Mas esses alunos não largam o celular?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/rfe.v13i3.8664182

Palavras-chave:

Educação, Direitos humanos, Filosofia

Resumo

O presente ensaio parte de uma série de reflexões vinda da experiência prática da instauração de um curso pré-vestibular comunitário destinado a jovens e adultos de baixa renda. Como espaço de liberdade e libertação, a prática suscitou reflexões que tensionam o papel institucional do professor e questionam os conflitos que envolvem os partícipes. Os atritos e dificuldades que compõem a existência engajada em prol da liberdade e emancipação dos sujeitos são aqui abordados como parte constituinte do sujeito e que propõem uma decisão acerca da atitude em reforçar os papeis institucionais e caminhos já estabelecidos ou na tarefa de ensinar a transgredir e pensar junto e compor um povo por vir.

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Biografia do Autor

Alex da Rosa, Unversidade do Extremo Sul Catarinense

 Mestrado em andamento em Direito pela Unversidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma, SC.

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Publicado

2022-01-20

Como Citar

Rosa, A. da. (2022). Mas esses alunos não largam o celular?. Filosofia E Educação, 13(3), 2790–2804. https://doi.org/10.20396/rfe.v13i3.8664182