O existencialismo em Sartre: subjetividade e sociedade do conhecimento

Autores

  • Thiago Reginaldo Universidade Federal de Santa Catarina
  • Maria Elivete da Silva Pereira Universidade do Vale do Itajaí

DOI:

https://doi.org/10.20396/rfe.v7i1.1744

Palavras-chave:

Existencialismo. Subjetividade. Sociedade do Conhecimento

Resumo

Este artigo relaciona a teoria existencialista de Sartre com os aspectos atuais da sociedade do conhecimento atrelados à educação. Para tanto o ser é tomado a partir da sua (inter) subjetividade que se estabelece na relação consigo mesmo, com o outro e com o mundo. A partir da trama dessas relações o conhecimento disseminado passa a ser filtrado e orientado entre os sujeitos. Para que haja um resgate à subjetividade, autonomia da consciência humana assentada no desenvolvimento das capacidades cognitivas e afetivas de problematização e apreensão da realidade, no entanto, necessitará de uma formação global com participação crítica baseada na ação e compreensão no mundo.

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Biografia do Autor

Thiago Reginaldo, Universidade Federal de Santa Catarina

Mestrando do Programa de Pós-graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Maria Elivete da Silva Pereira, Universidade do Vale do Itajaí

Psicóloga pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI) com Especialização em Didática e Metodologia de Ensino da Faculdades Integradas do Vale do Ribeira (FIVR).

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Publicado

2015-02-18

Como Citar

Reginaldo, T., & Pereira, M. E. da S. (2015). O existencialismo em Sartre: subjetividade e sociedade do conhecimento. Filosofia E Educação, 7(1), 109–126. https://doi.org/10.20396/rfe.v7i1.1744