3, p. 479-502.

VANDRÉ, Geraldo. Sem título. Rio de Janeiro: Arquivo TV Record, 1968. 1 vídeo (6min44). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=0KGBS5TuDr4. Acesso em: 15 jan. 2021.

VELOSO, Caetano. Sem título. Rio de Janeiro: Arquivo TV Record, 1967. 1 vídeo (4min41). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=qCcrGaTpUMM. Acesso em: 15 de jan. 2021.

VELOSO, Caetano. Verdade Tropical. São Paulo: Cia das Letras, 1997.

VERÍSSIMO, Érico. Incidente em Antares. São Paulo: Companhia das Letras, 2004 [1971].

VILLAS-BÔAS, Cláudio; VILLAS-BÔAS, Orlando. Histórias do Xingu. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2013.

WILLIAMS, Raymond. La larga revolucion. Buenos Aires: Nueva Vision, 2003.

WILLIAMS, Raymond. Marxismo e literatura. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1979.

Downloads

Publicado

2021-12-30

Como Citar

VAZ, A. F. Anos 1960: cultura e política no Brasil . Resgate: Revista Interdisciplinar de Cultura, Campinas, SP, v. 29, n. 00, p. e021003, 2021. DOI: 10.20396/resgate.v29i00.8668796. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/resgate/article/view/8668796. Acesso em: 13 ago. 2022.

Edição

Seção

Apresentação