Banner Portal
Os gêneros textuais digitais como estratégias pedagógicas no ensino de língua portuguesa na perspectiva dos (multi)letramentos e dos multiletramentos
PDF

Palavras-chave

Gêneros textuais digitais
(Multi)letramentos
Multiletramentos

Como Citar

OLIVEIRA, Jurene Veloso dos Santos; SILVA, Simone Bueno Borges da. Os gêneros textuais digitais como estratégias pedagógicas no ensino de língua portuguesa na perspectiva dos (multi)letramentos e dos multiletramentos. Trabalhos em Linguística Aplicada, Campinas, SP, v. 59, n. 3, p. 2162–2182, 2021. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/view/8660383. Acesso em: 29 maio. 2024.

Resumo

Por meio de uma pesquisa bibliográfica, pautada em teóricos específicos, bem como em estudos realizados sob a forma de artigos, teses e dissertações atuais, é proposto, no presente artigo, tecer reflexões teóricas a respeito da necessidade premente de se rever a metodologia utilizada pelos professores de Língua Portuguesa na Educação Básica, sobretudo no Ensino Médio, no qual é possível utilizar/criar/adaptar estratégias pedagógicas que possam usar/integrar/aproveitar as tecnologias digitais, numa perspectiva (multi)letrada e também multiletrada. Para tanto, tem como objetivo precípuo propiciar discussões acerca da inserção dos gêneros textuais digitais, como estratégias pedagógicas, no ensino de Língua Portuguesa, à luz dos (multi)letramentos e dos multiletramentos. Nesse caminho, apresenta as narrativas digitais (digital storytelling) e a microliteratura digital como sugestões de gêneros textuais digitais que podem ser utilizados estrategicamente nas aulas de Língua Portuguesa, no Ensino Médio, a fim de torná-las mais próximas da realidade (ciber) cultural na qual, primordialmente, se insere o aluno desse segmento.

PDF

Referências

BAKHTIN, M. (2003). Os estudos literários hoje. In: BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, p. 358-366.

BRASIL. Linguagens, códigos e suas tecnologias / Secretaria de Educação Básica. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica (2006).239 p. (Orientações curriculares para o ensino médio; volume 1). Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_01_internet.pdf> Acesso em: 10 set. 2017.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394 (1996). Brasília-DF, de 20 de dezembro de 1996.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. (2017) Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_20dez_site.pdf> Acesso em: 27 jan. 2018.

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio – linguagens, códigos e suas tecnologias. (1999). Brasília: MEC/SEMT.

BZUNECK, J. A. (2010). Como motivar os alunos: sugestões e práticas. In: BORUCHOVITCH, E; BZUNECK, J. A; GUIMARÃES, S. E. R. (Orgs). Motivação para aprender. Petrópolis, RJ: Vozes.

CARVALHO, G. P. (2006). Uma reflexão sobre a rede MUNDIAL de computadores. Sociedade e Estado. 21 (2): 549-554, Brasília, maio/ago.

CARVALHO, G. S. (2008). As Histórias Digitais: Narrativas no Século XXI. O Software Movie Maker como Recurso Procedimental para a Construção de Narrações. Dissertação de Mestrado em Educação. São Paulo: Universidade de São Paulo.

COUTO. E. S. (2014). Pedagogias das conexões: Compartilhar conhecimentos e construir subjetividades nas redes sociais digitais. In: Facebook e educação: publicar, curtir, compartilhar/ Cristiane Porto; Edméa Santos (Organizadoras). – Campina Grande: EDUEPB, pp. 47-65.

FREIRE, P. (1987). Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro, Paz e Terra.

HALL, S. (2006). A identidade cultural na pós-modernidade (11ª. Edição). São Paulo: DP&A.

KIELING, A. S. K. (2012). Narrativas digitais interativas e o uso da tecnologia como narrador implícito. Revista FAMECOS mídia, cultura e tecnologia. Porto Alegre, v. 19, n. 3, pp. 739-758, setembro/dezembro 2012.

KLEIMAN, A. (1995). Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na escola. In: KLEIMAN, A. (Org.). Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas: Mercado de Letras, p. 15-61.

LÉVY, P. (2010). Cibercultura. Trad. de Carlos Irineu da Costa. 3ª ed. – São Paulo: Ed. 34.

LOPES, T. R. C.; ALVES, I. M. R. (2011). Novos meios, novas práticas de ensino-aprendizagem: proposta de produção colaborativa de um twitconto. Revista Renote. Novas Tecnologias na Educação. v. 9, . 2.

MARCUSHI, L.A. (2010). Gêneros textuais emergentes no contexto de tecnologia digital. Em: MARCUSHI, L.A &XAVIER, A.C. (orgs.) Hipertexto e Gêneros Digitais: novas formas de construção de sentido. 3ª ed. São Paulo: Cortez.

OLIVEIRA, J.V.S. (2018). 184 f. il. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia, Salvador.

PAIVA, V. L. M. O. (2016). A linguagem dos emojis. Trab. linguist. apl. [online]. vol. 55, n.2, pp. 379-401. Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/tla/v55n2/0103-1813-tla-55-02-00379.pdf> Acesso em: Acesso em: 09 nov. 2019.

ROCHA, A. A. C. O. M. (2013) MICROCONTO – NOVO GÊNERO textual. Monografia (Pós-Graduação) – Universidade Católica de Brasília, Brasília.

ROJO, R. H.; MOURA, E. (Orgs.). (2012) Multiletramentos na Escola. São Paulo: Parábola Editorial.

ROJO, R. H.; BARBOSA, J. (2015). Hipermodernidade, Multiletramentos e Gêneros Discursivos. São Paulo: Parábola Editorial.

ROSSATTO, E. (2010). Cem toques cravados. São Paulo: Andross.

SILVA, O. S. F. (2008). Tessituras (Hiper) textuais: leitura e escrita nos cenários digitais. Salvador: Quarteto.

SILVA, O. S. F. (2017). (Multi)letramentos e formação de professores na sociedade digital: entretecendo (desa)fios. In: ALVES, Lynn e MOREIRA, J. António.(Orgs.) Tecnologias & aprendizagens: delineando novos espaços de interação. Salvador: EDUFBA, p. 213-241.

SILVA, S. B. B. (2019) Língua e tecnologias de aprendizagem na escola. In: Educação, (multi)letramentos e tecnologias: tecendo redes de conhecimento sobre letramentos, cultura digital, ensino e aprendizagem na cibercultura / Obdália Ferraz, organizadora. – Salvador: EDUFBA, pp. 189-204.

SOARES, M. (2005) Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica Editora.

SOARES, M. (2002). Novas Práticas de Leitura e Escrita: letramento na cibercultura. Educ. Soc., Campinas, vol. 23, n. 81, p. 143-160, dez. Disponível em:< http://www.scielo.br/pdf/es/v23n81/13935.pdf.>Acesso em 10 jan. 2016.

STREET, B. V. (2014). Letramentos sociais: abordagens críticas do letramento no desenvolvimento, na etnografia e na educação. Trad. Marcos Bagno. São Paulo: Parábola Editorial.

VALENTE, J. A.; ALMEIDA, M. E. B. (2014). Narrativas digitais e o estudo de contextos de aprendizagem. Em Rede, Revista de Educação a Distância, 1(1), 32-50. Disponível em: Acesso em: 16 set. 2018.

Creative Commons License
Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Copyright (c) 2020 Trabalhos em Linguística Aplicada

Downloads

Não há dados estatísticos.