As implicações da reforma do novo ensino médio na prática e na formação docente em filosofia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/rfe.v13i1.8664187

Palavras-chave:

Ensino de filosofia, Novo ensino médio, Formação docente

Resumo

Com a chegada do novo Ensino Médio, o ensino de filosofia mais uma vez sofre um golpe, voltando ao campo da instabilidade das políticas educacionais ao deixar de ser uma disciplina obrigatória. Compreender a aceitação e a recusa dos estudantes no que se refere ao estudo de filosofia nesse cenário é primordial para garantir a sobrevivência dessa disciplina no atual contexto educacional. Por isso, os professores de Filosofia são convocados a repensar o ensino de filosofia e a formação docente, abordando esse problema filosófico, na tentativa de superar a visão negativa da disciplina no Ensino Médio. A metodologia realizada na pesquisa foi a pesquisa-ação, seguindo o método fenomenológico.

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Biografia do Autor

Neuza Ferreira Rodrigues, Universidade Federal de Campina Grande

Mestranda em Filosofia pela Universidade Federal de Campina Grande. Especialista em História e Ensino de Filosofia. Professora do Estado do Paraíba.

Sônia Maria Lira Ferreira, Universidade Federal de Campina Grande

Doutoranda em Educação pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Professora da Universidade Federal de Campina Grande.

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Publicado

2021-05-14

Como Citar

RODRIGUES, N. F.; FERREIRA, S. M. L. As implicações da reforma do novo ensino médio na prática e na formação docente em filosofia. Filosofia e Educação, Campinas, SP, v. 13, n. 1, p. 2020–2055, 2021. DOI: 10.20396/rfe.v13i1.8664187. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rfe/article/view/8664187. Acesso em: 25 set. 2021.