Estudo comparativo entre os mestrados de artes

um olhar desde o Brasil e Argentina

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/riesup.v4i2.8650913

Palavras-chave:

Educação, Mestrado, Brasil e Argentina, Políticas educacionais , Gênero e educação

Resumo

O presente artigo se constitui em um olhar entre programas de mestrado em artes do Brasil e da Argentina, propondo um estudo comparativo entre as políticas educacionais, e sociais. Investiga-se como se desenvolvem os programas de mestrado entre os dois países, as políticas públicas para a educação, enfocando nas questões de gênero e sexualidade, que são constantemente perseguidas por discursosbaseados em forças políticas autoritárias e conservadoras que ganharam espaçonos últimos anos. Os autoritarismoscom que estamos nos deparando colocam em perigo a liberdade de cátedra, prejudicando a ascensão à cidadania

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Jacks Ricardo Selistre, Universidad Federal de Santa Maria

Estudiante de maestría, beca CAPES, por el Programa de Postgrado en Artes Visuales de la Universidad Federal de Santa María. Licenciado en Artes Visuales por la Universidad de Caxias do Sul. Director de Patrimonio del Instituto Bruno Segalla.'

Referências

ALTHUSSER, Louis. Aparelhos ideológicos de estado. São Paulo: Graal, 1987.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, Senado, 1998.

BRASIL, LDB. Lei 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em < www.planalto.gov.br >. Acesso em: 30 de jan. 2018

BRASIL. PROJETO DE LEI N.o 867, DE 2015 (Do Sr. Izalci) Inclui, entre as diretrizes e bases da educação nacional, o "Programa Escola sem Partido". Diário do Congresso Nacional, Brasília, Seção I, 4 fev. 2015.

CANCLINI, Néstor García. Latino-americanos à procura de um lugar neste século. São Paulo: Iluminuras, 2008.

CONGRESSO EM FOCO. “Quem não tem dinheiro não faz faculdade”, diz deputado a manifestante, 2016. Disponível em: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/quem-nao-tem-dinheiro-nao-faz-faculdade-diz-deputado-a-manifestante/ Acceso em: 30 jul. 2017.

ECO, Umberto. Discurso al recibir el título Doctor Honoris Causa en la Universidad de Turin, Itália. Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/educacao/redes-sociais-deram-voz-a-legiao-de-imbecis-dizumbertoeco,6fc187c948a383255d784b70cab16129m6t0RCRD.html. Acceso em: 15 ago. 2017.

DERRIDA, Jacques. De la Gramatologie. Paris: Les Éditions de Minuit, 1967.

FOUCAULT, Michel. A escrita de si. In.: FOUCAULT, Michel. O que é um autor? Lisboa: Passagen, 1992.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. São Paulo: Paz e Terra: 1999.

FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. São Paulo: Guerra e Paz, 2016.

PELÚCIO, Larissa. Subalterno quem, cara pálida? Apontamentos sobre pós-colonialismos, feminismos e estudos queer. Contemporânea – Revista de Sociologia. São Carlos, v. 2 n. 2, p. 395-418, jul./dez. 2012.

PELLANDA, Nize Maria Campos. Ideologia, educação e represso no Brasil. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1986.

PIOVESAN, Eduardo. Aprovada em 1º turno PEC que autoriza universidade pública a cobrar por curso lato sensu. Agência Câmara Notícias. Disponível em: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/503848-APROVADA-EM-1-TURNO-PEC-QUE-AUTORIZA-UNIVERSIDADE-PUBLICA-A-COBRAR-POR-CURSO-LATO-SENSU.htm.l Acesso em: 17 jul. 2017.

RAMALHO, Renan. STF permite que universidade pública cobre mensalidade em cursos de especialização. G1. Disponível em: http://g1.globo.com/politica/noticia/stf-permite-a-universidade-publica-cobrar-mensalidade-em-cursos-de-especializacao.ghtml. Acesso em: 17 jul. 2017.

Publicado

2018-02-21

Como Citar

SELISTRE, J. R. Estudo comparativo entre os mestrados de artes: um olhar desde o Brasil e Argentina. Revista Internacional de Educação Superior, Campinas, SP, v. 4, n. 2, p. 456–467, 2018. DOI: 10.20396/riesup.v4i2.8650913. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/riesup/article/view/8650913. Acesso em: 5 dez. 2022.