Banner Portal
Os dois Jorges Nagles
PDF

Palavras-chave

Jorge Nagle
Historia da educação brasileira
Reformas do ensino

Como Citar

OLIVEIRA, Fernando Bonadia de. Os dois Jorges Nagles. Filosofia e Educação, Campinas, SP, v. 11, n. 3, 2020. DOI: 10.20396/rfe.v11i3.8658558. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rfe/article/view/8658558. Acesso em: 23 maio. 2024.

Resumo

Este breve ensaio discute dois aspectos da produção bibliográfica do educador brasileiro Jorge Nagle recentemente falecido: por um lado, a feição crítica de sua primeira obra, Educação e sociedade na Primeira República; por outro, o modo aparentemente conformista de sua interpretação da Lei nº 5.5692/71 no livro A reforma e o ensino. A partir de uma narrativa pessoal, pela qual o ensaísta revive o encontro que teve com o professor Nagle cerca de seis meses antes de seu falecimento, são apresentados estes dois Jorges Nagles, tendo em vista explorar as dicotomias que os separam e as constantes que os identificam em formas (distintas) de pensar a “reconstrução educacional” do Brasil.

https://doi.org/10.20396/rfe.v11i3.8658558
PDF

Referências

ALVES, Márcio. Beabá dos MEC-USAID. Rio de Janeiro: Gernasa, 1968.

AZANHA, José Mário Pires. Democratização do ensino: vicissitudes da ideia no ensino paulista. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 30, n. 2, p. 335-344, maio/ago. 2004.

AZEVEDO, Fernando. O manifesto dos pioneiros da educação nova (1932) – Ao povo e ao Governo. Revista HISTEDBR On-line, Campinas, n. especial, p.188–204, ago. 2006.

CASTELLO, Maria. A didática na reforma do ensino. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1974.

CUNHA, Luiz Antonio; GÓES, Mocyr. O golpe na educação. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.

CURY, Carlos Jamil. et al. A profissionalização do ensino médio na Lei n. 5.692/71. Brasília: INEP, 1982.

CURY, Ariam. Azanha e a democratização do acesso ao ensino. 2012. 138 p. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade de São Paulo, São Paulo, SP.

ESPINOSA, Bento. Ética. Tradução: Grupo de Estudos Espinosanos. São Paulo: Edusp, 2015.

FAZENDA, Ivani. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade e ideologia. São Paulo: Loyola, 1979.

GADOTTI, Moacir. Educação e poder – Introdução à pedagogia do conflito. São Paulo: Cortez, 2003.

GERMANO, José Wellington. Estado militar e educação no Brasil (1964-1985). São Paulo: Cortez; Campinas: Unicamp, 1993.

LIBANEO, Carlos. Democratização da escola pública. São Paulo: Loyola, 1997.

NAGLE, Jorge. A reforma e o ensino. São Paulo: Edart, 1973.

NAGLE, Jorge. Educação e sociedade na Primeira República. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2009.

OLIVEIRA, Fernando; FIGUEIREDO, Gláucia; MAGIOLINO, Lavínia (Org.). Flutuações da Pesquisa Educacional. Curitiba: Appris, 2018.

ORLANDI, Luiz. O problema da pesquisa em educação e algumas de suas implicações. In: OLIVEIRA, Fernando; FIGUEIREDO, Gláucia; MAGIOLINO, Lavínia (Org.). Flutuações da pesquisa educacional. Curitiba: Appris, 2018, p. 181-199.

PILLETI, Claudino. Filosofia da Educação. São Paulo: Ática, 1997.

SAVIANI, Dermeval. Contribuição a uma definição do curso de Pedagogia. In: Educação: do senso comum à consciência filosófica. 4. ed. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1984.

SAVIANI, Dermeval. Educação brasileira: estrutura e sistema. 6. ed. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1987.

SAVIANI, Dermeval. Contribuições da filosofia para a educação. Em Aberto, Brasília, n. 45, p. 3-9, jan./mar. 1990.

SAVIANI, Dermeval. A nova lei da educação. 9. ed. Campinas-SP: Autores Associados, 2004.

SAVIANI, Dermeval. A pós-graduação em Educação e a especificidade da pesquisa educacional. Argumentos Pró-Educação, Porto Alegre, n. 4, p. 3-19, jan./abr. 2017.

SAVIANI, Dermeval. Política e educação no Brasil. 5. ed. Campinas: Autores Associados, 2002.

O periódico Filosofia e Educaçãoutiliza a licença do Creative Commons (CC), preservando assim, a integridade dos artigos em ambiente de acesso aberto.

 

Downloads

Não há dados estatísticos.