Banner Portal
Geologia, cultura e educação na produção artesanal da panela de barro: saberes e identidade capixaba
Paisaje del Oligoceno del Valle de Paraíba
PDF

Palavras-chave

Geopatrimônio
Geoconservação
Patrimônio imaterial
Paneleiras
Espírito Santo

Metrica

Como Citar

COSTA, Kelly Christiny da; MAGALHÃES, Marcus Vinicius Dutra de; DEPIANTI, Janaina Bastos; SILVA, Angela Maria Caulyt Santos da. Geologia, cultura e educação na produção artesanal da panela de barro: saberes e identidade capixaba. Terrae Didatica, Campinas, SP, v. 21, n. 00, p. e025029, 2025. DOI: 10.20396/td.v21i00.8680492. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/td/article/view/8680492. Acesso em: 11 maio. 2026.

Resumo

Introdução. A panela de barro capixaba é reconhecida nacionalmente por incorporar saberes artesanais e refletir a profunda relação entre cultura, natureza e memória. Objetivo. Este estudo teve como objetivo compreender a manutenção e resistência de uma comunidade tradicional remanescente ameríndia, que transmite conhecimentos ligados à produção da panela de barro por meio da educação informal e sua relação com a geodiversidade. Metodologia. A pesquisa foi realizada na Associação das Paneleiras de Goiabeiras, em Vitória (ES), por meio de pesquisa empírica (diário de campo, entrevistas semiestruturadas e registros imagéticos) e revisão bibliográfica. Resultados. Os resultados revelam que a inserção dos participantes nessa prática artesanal foi motivada por seus ascendentes, reforçando a transmissão inter e intrageracional e a preservação da identidade local. A argila utilizada na produção da panela de barro é um recurso geológico que reforça o elo entre território e cultura, configurando-se a prática como geopatrimônio. Além de ser uma atividade econômica, o fazer artesanal simboliza resistência e memória de povos tradicionais. Conclusão. A continuidade dessa herança cultural exige políticas públicas voltadas à educação ambiental e à cultura, assegurando sua valorização e salvaguarda.

PDF

Referências

Abreu, C. (2001). Panela, caldeirão e frigideira: o ofício das paneleiras de Goiabeiras. Revista Tempo Brasileiro, 147, 123-128.

Aguiar, M. C., & Borlini, M. C. (2009). Estudos de caracterização de argilas do Vale do Mulembá visando contribuir para a sustentabilidade da confecção de panelas de barro do Espírito Santo. In 17ª Jornada de Iniciação Científica, Rio de Janeiro. Anais. Rio de Janeiro: CETEM/MCT. URL: http://mineralis.cetem.gov.br/handle/cetem/509. Acesso 11.08.2025.

Almeida, R., Oliveira, A. R. de, & Melo, R. M. S. (2023). Educação ambiental junto as Paneleiras de Goiabeiras: uso sustentável da casca de mangue vermelho. Revista Guará, 1(16). doi: https://doi.org/10.30712/guara.v1i16.40789.

Baptista, M. V., Perinotto, J. A. J., Zaine, J. E., Ruffino, P. H. P., & Kolya, A. A. (2024). Geoconservação na gestão de áreas degradadas: caso da Voçoroca da Mãe Preta em Rio Claro (SP). Terræ Didatica, 20(Publ. Contínua), 1-11, e024025. doi: https://doi.org/10.20396/td.v20i00.8677214.

Brandão, C. R. (1985). A educação como cultura. 2 ed. São Paulo: Brasiliense. 195p.

Brasil. (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Presidência da República. URL: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso 05.08.2025.

Brasil. (2000). Decreto nº 3.551, de 4 de agosto de 2000: Institui o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial que constituem patrimônio cultural brasileiro, cria o Programa Nacional do Patrimônio Imaterial e dá outras providências. Brasília: Presidência da República. URL: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D3551.htm. Acesso 05.08.2025.

Brasil. (2007). Decreto nº 6.040, de 7 de fevereiro de 2007: Institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais. Brasília: Presidência da República. URL: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/decreto/d6040.htm. Acesso 05.08.2025.

Brayner, N. G. (2007). Patrimônio cultural imaterial: Para saber mais. Brasília: IPHAN. URL: https://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/uploads/BibliotecaTable/9c7154528b820891e2a3c20a3a49bca9/138/13767633911715480676.pdf. Acesso 05.08.2025.

Brilha, J. (2005). Património Geológico e Geoconservação: A Conservação da Natureza na sua Vertente Geológica. Braga: Palimage Editores. 190p.

