Quais são os fios?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.24978/mod.v3i1.4084

Palavras-chave:

Bienal de São Paulo, curadoria, história das exposições.

Resumo

O artigo desenvolve uma crítica à 33ª Bienal de São Paulo, sob curadoria de Gabriel Pérez-Barreiro. Analisando a proposta curatorial de convidar artistas para organizarem núcleos curatoriais, sem que o curador abra mão de suas próprias escolhas individuais, o autor problematiza o que aponta ser um projeto fraturado e problemático. É de interesse do autor também refletir sobre o modelo Bienal na contemporaneidade: seus dilemas, debilidades, prospecções, assim como possíveis agenciamentos com o capital.

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Biografia do Autor

Felipe Scovino, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Scovino é professor adjunto e coordenador do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escreveu ensaios e resenhas para revistas nacionais e internacionais, tais como Artforum, Art Review e Arte & Ensaios, sobre a produção contemporânea brasileira. Também atua como curador, destacando-se as exposições Lygia Clark: uma retrospectiva (Itaú Cultural, 2012, São Paulo) em parceria com Paulo Sergio Duarte, e Abraham Palatnik: a reinvenção da pintura (CCBB, Brasília, 2013; MON, Curitiba, 2014; MAM, São Paulo, 2014; Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre, 2015; CCBB, Rio de Janeiro, 2017), em parceria com Pieter Tjabbes.

Referências

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Publicado

2019-01-18

Como Citar

SCOVINO, F. Quais são os fios?. MODOS: Revista de História da Arte, Campinas, SP, v. 3, n. 1, p. 219–233, 2019. DOI: 10.24978/mod.v3i1.4084. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8662930. Acesso em: 9 dez. 2022.

Edição

Seção

Ex-posições/33ª Bienal de São Paulo