Transnacionalização e mercadorização da educação superior: examinando alguns efeitos colaterais do capitalismo acadêmico (sem riscos) no Brasil – A expansão privado-mercantil

  • Mário Luiz Neves de Azevedo Universidade Estadual de Maringá
Palavras-chave: Educação superior. Transnacionalização. Mercadorização. PROUNI. FIES.

Resumo

Este artigo tem por objetivo analisar o processo de mercadorização da educação superior no Brasil, com um foco especial sobre a transnacionalização e a provisão de ensino superior por instituições que visam lucro. Com base em uma abordagem da teoria crítica, como a elaborada por Susan Robertson, Roger Dale, Immanuel Wallerstein, Sheila Slaughter, Larry Leslie, Florestan Fernandes e Pierre Bourdieu, apresenta-se o argumento de que a mercadorização da educação superior foi destravada a partir da promulgação da LDB 9394 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), em 1996, e catalisada por programas federais como o PROUNI (Programa Universidade para Todos) e FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior), gerando uma espécie de “capitalismo acadêmico sem riscos” no Brasil.

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Biografia do Autor

Mário Luiz Neves de Azevedo, Universidade Estadual de Maringá
Professor na Universidade Estadual de Maringá
Publicado
2015-08-26
Como Citar
Azevedo, M. L. N. de. (2015). Transnacionalização e mercadorização da educação superior: examinando alguns efeitos colaterais do capitalismo acadêmico (sem riscos) no Brasil – A expansão privado-mercantil. Revista Internacional De Educação Superior, 1(1), 86-102. https://doi.org/10.22348/riesup.v1i1.7371
Seção
Artigos