Calatrone, J. W. (2022). Aula de campo no Parque Natural Municipal de Jacarenema: Aprendendo ciências por investigação com enfoque CTS/CTSA visando a alfabetização científica. Instituto Federal do Espírito Santo. Dissertação (Mestrado em Educação em Ciências e Matemática). URL: https://repositorio.ifes.edu.br/handle/123456789/3277. Acesso 10.07.2025.

Carneiro, C. D. R., Toledo, M. C. M. de, & Almeida, F. F. M. de. (2004). Dez motivos para a inclusão de temas de Geologia na Educação Básica. Revista Brasileira de Geociências, 34(4), 553-560. doi: https://doi.org/10.25249/0375-7536.2004344553560.

Carvalho, C. N., Campos, C. R. P., Motta, F. A. Q., & Suanno, S. B. (2024). Formação continuada de professores em Geociências para construção de um olhar geocientífico sobre o lugar. Terræ Didatica, 20(Publ. Contínua), 1-11, e024034. doi: https://doi.org/10.20396/td.v20i00.8677385.

Carvalho, M. P. (2014). Educação patrimonial: Uma experiência com alunos e professores no município de Vila Velha, ES. Instituto Federal do Espírito Santo. Dissertação (Mestrado em Educação em Ciências e Matemática). URL: https://repositorio.ifes.edu.br/handle/123456789/191. Acesso 10.07.2025.

Chauí, M. S. (2006). Cidadania cultural: o direito à cultura. São Paulo: Editora Fund. Perseu Abramo. 147p.

Chauí, M. S. (2009). Cultura e democracia. 2 ed. Salvador: Secretaria de Cultura / Fundação Pedro Calmon. 68p.

Chauí, M., Candido, A., Abramo, L., & Mostaço, E. (1984). Política Cultural. Porto Alegre: Mercado Aberto / Fundação Wilson Pinheiro. 78p.

Delgado, L. de A. N. (2010). História Oral: memória, tempo, identidades. Belo Horizonte: Autêntica. 136p.

Euzébio, U., & Silva, W. P. da. (2017). Educação e cultura indígena: Traços do segredo em cosmologias Fulni-ô, Kariri-Xocó e Iny-Karajá. In Guimarães, D. N. & Amaral, S. C. de S. (Orgs.). (2017). Educação, cultura e sociedade: Diálogos interdisciplinares. Campos dos Goytacazes: Brasil Multicultural. p. 24-39. ISBN: 9788556350367.

Freire, P. (1967). Educação como prática de liberdade. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra. 157p.

Freire, P. (2012). Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. 26 ed. São Paulo: Editora Paz e Terra. 336p.

Freire, P. (2019). Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. 74 ed. São Paulo: Editora Paz e Terra. 144p.

Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). (2021). Guia metodológico do Selo UNICEF. Edição 2021-2024. Brasília: Unicef. URL: https://www.unicef.org/brazil/innocenti/brazil/media/15911/file/guia_metodologico_selo_unicef_edicao-2021-2024.pdf. Acesso 12.05.2025.

Geertz, C. (1983). O saber local. 8 ed. Petrópolis: Vozes. 366p.

Gray, M. (2008). Geodiversity: Developing the paradigm. Proceedings of the Geologists Association, 119(3-4), 287-298. doi: https://doi.org/10.1016/S0016-7878(08)80307-0.

Griffo, C. L., & Silva, A. G. (2013). As Unidades de Conservação do município de Vitória no novo contexto do Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Natureza Online, 11(2), 54-67. URL: https://www.naturezaonline.com.br/revista/article/view/245. Acesso 11.05.2025.

Guerra, A. J. T., & Jorge, M. C. O. (2018). Geoturismo, geodiversidade e geoconservação: abordagens geográficas e geológicas. São Paulo: Oficina de Textos. 244p.

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). (2006a). Dossiê IPHAN 3: Ofício das Paneleiras de Goiabeiras. Brasília: IPHAN. URL: http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Dossie_oficio_paneleiras_goiabeiras.pdf. Acesso 27.06.2025.

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). (2006b). Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial: Paris, 17 de outubro de 2003. Brasília: IPHAN. URL: http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/ConvencaoSalvaguarda.pdf. Acesso 10.06.2025.

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). (2022). Ofício das Paneleiras de Goiabeiras completa vinte anos de registro como Patrimônio Cultural. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. URL: https://www.gov.br/iphan/pt-br/assuntos/noticias/oficio-das-paneleiras-de-goiabeiras-completa-vinte-anos-de-registro-como-patrimonio-cultural. Acesso 06.06.2025.

