Educação permanente: Propostas e desafios para os assistentes sociais

Autores

  • Nilsen Aparecida Vieira Marcondes Prefeitura Municipal de São José dos Campos, Secretaria de Desenvolvimento Social.
  • Elisa Maria Andrade Brisola Universidade de Taubaté
  • Edna Maria Querido de Oliveira Chamon Universidade de Taubaté

DOI:

https://doi.org/10.20396/sss.v13i2.8634911

Palavras-chave:

Educação permanente. Assistente social. Propostas. Desafios

Resumo

Neste artigo busca-se refletir sobre as propostas e desafios que se colocam quando o que se está em pauta é um repensar da educação permanente do assistente social. O estudo foi realizado por meio de uma pesquisa qualitativa, utilizando-se da história oral, através de entrevista semiestruturada. Partiu-se das narrativas dos entrevistados que atuam nos Centros de Referência da Assistência Social e nas Organizações Sociais de três municípios distintos, considerados de pequeno, médio e grande portes. Os resultados evidenciaram que, não obstante aos desafios, muitas são as possibilidades que podem contribuir para que novos horizontes sejam abertos na direção da educação permanente do profissional.

 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Nilsen Aparecida Vieira Marcondes, Prefeitura Municipal de São José dos Campos, Secretaria de Desenvolvimento Social.

Graduação em Serviço Social pela Universidade de Taubaté UNITAU (1994) e Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação , Políticas e Práticas Sociais pela Universidade de Taubaté UNITAU (2013). Atualmente exerço a função de Assistente Social na Prefeitura Municipal de São José dos Campos. 

Elisa Maria Andrade Brisola, Universidade de Taubaté

Graduação em Serviço Social pela Universidade do Vale do Paraíba (1984); mestrado e doutorado em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1996 e 2003 respectivamente). Atualmente sou professora assistente da Universidade de Taubaté.

Edna Maria Querido de Oliveira Chamon, Universidade de Taubaté

Graduação em Pedagogia pela Faculdade Nogueira da Gama (1991), graduação em Sciences de L Education - Université de Toulouse II (Le Mirail) (1994), mestrado em Sciences de L Education - Université de Toulouse II (Le Mirail) (1995), doutorado em Psicologia - Université de Toulouse II (Le Mirail) (1998) e pós-doutorado em Educação na UNICAMP (2003). Atualmente é professora assistente doutora da Universidade de Taubaté (UNITAU), em Taubaté, SP e Pesquisador colaborador na Universidade de Campinas (UNICAMP) no Departamento de Arquitetura e Construção da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo.

Referências

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional de Assistência Social. Política Nacional de Assistência Social. Brasília, DF, 2004.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional de Assistência Social. Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do SUAS. Brasília, DF, 2007.

BRASIL. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, 25 nov. 2009. Resolução nº 109, de 11 de novembro de 2009. Dispõe sobre a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, Brasília, DF, 2009.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional de Assistência Social. Orientações Técnicas sobre o PAIF:O Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família – PAIF, segundo a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais. Brasília, DF, 2012.

CARVALHO, M. C. B. de. Assistência Social: reflexões sobre a política e sua regulação. Revista Serviço Social & Sociedade. São Paulo, v. 27, n. 87 Especial, p.123-131, set. 2006. 209 p.

CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL (Org.). A Atuação do Assistente Social no CRAS. Cadernos, v. 4. São Paulo: Publicação do CRESS-SP 9ª Região, 2009. (Sistematização de dados do levantamento realizado pela Comissão de Orientação e Fiscalização COFI-CRESS-SP 2009). 86 p.

CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. (Org.) Política de Educação

Permanente do Conjunto CFESS-CRESS. Brasília: [s.n.], 2012. Disponível em: . Acesso em: 20 set. 2012.

CONSELHO REGIONAL DE SERVIÇO SOCIAL. Código de Ética do Assistente Social. 3. ed. Brasília: Teixeira Gráfica e Editora, 2007. 52 p.

DINIZ, T. M. R. G. O Estudo de Caso. In: MARTINELLI, M. L. Pesquisa Qualitativa: um instigante desafio. São Paulo: Veras, 2003. p. 41-58. 143 p.

FERNANDES, R. M. C. Educação Permanente: um desafio para o Serviço Social. Textos & Contextos. Porto Alegre, v. 6, n. 1, p. 207-218, jan./jun. 2007. 218 p.

GATTI, B. A. (Coord.); BARRETO, E. S. de S. Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009. 294 p.

GUERRA, Y. O potencial do ensino teórico-prático no novo currículo: elementos para o debate. Katálysis. Florianópolis: EDUFSC, v.8, n. 2, p.147-154, jul./dez. 2005. 268 p.

IAMAMOTO, M. V. Serviço Social: contribuições analíticas sobre o exercício profissional. Katálysis. Florianópolis: EDUFSC, v.8, n. 2, p.139-142, jul./dez. 2005. 268 p.

LOPES, M. H. C. O tempo do SUAS. Serviço Social & Sociedade. São Paulo, v. 27, n. 87 Especial, p. 76-95, set. 2006. 209 p.

MOTA, A. E. et al. O Sistema Único de Assistência Social e a Formação Profissional.

NOGUEIRA, V. M. R. Intervenção Profissional: legitimidades em debate. Katálysis. Florianópolis: EDUFSC, v. 8, n. 2, p.185-192, jul./dez. 2005. 268 p. ISSN 1982-0259.

PAIVA, B. A. de. O SUAS e os direitos socioassistenciais: a universalização da seguridade social em debate. Serviço Social & Sociedade. São Paulo, v. 27, n. 87 Especial, p. 5-24, set. 2006. 209 p.

Downloads

Publicado

2015-05-11

Como Citar

MARCONDES, N. A. V.; BRISOLA, E. M. A.; CHAMON, E. M. Q. de O. Educação permanente: Propostas e desafios para os assistentes sociais. Serviço Social e Saúde, Campinas, SP, v. 13, n. 2, p. 299–322, 2015. DOI: 10.20396/sss.v13i2.8634911. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/sss/article/view/8634911. Acesso em: 9 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)