A evolução das matrículas na educação básica no Brasil

alguns questionamentos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/rho.v20i0.8656916

Palavras-chave:

Censos educacionais, Educação básica, Matrícula escolar, Política nacional de educação básica

Resumo

O artigo, por meio de análise de censos educacionais e literatura acadêmica, objetiva oferecer um quadro da evolução das matrículas estaduais e municipais de 2007 a 2017 e privadas de 2006 a 2017 na educação básica no Brasil, examinar algumas explicações desta evolução e indicar cuidados com o uso dos censos da educação básica. Constata a redução nacional das matrículas estaduais (-5.704.486), municipais (-1.429.275) e o crescimento das matrículas privadas (+1.540.858), com enormes diferenças entre regiões e estados. Aponta, igualmente, a insuficiência de explicações dadas para esta redução e sugere que ações políticas governamentais têm contribuído para esse quadro tão diverso.

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Biografia do Autor

Nicholas Davies, Universidade Federal Fluminense

Doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo. Professor titular aposentado da Universidade Federal Fluminense.

Alzira Batalha Alcântara, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Doutora em Educação pela Universidade Federal Fluminense. Professora adjunta da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

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Publicado

2020-07-09

Como Citar

DAVIES, N.; ALCÂNTARA, A. B. A evolução das matrículas na educação básica no Brasil: alguns questionamentos. Revista HISTEDBR On-line, Campinas, SP, v. 20, p. e020016, 2020. DOI: 10.20396/rho.v20i0.8656916. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8656916. Acesso em: 7 dez. 2022.