Espelha também espalha: as ruas e as biotecnologias: paralelas que se cruzam nas artes

Autores

  • Gustavo Henrique Torrezan Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/etd.v9i0.1061

Palavras-chave:

Educação

Resumo

Essas palavras trazem à luz as discussões da cidade, da rua, como um campo de atuação e experimentação, que interfere e sofre interferência pelas relações das pessoas, na construção de identidades e como potência de atuação e pesquisa em temas que se apresentam e fazem parte do nosso cotidiano. Apresenta duas ações realizadas em praças públicas: “Doce Caminho” intervenção urbana integrante do 37 ̊ Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba e “Realejo das Imagens” que faz parte das atividades do projeto temático “Biotecnologias de rua 1 ”, projeto de pesquisa, ação e intervenção que articula divulgação da ciência diferentes linguagens, espaços, abordagens temáticas e relações com o público como foco da pesquisa a partir do tema biotecnologias. O projeto aposta no poder das imagens dos vídeos/registros, deixando muitas vezes que ela “fale sozinha”, tendo este texto apenas como um aparato contextual. Essas linhas arriscam a fazer associações entre esses dois trabalhos em favor de discutir a utilização da arte como meio para percepção pública que valoriza a subjetividade e trás à tona narrativas e camadas muitas vezes anuladas.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Gustavo Henrique Torrezan, Universidade Estadual de Campinas

Graduado em Artes Visuais pela UNICAMP. Realiza trabalhos de intervenção urbana e artes visuais desde 2005. Atua como colaborador no projeto temático “Biotecnologias de rua” e participa do grupo de estudos “Humor Aquoso”. Telefone: (19) 9205-312.

Referências

COSTA, H. Sem medo da vertigem Rafael França. São Paulo: Paço das Artes, 1997.

CRIMP, D. Sobre as ruinas do museu. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

DUARTE JR., J. F. O sentido dos sentidos: a educação do sensível. Curitiba: Criar, 2001.

HALL, S. A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo. Revista Educação e Realidade, v. 22, n. 2. 1997.

HALL, S. Identidade cultural. São Paulo: Fundação Memorial da América Latina, 1998.

O'DOHERTY, B. No interior do cubo branco. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

OUGÉ, M. Não lugares: introdução a antropologia da supermodernidade. Campinas: Papirus, 1994.

ROLNIK, S. Cartografia sentimental: transformações contemporâneas do desejo. Porto Alegre: Sulina; Editora da UFRGS, 2006.

ROLNIK, S. Posiblemente hablemos de lo mismo, catálogo da exposição da obra de Mauricio Dias e Walter Riedweg. Barcelona: MacBa, Museu d’Art Contemporani de Barcelona, 2003. Disponível em: www.pucsp.br/nucleodesubjetividade/suely%20rolnik.htm

ROLNIK, S. Núcleo histórico: antropofagia e histórias de canibalismos. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1998; p. 456-467. Disponível em: www.pucsp.br/nucleodesubjetividade/suely%20rolnik.htm

VOGT, C. Et. Al. Biotecnologias de rua. VII Congresso Iberoamericano de Indicadores de Ciência e Tecnologia. Red Iberoamericana de Indicadores de Ciencias y Tecnologias (RICYT), Fapesp, 2007. Disponível em: http://www.ricyt.org/docs/VII_Congresso/DIA_23/SALA_A/17_00/Biotecnologia_Completo.pdf

Downloads

Publicado

2009-01-13

Como Citar

Torrezan, G. H. (2009). Espelha também espalha: as ruas e as biotecnologias: paralelas que se cruzam nas artes. ETD - Educação Temática Digital, 9, 302–307. https://doi.org/10.20396/etd.v9i0.1061