Apresentação. Da adversidade vivemos!
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Como Citar

COUTO, M. de F. M.; REIS, P. Apresentação. Da adversidade vivemos!. MODOS: Revista de História da Arte, Campinas, SP, v. 1, n. 3, p. 93–96, 2017. DOI: 10.24978/mod.v1i3.893. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8662232. Acesso em: 3 mar. 2024.

Resumo

Da adversidade vivemos! – assim finalizou o artista Hélio Oiticica, em tom de alerta e revolta, o manifesto de apresentação da exposição Nova Objetividade Brasileira, realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em abril de 1967. Esta mostra marcou um momento decisivo para a arte brasileira na proposição de um comprometimento político dos artistas e críticos na época. Inserida num conjunto de exposições do período que promoviam um diálogo crítico com a realidade nacional, ela provocou uma reflexão sobre um conceito crítico e operacional de vanguarda. Celebrando seu cinquentenário, este dossiê visa reunir textos que analisem e discutam seu significado ou que tratem do campo da arte e da cultura no Brasil e na América do Sul na segunda metade dos anos 1960. Qual o papel da arte de vanguarda e da contracultura em países sob ditadura? Quais as brechas de uma experimentação artística e de costumes em regimes repressivos e violentos?

https://doi.org/10.24978/mod.v1i3.893
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Referências

FREIRE, Cristina. Arte conceitual. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.

NAVES, R. “Um azar histórico: desencontros entre moderno e contemporâneo”, Novos Estudos – Cebrap, São Paulo, nº 64, novembro de 2002, pp. 5-21.

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