Atividade prática como componente curricular

leituras e interpretações da legislação

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/zet.v27i0.8654720

Palavras-chave:

Prática como Componente Curricular, Formação do professor de Matemática, Legislação Educacional, Educação matemática

Resumo

Este artigo apresenta aspectos de um estudo orientado pela interrogação: O que é isto, Atividade Prática como Componente Curricular na formação do professor de Matemática na perspectiva da Legislação Brasileira? Pautamo-nos na abordagem fenomenológica da pesquisa qualitativa, valendo-nos da hermenêutica para a interpretação do texto legal. Neste artigo expomos caminhos percorridos para desvelar entendimentos de APCC pela compreensão/interpretação da Resolução 3/2003, que trata das diretrizes para elaboração de projetos de licenciatura em Matemática. Revelaram-se as categorias ‘Formar para ser professor de matemática’ e ‘Tempo-espaço de Formação’, que foram interpretadas. Destacaram-se desafios de promover na licenciatura atividades formativas profissionais que possibilitem aprender Matemática com as ciências humanas e sociais, bem como aprender sobre sociedade, humanidade e ética com as ciências exatas, tendo em vista o formar-se para formar o aluno da Educação Básica.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Hallayne Nadal Borboza Rocha, Universidade Federal do Paraná

Mestre em Educação Matemática pela Universidade Federal do Paraná. Licenciada em Matemática pela Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Luciane Ferreira Mocrosky, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Doutora em Educação Matemática pela Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho. Professora da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Maria Lucia Panossian, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Doutora em Educação pela Universidade de São Paulo. Professora da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Referências

Borini, R.B.M.C., & Souza, F.D. (2018). Prática como componente curricular em um curso de licenciatura em matemática: uma análise à luz da teoria da atividade. Actio, 3(2), 39-57. Disponível em: https://periodicos.utfpr.edu.br/actio/article/view/7580

Bicudo, M. A. V., & Esposito, V. H. C. (1994). A pesquisa qualitativa em educação: um enfoque fenomenológico. Piracicaba: Unimep.

Bicudo, M. A. V. A; (1999). Contribuição da fenomenologia à educação. In: M. A. V. Bicudo, & I. F. Cappelletti (Orgs.). Fenomenologia: uma visão abrangente da educação. (pp. p. 11-55). São Paulo: Olho d’água.

Bicudo, M. A. V. (Org.) (2011). Pesquisa qualitativa segundo a visão fenomenológica. São Paulo: Cortez.

Conselho Nacional de Educação (CNE). (2002a). Câmara de Educação Superior. Parecer CNE/CES 1.302, de 6 de novembro de 2001. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Matemática, Bacharelado e Licenciatura. Diário Oficial da União. Brasília, DF Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES13022.pdf>. Acesso em: 23 jul. 2014.

Conselho Nacional de Educação (CNE). (2002b). Conselho Pleno. Parecer CNE/CP 9, de 8 de maio de 2001. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores de Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Diário Oficial da União, Brasília, DF. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/009.pdf>. Acesso em: 22 jul. 2014.

Conselho Nacional de Educação (CNE). (2002d). Conselho Pleno. Parecer CNE/CP 28, de 2 de outubro de 2001. Dá nova redação ao Parecer CNE/CP 21/2001, que estabelece a duração e a carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Diário Oficial da União, Brasília, DF. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/028.pdf.

Conselho Nacional de Educação (CNE). (2002e). Conselho Pleno. Resolução CNE/CP 1,de 18 de fevereiro de 2002. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Diário Oficial da União, Brasília, DF. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rcp01_02.pdf.

Conselho Nacional de Educação (CNE) (2002f). Conselho Pleno. Resolução CNE/CP 2,de 19 de fevereiro de 2002. Institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior. Diário Oficial da União, Brasília, DF. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CP022002.pdf.

Conselho Nacional de Educação (CNE). (2003). Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES 3, de 18 de fevereiro de 2003, que estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de Matemática. Diário Oficial da União, Brasília, DF. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/ces032003.pdf>. Acesso em: 22 jul. 2014.

Fini, M. I. (1994). Sobre a pesquisa qualitativa em educação que tem a fenomenologia como suporte. In: M. A. V. Bicudo, & V. H. C. Esposito (Orgs.). Pesquisa qualitativa em educação: um enfoque fenomenológico. (pp.23-34) São Paulo: Unimep.

Gadamer, H-G. (1999). Verdade e método: traços fundamentais de uma hermenêutica filosófica. Traduzido por Flávio Paulo Meurer. 3. ed. Petrópolis: Vozes.

Gadamer, H-G. (2007). Verdade e método: traços fundamentais de uma hermenêutica filosófica. 8. ed. Petrópolis: Vozes.

Heidegger, M. (2012). Ser e Tempo. Tradução de Fausto Castilho. Campinas: Unicamp; Petrópolis: Vozes.

Lei federal n. 9.394, de 20 dezembro de 1996 (1996). Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Poder Legislativo, Brasília, DF. Disponível em: <http://www.planalto.gov.brccivil_03/LEIS/L9394.htm>.

Lins, R. C. (1999) Por que discutir teoria do conhecimento é relevante para a educação matemática. In: M. A. V. Bicudo (Org.). Pesquisa em educação matemática: concepções e perspectivas (pp. 75-94).São Paulo: Edunesp.

Marcatto, F. S. F. (2012). A prática como componente curricular em projetos pedagógicos de cursos de licenciatura em matemática. Tese de Doutorado em Educação Matemática. Rio Claro: Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista.

Martins, J. (1992). Um enfoque fenomenológico do currículo: educação como poiésis. São Paulo: Cortez.

Mocrosky, L. F., Kalinke, M. A., & Estephan, V. M. (2012). A prática como componente curricular na formação inicial do professor de matemática: em busca de compreensões. In: H. N. Cury & C. R. Vianna (Orgs.). Formação do professor de matemática: reflexões e propostas. (pp. 333-362). Santa Cruz do Sul: IPR.

Mondini, F., Mocrosky, L. F., & Bicudo, M. A. V. (2017). A Hermenêutica em educação matemática: compreensões e possibilidades. REVEMAT, Florianópolis, SC, 12(1), 1-10.

Nogueira, K. F. P. (2012). A prática como componente curricular nos cursos de licenciatura em matemática: entendimentos e alternativas para sua incorporação e desenvolvimento. Dissertação de Mestrado em Educação Matemática. Campo Grande: Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.

Perentelli, L. F. (2008). A prática como componente curricular: um estudo em cursos de licenciatura em matemática. Dissertação de Mestrado em Educação. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Real, G. C.M. (2012). A prática como componente curricular: o que isso significa na prática. Revista Educação e Fronteiras On-line, 2 (5), 48-62. Disponível em: http://ojs.ufgd.edu.br/index.php/educacao/article/download/2147/1226

Rocha, H.N.B. (2016). A prática como componente curricular na formação do professor de matemática: um olhar na perspectiva da legislação brasileira. Dissertação de mestrado em Educação. Curitiba: Universidade Federal do Paraná.

Downloads

Publicado

2020-01-21

Como Citar

Rocha, H. N. B., Mocrosky, L. F., & Panossian, M. L. (2020). Atividade prática como componente curricular: leituras e interpretações da legislação. Zetetike, 27, e019031. https://doi.org/10.20396/zet.v27i0.8654720

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)