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Pluralidades e (des)qualificações
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Palavras-chave

Pluralidade. Qualificação. Albert Camus.

Como Citar

DIAS JUNIOR, Antonio Carlos; OLIVEIRA JUNIOR, Wenceslao Machado de. Pluralidades e (des)qualificações. ETD - Educação Temática Digital, Campinas, SP, v. 20, n. 1, p. 1–4, 2018. DOI: 10.20396/etd.v20i1.8651407. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8651407. Acesso em: 20 maio. 2024.

Resumo

O historiador inglês da intelectualidade francesa Tony Judt, em um de seus ensaios, lembra que Hannah Arendt, ao visitar Paris em 1952, teria dito que o escritor Albert Camus seria “sem dúvida, o melhor homem neste momento na França. É claramente superior aos outros intelectuais”.3 Um dos heróis da Resistência francesa, editor de Combat, jornal mais influente na França pós libertação, autor de obras como O mito de Sísifo (1942) e O estrangeiro (1942) - que lhe valeriam o Nobel de literatura em 1957 (três anos antes de sua morte prematura aos 46 anos) - Camus encarnou por algum tempo, na Paris  intelectual de sua época, a imagem do homem cuja retidão moral e engajamentos políticos o colocavam na condição de intelectual público, cujo epítome definitivo seria outro filósofo de sua geração, Jean-Paul Sartre.

https://doi.org/10.20396/etd.v20i1.8651407
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