Terrenos tectonoestratigráficos e/ou “Maciços”

evolução do conceito e aplicação na zona transversal da Província Borborema

Palavras-chave: Geologia, Terrenos tectonoestratigráficos, “Maciços”, Terrenos nativos e exóticos, Colagem orogênica.

Resumo

Este trabalho é uma síntese acerca do conceito de terrenos tectônico-estratigráficos.O retrospecto histórico do tema é particularmente importante para o entendimento real do conceito; implica o reconhecimento de diferentes fases de evolução do conhecimento geológico:(a) Fase preliminar e longa de discriminação e reconhecimento destes elementos tectônicos por aqueles geólogos chamados de geossinclinalistas / fixistas[~ 1900-1990], todos eles apoiados somente em argumentos descritivos.(b) Fase curta [~1970-1990] de proposição dos primeiros modelos de Tectônica de Placas, quando foram omitidas as muitas ocorrências reconhecidas dos terrenos/“maciços”, porque não podiam se ajustar aos esquemas simplistas dos primeiros modelos, ditos plaquistas.(c) Amplo desenvolvimento do conceito, desde as observações verificadas inicialmente na cordilheira norte-americana ocidental pelos geólogos do United States Geological Survey, USGS (especialmente de 1990-1995) até o presente, pari passu com o marcante enriquecimento dos diferentes e novos suportes alcançados, os quais culminaram com a (atual)admissão de uma Tectônica Global. Como consequência da última fase, quando o reconhecimento da presença de terrenos foi feito praticamente em todos os continentes e em diferentes colagens orogênicas, o conceito deve estar presente como tema obrigatório e usual dos artigos científicos com suporte geológico.

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Biografia do Autor

Benjamim Bley de Brito Neves, Universidade de São Paulo

Doutorado em Paleontologia e Estratigrafia pela Universidade de São Paulo. Professor titular da Universidade de São Paulo.

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Publicado
2019-06-28
Como Citar
Neves, B. B. de B. (2019). Terrenos tectonoestratigráficos e/ou “Maciços”. Terrae Didatica, 15, e019020. https://doi.org/10.20396/td.v15i0.8655818