A subjetividade de mães de crianças especiais: um caminhar de expectativas e descobertas

Autores

  • Adriana Rocha Figueiredo Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/etd.v8i2.669

Palavras-chave:

Mulheres. Mães e filhos. Maternidade. Subjetividade. Deficiência. Síndrome de down.

Resumo

Este estudo procurou analisar as questões subjetivas que envolvem a mãe na relação com a criança especial (CE), investigando seus desdobramentos, tanto nas situações difíceis e dolorosas, quanto nas formas amenizadoras e criativas. A pesquisa objetivou esclarecer o encadeamento dos conceitos: mulher-mãe-subjetividade- maternidade-deficiência. Os subsídios teóricos foram desenvolvidos a partir da articulação das raízes da linha psicanalítica de Freud, incluindo expoentes como Winnicott, e mais recentemente, Chodorow, e os conceitos sócio-históricos de Scott, Badinter e Gonzaléz Rey. Empregando a metodologia qualitativa, a pesquisa teve na história oral, coletada em entrevistas, a estratégia de aproximação com 11 mulheres-mães, cujos filhos eram usuários da Clínica de Assistência e Docência da Universidade de Uberaba-MG. Os dados foram coletados durante o segundo semestre de 2005, sendo posteriormente analisados e organizados de modo a constatar relevantes categorias de análise do problema: a) a gravidez como um momento de planos e expectativas da vida feminina; b) o impacto do nascimento da CE como fato doloroso e difícil, havendo a negação de algumas mães, que não acreditaram na deficiência do filho; c) o estado de desamparo materno na busca de um caminho, que as conduzissem a superar a extrema angústia, o abandono e o despreparo, pois não tinham conhecimentos e as informações não eram de fácil acesso; d) reconstrução subjetiva na maternidade especial, cada mãe a seu modo, descobriu formas de enfrentamento da dor, aprendendo, criando inovações, descobrindo caminhos na rotina cotidiana. Ao evidenciar a importância da subjetividade materna para o crescimento de mães e filhos, recomendamos a formação de grupos de apoio na área da saúde e educação, que incluam a noção de “cuidados de si” para estas mulheres-mães, com trocas de informações e experiências. 

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Biografia do Autor

Adriana Rocha Figueiredo, Universidade Estadual de Campinas

Psicóloga (FIUBE), mestre e doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Tem experiência como docente na área da Psicologia Educacional/Escolar e em Psicologia Clínica. Estuda e trabalha com os seguintes temas: subjetividade, mulher, professora, mãe, maternidade, deficiência física e mental e Síndrome de Down.

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Publicado

2008-12-03

Como Citar

Figueiredo, A. R. (2008). A subjetividade de mães de crianças especiais: um caminhar de expectativas e descobertas. ETD - Educação Temática Digital, 8(2), 312–313. https://doi.org/10.20396/etd.v8i2.669

Edição

Seção

Dissertações e Teses em Resumos