Dispositivos de imersão e a autorrepresentação do espectador

o uso do televisor em espaços expositivos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/modos.v5i1.8663932

Palavras-chave:

Vídeo, Cabines de imersão, Dispositivo, Autorrepresentação, Videoperformance

Resumo

Neste artigo discuto as dificuldades estéticas que o uso do televisor, nas primeiras experiências com vídeo, impôs aos artistas. No percurso, chamo a atenção para as diversas ordens de rearranjos epistemológicos na arte e nos espaços museológicos que o vídeo induziu. Detenho-me sobre a solução de um certo tipo de cabine de imersão, pensada como escultura/dispositivo ativo de captura direta, a qual implica o espectador em uma relação dialógica que o coloca na posição incomum de performer espontâneo ao se deparar com sua autorrepresentação.

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Biografia do Autor

Luciano Vinhosa Simão, Universidade Federal Fluminense

Doutor pela Universidade do Québec em Montreal, Canadá. Professor Associado do Departamento de Arte da Universidade Federal Fluminense. 

Referências

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Publicado

2021-02-09

Como Citar

SIMÃO, L. V. Dispositivos de imersão e a autorrepresentação do espectador: o uso do televisor em espaços expositivos. MODOS: Revista de História da Arte, Campinas, SP, v. 5, n. 1, p. 336–346, 2021. DOI: 10.20396/modos.v5i1.8663932. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8663932. Acesso em: 5 dez. 2022.

Edição

Seção

Montagem: a condição expositiva