Práticas de leituras escolares nos anos 20: Os usos do Almanaque Biotônico Fontoura

Autores

  • Marcelo Oliano Machado UEM
  • Ednéia Regina Rossi UEM
  • Elaine Rodrigues UEM

DOI:

https://doi.org/10.20396/rho.v13i52.8640235

Palavras-chave:

Almanaque do Biotônico Fontoura. História da Educação. Práticas de leituras. Brasil (1920)

Resumo

Neste artigo, por meio da memória de seus leitores, buscamos identificar o Almanaque Biotônico Fontoura como fonte para análise da história das práticas de leituras escolares nas primeiras décadas do século XX. Partimos do entendimento de que o Almanaque não foi apenas um livreto de divulgação medicamentosa. Distribuído, a princípio, apenas em farmácias, ele adentrou os muros das escolas, transformando-se em material de leitura de muitos jovens e crianças. Transformado em material de leitura, ele circulou nos ambientes escolares, como material de apoio didático.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Marcelo Oliano Machado, UEM

Mestre em Educação pela Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá.

Ednéia Regina Rossi, UEM

Professora Adjunta do Departamento de Fundamentos da Educação da Universidade Estadual de Maringá e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá.

Elaine Rodrigues, UEM

Professora Adjunta do departamento de Fundamentos da Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá.

Referências

CARDOSO, N. A. A. As criações neológicas em Monteiro Lobato: para a construção de um glossário. Uberlândia: Universidade Federal de Uberlândia, Instituto de Letras e Linguística, 2006.

CHARTIER, R. A história cultural: entre práticas e representações. Rio de Janeiro: Ed. Bertrand Brasil, 1988.

CHARTIER, R. . A ordem dos livros: leitores, autores e bibliotecas na Europa entre os séculos XIV e XVIII. Brasília, DF: Ed. UnB, 1994.

CHARTIER, R. . A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Editora da UNESP, 1999.

ECO, U. Os limites da interpretação. Tradução de Pérola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva, 1995 (Coleção Estudos).

GOULARD, I. do C. V. O livro: objetivo de estudo e de memória. Campinas: Unicamp, 2009.

HANAYAMA, E. Acolhendo a alfabetização nos países de língua portuguesa. São Paulo, v. 2, n. 4, Marzo/Ago. 2007. Disponível em: http://www.revistasusp. sibi.usp.br/scielo.php? script=sci_art text&pid=S1980-6862007000200012&lng=es&nrm=iso. Acesso em: 5 mar. 2010.

LOBATO, M. Almanaque do Biotônico (Fontoura). São Paulo: Instituto Medicamenta, 1950. Ilustrado. 32pp. Dimensões de 13,5 x 18,5 cm. Variedades. Propagandas de Medicamentos.

LOBATO, M. Urupês. 27. ed. São Paulo: Brasiliense, 1982.

PARK, M. B. Histórias e leituras de almanaques no Brasil. Campinas: Mercado das Letras S/A FADESP, 1998.

PARK, M. B. De Jeca Tatu a Zé Brasil: a possível cura da raça brasileira. Revista Sociedade e Agricultura, Rio de Janeiro: CPDA/UFRJ, v. 13, p. 143-150, out. 1999. Disponível em: http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/brasil/cpda/ estudos/treze/park13.htm. Acesso em: 22 ago. 2009.

ROSSI, E. R. “Insuladas tribos”. A escola primária e a forma de socialização escolar: São Paulo (1912-1920). 2003. Tese (Doutorado em História) – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Assis.

SEVCENKO, N. O prelúdio republicano, astúcias da ordem e ilusões do progresso In: ______ . (Org.). História da vida privada no Brasil: República: da Belle Époque à era do rádio. São Paulo, Companhia das Letras, 1998. v. 3, p. 7-47.

SILVA, M. da. Metáforas e entrelinhas da profissão docente. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 1997.

Downloads

Publicado

2013-12-14

Como Citar

MACHADO, M. O.; ROSSI, E. R.; RODRIGUES, E. Práticas de leituras escolares nos anos 20: Os usos do Almanaque Biotônico Fontoura. Revista HISTEDBR On-line, Campinas, SP, v. 13, n. 52, p. 155–164, 2013. DOI: 10.20396/rho.v13i52.8640235. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8640235. Acesso em: 6 dez. 2021.

Edição

Seção

Artigos

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)