A provocação dos aparatos tecnológicos

Autores

  • Celso Braida Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.20396/rfe.v6i3.1749

Palavras-chave:

Humano. Técnica. Ficção.

Resumo

A situação humana no mundo dos aparatos maquínicos e das formas tecnológicas de relação e subsistência exige uma revisão da autocompreensão  humanista. A tecnologia moderna estabelece uma ruptura com os modos de vida milenares baseados em artefatos pré-científicos, mas isso não implica uma perda ou destruição da essência natural e menos ainda humana. Pois, a existência humana não é antes poética e depois por acidente técnica; e também não é antes carente e indeterminada e por isso técnica, e muito menos prioritariamente desejo natural e então derrelição tecnológica. O humano instaurou-se poética e tecnologicamente ao conformar o mundo pelo uso de artefatos: o seu ter mundo é sempre um perfazer mundo por meio do artifício.

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Biografia do Autor

Celso Braida, Universidade Federal de Santa Catarina

Atualmente é professor associado na Universidade Federal de Santa Catarina. Membro dos grupos de pesquisa "Núcleo de Investigações Metafísicas' (Ufsc) e "Origens da Filosofia Contemporânea" (PUCSP). 

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Publicado

2014-10-06

Como Citar

Braida, C. (2014). A provocação dos aparatos tecnológicos. Filosofia E Educação, 6(3), 9–41. https://doi.org/10.20396/rfe.v6i3.1749