Illusions of Totality. Global Contemporaneity and the Condition of the Museum

Global Contemporaneity and the Condition of the Museum

Autores

DOI:

https://doi.org/10.24978/mod.v2i3.1862

Palavras-chave:

Contemporâneo, digitalização, global, universalidade, museu universal.

Resumo

Este artigo considera os efeitos sobre os museus de arte da condição histórica de uma contemporaneidade global, à qual estão hoje sujeitos. A principal diferença, argumenta-se, diz respeito às formas de universalidade que os museus de arte articulam e às quais aspiram. O artigo parte de uma breve revisão da cada vez mais comum "crítica do museu" empreendida nas últimas décadas, que é uma crítica da concepção de um "museu universal" do século XIX. Ele procede refletindo sobre o caráter duplo e homólogo do projeto de totalidade desta concepção – a obra de arte como uma totalidade e a história como uma totalidade – em contraste com a heterogeneidade teórica das formas de unidade das categorias de periodização que são desenvolvidas pela história da arte hoje. As formas de totalidade herdadas revelaram-se projeções ilusórias ou fictícias. Entretanto, argumenta-se, em vez de representar uma dissolução da aspiração à universalidade do museu, como tal, essas formas heterogêneas transformaram-se em elementos de um novo construtivismo epistemológico e político em curso, por meio do qual identidades culturais são criadas. Os novos museus da contemporaneidade global trazem assim à autoconsciência a necessidade das "ilusões da totalidade" envolvidas tanto na experiência artística com na histórica, juntamente com sua qualidade essencialmente imaginária.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Peter Osborne, Kingston University

Diretor e fundador do Centro de Pesquisa de Filosofia Moderna Europeia da Kingston University, Londres. Foi editor da revista Radical Philosophy.

Referências

ADORNO, T.W. Aesthetic theory. Trans. Robert Hullot-Kentor, Minnesota University Press, 1997.

BELTING, H. The invisible masterpiece: The Modern Myth of Art. London: Reaktion, 2001.

CRIMP, D. On the museum’s ruins. Cambridge MA and London: MIT Press, 1993.

GROYS, B. The logic of equal aesthetic rights. In: _____. Art Power. Cambridge MA and London: MIT Press, 2008.

GROYS, B. The politics of equal aesthetic rights. In: ALLIEZ, E.; OSBORNE, P. (eds.). Spheres of action: art and politics. London: Tate Publishing, 2013.

KITTLER, F. Museums on the digital frontier. In: KEANAN, T. (ed.). The ends of the museum. Barcelona: MACBA, 1996.

OSBORNE, P. To each present, its own prehistory – on Tate Britain and ‘British art’. In: NOACK, R. Agency, Ambivalence, analysis: approaching the museum with migration in mind. Mela Books, Politecnico di Milano, Dipartimento di Progettazione dell’Architettura, 2013, p. 21–32.

OSBORNE, P. Anywhere or not at all: philosophy of contemporary art. London and New York: Verso, 2013.

OSBORNE, P. The postconceptual condition: critical essays. London and New York: Verso, 2018.

SMITHSON, R. Some void thoughts on museums. In: Robert Smithson: The collected writings. Berkeley and Los Angeles: University of California Press, 1996.

Downloads

Publicado

2018-09-11

Como Citar

OSBORNE, P. Illusions of Totality. Global Contemporaneity and the Condition of the Museum: Global Contemporaneity and the Condition of the Museum. MODOS: Revista de História da Arte, Campinas, SP, v. 2, n. 3, p. 91–100, 2018. DOI: 10.24978/mod.v2i3.1862. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8663225. Acesso em: 3 out. 2022.

Edição

Seção

Dossiê - Arte, Imagem, Política: Curadoria, Circuitos e Instituições