Liccardo, A., Mantesso-Neto, V., & Piekarz, G. F. (2012). Geoturismo Urbano: Educação e Cultura. Anuário de Instituto de Geociências, 35(1), 133-141. doi: https://doi.org/10.11137/2012_1_133_141.

Lucas, E. F. A., Caranassios, A., & Borlini, M. C. (2007). Estudos preliminares de caracterização da argila do Vale do Mulembá, ES. In 15ª Jornada de Iniciação Científica, Rio de Janeiro. Anais. Rio de Janeiro: CETEM/MCT. URL: http://mineralis.cetem.gov.br/handle/cetem/646. Acesso 04.06.2025.

Marques, M. de S. (2019). As Paneleiras de Goiabeiras Velha: Uma análise discursiva do processo de construção do Território da Tradição. Revista Brasileira de Sociologia, 8(18). doi: https://doi.org/10.20336/rbs.521.

Marques, M. de S. (2024). As Paneleiras de Goiabeiras-Velha e o discurso de tradição do saber-fazer: uma análise a partir das interações socioestatais entre as Paneleiras, a PMV e o IPHAN. Sociologias, 26(63), e-soc127228. doi: https://doi.org/10.1590/18070337-127228.

Marques, M. de S., & Caloti, V. A. (2013). As paneleiras de Goiabeiras e a dinâmica da cultura do barro. Sociologia, Revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 26, 163-185. URL: https://www.scielo.pt/pdf/soc/v26/v26a08.pdf. Acesso 08.06. 2025.

Marques, R. A., Oliveira, M. M., Fernandes, S. A. A., Figueiredo, R. G., Souza, A. M., & Neiva, D. C. (2021). A divulgação das geociências em tempos de pandemia. Revista Guará, 12(A), 21-24. doi: https://doi.org/10.30712/guara.vi12-A.

Meira, S. A., Leite do Nascimento, M. A., de Medeiros, J. L., & da Silva, E. V. (2019). Aportes teóricos e práticos na valorização do geopatrimônio: estudo sobre o projeto geoparque Seridó (RN). Caminhos de Geografia, 20(71), 384-403. doi: https://doi.org/10.14393/RCG207145790.

Peralta, P. P. (2022). O uso da indicação geográfica na proteção e na apropriação do patrimônio cultural agroalimentar : os casos de Goiabeiras, Serro e Canastra. Revista Arqueologia Pública, 17(00), e022020. https://doi.org/10.20396/rap.v17i00.8667919.

Perota, C., Beling Neto, R. A., & Doxsey, J. R. (1997). As paneleiras de Goiabeiras. Vitória: Secretaria Municipal de Cultura.

Prefeitura de Vitória. (2024). Estação Ilha do Lameirão abrange belo manguezal urbano. Vitória: Secretaria Municipal de Meio Ambiente. URL: https://m.vitoria.es.gov.br/semmam/estacao-ilha-do-lameirao-abrange-belo-manguezal-urbano. Acesso 16.07.2025.

Prefeitura Municipal de Aracruz. (2008.). Moqueca capixaba. URL: https://www.aracruz.es.gov.br/noticias/1-moqueca-capixaba. Acesso 09.05.2025.

Prefeitura Municipal de Vitória. (2002). Decreto nº 11.505, de 26 de dezembro de 2002: Cria o Parque Natural Municipal do Vale do Mulembá-Conquista e dá outras providências. Vitória: Secretaria Municipal de Meio Ambiente. URL: https://rededegestoresccma.org.br/arquivos/unidades_conservacao/uc_inst_criacao/3289_ValedoMulemb.pdf. Acesso 04.06.2025.

Prefeitura Municipal de Vitória. (2011). Decreto nº 15.170, de 21 de março de 2011: Cria o Conselho Consultivo do Parque Natural Municipal Vale do Mulembá e dá outras providências. Vitória: Secretaria Municipal de Meio Ambiente. URL: https://leismunicipais.com.br/a/es/v/vitoria/decreto/2011/1517/15170/decreto-n-15170-2011-cria-o-conselho-consultivo-do-parque-natural-municipal-vale-do-mulemba-e-da-outras-providencias. Acesso 11.06.2025.

