Assembling and Disassembling
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Palavras-chave

Bienais como assembleias
Boicote
Máquinas hegemônicas
História da bienal
Contra-hegemonia

Como Citar

STERNFELD, Nora. Assembling and Disassembling: biennials between boycott and counter-hegemony in the second decade of the 21st century. MODOS: Revista de História da Arte, Campinas, SP, v. 5, n. 2, p. 133–141, 2021. DOI: 10.20396/modos.v5i2.8665519. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8665519. Acesso em: 21 jun. 2024.

Resumo

“Perto do final da primeira década do século XXI”, como propõem Anthony Gardner e Charles Green, “as bienais tornaram-se autoconscientes”. Cada vez mais pensam a si mesmas como “máquinas hegemônicas” (Oliver Marchart), e por isso mesmo também se entendem como lugares de intervenção. Temos que aceitar que as bienais hoje são: "Marcas e Sítios de Resistência", "Espaços de Capital e Esperança" (Panos Kompatsiaris). O artigo segue cancelamentos e protestos, bem como intervenções e estratégias de apropriação de bienais na segunda década do século XXI. Protestos em São Petersburgo, Sydney e Nova York moldam as bienais que eles boicotam. Em Kochi, Atenas, Dhaka e Kassel, encontramos projetos curatoriais que desafiam o aparato da codificação de valores. A relação entre emergente e descendente frequentemente torna-se confusa. Em Praga, Varsóvia, Kiev e Budapeste ela é até invertida. Aqui, as bienais são usadas como meio de contra-hegemonia e sobrevivência institucional.

https://doi.org/10.20396/modos.v5i2.8665519
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