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Leituras e representações do ano de 1968 no Brasil — algumas anotações
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Como Citar

FREIRE, Alípio. Leituras e representações do ano de 1968 no Brasil — algumas anotações. Pro-Posições, Campinas, SP, v. 19, n. 3, p. 245–265, 2016. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/proposic/article/view/8643465. Acesso em: 18 jul. 2024.

Resumo

No Brasil, mães, tias e avós daqueles que em 1968 tinham por volta de 18 anos (ou mais), costumavam casar, como acontecia pelo menos desde o século XIX, no mês de maio. Era o que a Europa — e especialmente a França — faziam. Assim, copiavam dos figurinos franceses os modelos dos vestidos de noiva e, das revistas vindas de Paris (a Cidade-Luz que exportava cultura, costura e cosméticos) e de outros centros do Hemisfério Norte, hábitos e costumes que, uma vez incorporados, contribuíam para nos manter atualizados e acomodados na situação de culturalmente colonizados. Para os noivos, a referência era Londres — símbolo da elegância, da masculinidade e da sobriedade, em que pesassem os clubes privados de cavalheiros
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