Promoção do bem-estar para pessoas com deficiência

Iniciativas do programa uniafa – atividades aquáticas e seus benefícios

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/conex.v11i3.8637611

Palavras-chave:

Atividade física, Pessoas com deficiência, Qualidade de vida, Atividades aquáticas, Extensão universitária, Meio líquido, Desenvolvimento humano

Resumo

Considerando que as atividades aquáticas também contemplam programas de atividade física direcionadas a pessoas com deficiência, o presente estudo tem como propósito explanar acerca das atividades aquáticas do Programa UNIAFA – Atividades Físicas Adaptadas na UNIOESTE. Esta atividade conta com a participação de oito (8) pessoas com deficiência, com idades entre quatro (4) e 62 anos, sendo seis (6) do gênero masculino e dois (2) do gênero feminino, os quais apresentam deficiência intelectual, física e/ou sensorial. Mediante a percepção relatada pelos participantes (ou seus responsáveis, quando crianças) em relação aos benefícios para a saúde proporcionados por meio das atividades aquáticas, identificou-se que oito (8) declararam apresentar melhoras nos aspectos físicos e apenas um (1) destacou a melhora dos aspectos psicológicos e sociais. Em relação aos motivos que participam das atividades aquáticas, através dos próprios participantes ou seus familiares, cinco (5) citaram por gostar de praticar atividades físicas, dois (2) participam por influência da família e um (1) por lazer.

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Biografia do Autor

Robson Frank, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Licenciado em Educação Física pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (2013). Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisa em Atividade Física Adaptada na Unioeste - UNIGEPAFA. Membro do Grupo de Estudos e Pesquisa em Cineantropometria (GEPECIN) da Universidade do Estado de Santa Catarina. Antropometrista Nível 1 ISAK. Mestrando em Ciências do Movimento Humano - CEFID - UDESC.

 

Angela Schone, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Acadêmica do curso de Educação Física - Licenciatura na Universidade Estadual do Oeste do Paraná/ UNIOESTE. Integrante do Grupo de Pesquisa de Atividade Física Adaptada na UNIOESTE - UNIGEPAFA. Bolsista PIBIC/CNPq/UNIOESTE.

Douglas Roberto Borella, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Doutor em Educação Especial - Universidade Federal de São Carlos - UFSCar; Mestre em Educação Especial - UFSCar; Especialista em Psicopedagogia - IBPEX; Especialista em Educação Especial - IBPEX; Graduação em Educação Física - UNIOESTE; Atualmente é Professor efetivo do Colegiado de Educação Física da UNIOESTE. Tem experiência na área de Educação Física Escolar, Educação Especial e Atividade Física Adaptada. Coordena o Projeto de Extensão UNIAFA - Atividades Físicas Adaptadas na Unioeste. É Líder do Grupo de Pesquisa em Atividade Física Adaptada da UNIOESTE: UNIGEPAFA. Coordenador do Projeto PIBID; Vice coordenador do curso de Educação Física da UNIOESTE.

 

Jalusa Andréia Storch, Universidade Estadual de Campinas

Aluna de doutorado na área de concentração em Atividade Física Adaptada pela Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas (FEF/UNICAMP). Mestre em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos (PPGEEs / UFSCar). Especialista em Terapia Manual e Postural pelo Centro Universitário de Maringá (CESUMAR). Especialista em Fisioterapia Dermatofuncional pelo Instituto Brasileiro de Therapias e Ensino (IBRATE). Graduada em Educação Física - Bacharelado, pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). Graduada em Fisioterapia pela Universidade Paranaense (UNIPAR). Atualmente é membro do grupo de estudos e pesquisas em Atividade Física Adaptada na UNIOESTE (UNIGEPAFA); Grupo de Estudos e Pesquisa em Esportes e Deficiência Visual (FEF/UNICAMP); Grupo de Estudo e Pesquisa em Atividade Motora Adaptada-GEPEAMA (FEF/UNICAMP).

 

Gabriela Simone Harnisch, Universidade Estadual de Campinas

Aluna de doutorado na área de concentração em Atividade Física Adaptada pela Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Mestra em Educação Física, na área de concentração em Atividade Física Adaptada pela Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Graduada em Educação Física - Licenciatura pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE. Professora colaboradora na Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste, no curso de Educação Física Licenciatura. Atuante no Grupo de Estudos e Pesquisa em Atividade Física Adaptada na UNIOESTE (UNIGEPAFA) e Grupo de Estudos e Pesquisa em Lutas (FEF/UNICAMP). Possui interesse nas áreas de Atividade Física Adaptada e Educação Física Escolar.

 

Anne Caroline Duarte, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Graduada em Educação Física-licenciatura, pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná-UNIOESTE . Participante do grupo de pesquisa UNIGEPAFA - Grupo de Pesquisa em Atividade Física Adapatada, do colegiado de Educação Física da UNIOESTE . Participou do projeto de extensão UNIAMA- Atividade Motora Adapatada, ministrando de aulas de atividades aquáticas e judô. Apresenta experiencias com judô, sendo faixa preta 1º Dan. Atualmente cursa mestrado em Educação especial na Universidade Federal de São Carlos - UFScar bolsista CNPq.

 

Darlan Boaro, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Graduação em Fisioterapia pela Universidade de Santa Cruz do Sul (2006) .

 

Referências

MAUERBERG-deCASTRO, E. Atividade física adaptada. São Paulo: Tecmed, 2005.

MARÍN, A. M. Atividades Aquáticas como conteúdo da área de educação física. Lecturas: Educacion Fisica y Deportes, Buenos Aires, ano 10, n. 73, 2004. Disponível em: http://www.efdeportes.com. Acesso em: 30 fev. 2013.

CAMPION, M. Hidroterapia: princípios e prática. São Paulo: Manole, 2000.

LÉPORE, M. Programas aquáticos adaptados. São Paulo: Atheneu, 1999.

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Publicado

2013-09-19

Como Citar

Frank, R., Schone, A., Borella, D. R., Storch, J. A., Harnisch, G. S., Duarte, A. C., & Boaro, D. (2013). Promoção do bem-estar para pessoas com deficiência: Iniciativas do programa uniafa – atividades aquáticas e seus benefícios. Conexões, 11(3), 192–201. https://doi.org/10.20396/conex.v11i3.8637611

Edição

Seção

Relato de Experiência

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