Uma Bienal sem coesão interna

Autores

  • Maria Hirszman Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.24978/mod.v3i1.4085

Palavras-chave:

Bienal de São Paulo, curadoria, Gabriel Pérez-Barreiro, experiência estética, arte contemporânea.

Resumo

A 33ª Bienal de São Paulo propôs uma diluição do papel da curadoria ao convidar 7 artistas-curadores para conceberem diferentes núcleos expositivos. Complementando essas mostras, o curador-geral Gabriel Pérez-Barreiro preparou 12 mostras individuais. Ao analisar o poder curatorial descentralizado em diferentes exposições e abordagens, sob o comando de um grupo heterogêneo de propostas, a resenha desenvolve o argumento de que esta edição da Bienal apresentou reduzido grau de articulação interna e falta de coesão entre as diferentes propostas apresentadas. A autora argumenta que a falta de uma maior tensão unificadora do conjunto acabou por levar a uma dispersão da relação direta entre o espectador e a obra de arte, exigindo um esforço maior por parte do público.

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Biografia do Autor

Maria Hirszman, Universidade de São Paulo

Jornalista, curadora e crítica de artes. Atua na área de artes visuais desde 1996, colaborando para diversas publicações, como o Jornal da Tarde, o Estado de S. Paulo, Revista Pesquisa Fapesp e Arte!Brasileiros. É pesquisadora em história da arte, com mestrado pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), além de integrar o Grupo de Estudos Arte&Fotografia da ECA-USP e o Conselho Editorial da Enciclopédia de Artes Visuais do Itaú Cultural.

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Publicado

2019-01-18

Como Citar

HIRSZMAN, M. Uma Bienal sem coesão interna. MODOS: Revista de História da Arte, Campinas, SP, v. 3, n. 1, p. 209–217, 2019. DOI: 10.24978/mod.v3i1.4085. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8662929. Acesso em: 2 dez. 2022.

Edição

Seção

Ex-posições/33ª Bienal de São Paulo