Heidegger, técnica e educação: uma meditação histórico-ontológica

Autores

  • Marcos Aurélio Fernandes Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.20396/rfe.v6i3.1751

Palavras-chave:

Heidegger. Técnica. Educação.

Resumo

Este artigo, seguindo as indicações do pensamento meditativo de Heidegger, questiona o sentido histórico ontológico da técnica, investigando seus fundamentos metafísicos. Depois de sondar a história do ser do ente na antiguidade grega e na romanidade, investiga a verdade do ente na modernidade, em que a educação é vista na ótica da funcionalidade e do sistema e o ócio se subordina ao negócio. A técnica é o fim da era da metafísica, não só no sentido de término, mas também de plenitude de realização e transformação, que acena para outro princípio do pensar no porvir e, por conseguinte, um outro modo do homem habitar a terra e uma outra configuração essencial da educação.

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Biografia do Autor

Marcos Aurélio Fernandes, Universidade de Brasília

Filosofia: Fenomenologia; Heidegger; Filosofia Medieval; Filosofia da Religião; Filosofia da Educação.

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Publicado

2014-10-06

Como Citar

Fernandes, M. A. (2014). Heidegger, técnica e educação: uma meditação histórico-ontológica. Filosofia E Educação, 6(3), 55–86. https://doi.org/10.20396/rfe.v6i3.1751