Em que a filosofia da diferença e a arte contemporânea podem servir à formação de professores de matemática?

Autores

  • Carla Gonçalves Rodrigues Universidade Federal de Pelotas

DOI:

https://doi.org/10.20396/zet.v18i0.8646673

Palavras-chave:

Educação Matemática. Currículo movente. Formação de professores. Linguagens. Subjetivação.

Resumo

O propósito deste artigo é explorar o funcionamento de alguns dispositivos desta contemporaneidade, tanto filosóficos como artísticos, que podem movimentar um currículo de Curso de Licenciatura em Matemática, contribuindo para a formação de professores dessa área de conhecimento. Parte-se de um conjunto de perguntas: Quais agenciamentos a educação matemática é capaz de construir nesta contemporaneidade? Que relações são fabricadas em tais arranjos de coisas, ideias e pessoas? E como eles funcionam, como se vinculam nas múltiplas linguagens que reúnem? O que produzem nessa conjugação? A construção de réplicas para tais questões alimenta-se de dados produzidos durante a prática de ensino com onze estagiários do referido curso, no que tange à construção, ao desenvolvimento e à avaliação de Projetos de Ensino e Aprendizagem em escolas da rede pública.

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Biografia do Autor

Carla Gonçalves Rodrigues, Universidade Federal de Pelotas

Profª. Adjunta do Departamento de Ensino da Universidade Federal de Pelotas, Pelotas (RS) UFPel. Licenciada em Matemática, Especialista em Matemática, Especialista em Ed. Matemática, Mestre e Doutora em Educação

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Publicado

2011-02-11

Como Citar

Rodrigues, C. . G. (2011). Em que a filosofia da diferença e a arte contemporânea podem servir à formação de professores de matemática?. Zetetike, 18. https://doi.org/10.20396/zet.v18i0.8646673