Prefeitura Municipal de Vitória. (2018). Lei Municipal nº 9.299, de 24 de julho de 2018: Concede tratamento tributário diferenciado para as instituições que possuem o título de Patrimônio Imaterial Brasileiro, conferido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, estabelecidos no Município de Vitória. Vitória: Prefeitura Municipal. URL: https://sistemas.vitoria.es.gov.br/atosnormativos/arquivos/2018/L9299.PDF. Acesso 28.06.2025.

Prefeitura Municipal de Vitória. (2021). Prefeitura autoriza reforma do Galpão das Paneleiras. Vitória: Secretaria de Governo. URL: https://www.vitoria.es.gov.br/noticia/prefeitura-autoriza-reforma-do-galpao-das-paneleiras-42551. Acesso 08.06. 2025.

Prefeitura Municipal de Vitória. (2025). Paneleiras levam saberes de seu ofício a alunos do ensino fundamental de Vitória. URL: https://www.vitoria.es.gov.br/noticia/paneleiras-levam-saberes-de-seu-oficio-a-alunos-do-ensino-fundamental-de-vitoria-53727. Acesso 24.07.2025.

Queiroz, D. S., Del Lama, E. A., & Garcia, M. G. M. (2019). Proposta de roteiro geoturístico pelos prédios históricos do Centro de Santos, SP. Terræ Didatica, 15, 1-7, e019002. doi: https://doi.org/10.20396/td.v15i0.8654686.

Redin, E., Streck, D. R., & Zitkoski, J. J. (2016). Dicionário Paulo Freire. Belo Horizonte: Editora Autêntica. 448p.

Rodrigues, S. C., & Bento, L. C. M. (2018). Cartografia da geodiversidade: Teorias e métodos. In: Guerra, A. J. T., & Jorge, M. C. O. (Orgs.). (2018). Geoturismo, geodiversidade e geoconservação: Abordagens geográficas e geológicas. São Paulo: Oficina de Textos. p. 137-162. ISBN: 978-85-7975-300-8.

Rota Verde. (n.d.). Futuros geógrafos aprendem sobre o Parque Vale do Mulembá. URL: https://rotaverde.com.br/futuros-geografos-aprendem-sobre-o-parque-vale-do-mulemba/. Acesso 04.06.2025.

Ruchkys, Ú. A. (2007). Patrimônio geológico e geoconservação no Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais: Potencial para criação de um geoparque da UNESCO. Instituto de Geociências, Universidade Federal de Minas Gerais. Tese (Doutorado em Geologia). URL: https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/MPBB-76LHEJ. Acesso 10.07.2025.

Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo (Secult-ES). (2010). Educação patrimonial entra em debate no seminário “Patrimônio Cultural”. Vitória: Secretaria de Cultura. URL: https://secult.es.gov.br/educacao-patrimonial-entra-em-debate-no-semin. Acesso 13.07.2025.

Silva, J. F. de A., & Aquino, C. M. S. de. (2018). Ações geoeducativas para divulgação e valorização da geodiversidade e do geopatrimônio. GeoSaberes: Revista de Estudos Geoeducacionais, 9(17). doi: https://doi.org/10.26895/geosaberes.v9i17.617.

Silva, R. de A. (2025). Entre o Vale do Mulembá e Goiabeiras Velha: a Cadeia Operatória da produção cerâmica contemporânea de Vitória no Espírito Santo. Revista de Arqueologia, 38(2), 110-142. doi: https://doi.org/10.24885/sab.v38i2.1265.

Tomazini, C. L. S. (2019). O sítio histórico da Prainha de Vila Velha (ES) em debate na formação de professores: Memória e identidade social. Instituto Federal do Espírito Santo. Dissertação (Mestrado em Ensino de Humanidades). URL: https://repositorio.ifes.edu.br/handle/123456789/561. Acesso 10.07.2025.

Vasconcelos, A. D., & Campos, C. R. P. (2021). O ensino de Geologia na formação de professores de Química: uma aula de campo no Morro do Moreno, Vila Velha, ES. Revista Eletrônica Sala de Aula em Foco, 10(2), 16. doi: https://doi.org/10.36524/saladeaula.v10i2.1498.

Vieira, V. S., Silva, M. A., Corrêa, T. R., & Lopes, N. H. B. (2018). Mapa geológico do estado do Espírito Santo. Belo Horizonte: CPRM. URL: https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/15564. Acesso 04.06.2025.

Creative Commons License
Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Copyright (c) 2025 Kelly Christiny da Costa, Marcus Vinicius Dutra de Magalhães, Janaina Bastos Depianti, Angela Maria Caulyt Santos da Silva

Downloads

Download data is not yet available.