Brasil/Portugal: possibilidade de uma escola justa e das artes de fazer o comum

Autores

  • Antonio Carlos Dias Junior Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/etd.v20i2.8652123

Palavras-chave:

Editorial.

Resumo

Alexis de Tocqueville enxergava, em meados do século XIX, a igualdade como a corrente irresistível que assolaria todas as sociedades modernas, libertando-as das antigas hierarquias aristocráticas. Em sua ótica liberal-individualista (embora ele mesmo tenha sido um aristocrata) que mirava os Estados Unidos e via naquela sociedade em particular a apoteose do associativismo igualitário, a diferenciação se daria entre as sociedades democráticas e livres ou democráticas e despóticas. Na escolha do regime político recairia a diferenciação e o tipo de sociedade a que se almeja, visto que a igualdade de condições como processo paulatino seria inescapável. A ideia democrática, no vocabulário tocquevilliano, aparece como sinônimo de igualdade de condições de saída (oportunidades) e livre associativismo, e serviria de esteio para as diversas tradições liberais que o sucederiam.

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Biografia do Autor

Antonio Carlos Dias Junior, Universidade Estadual de Campinas

Doutor em Sociologia. Professor do Departamento de Ciências Sociais na Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Unicamp

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Publicado

2018-04-11

Como Citar

Dias Junior, A. C. (2018). Brasil/Portugal: possibilidade de uma escola justa e das artes de fazer o comum. ETD - Educação Temática Digital, 20(2), 298–300. https://doi.org/10.20396/etd.v20i2.8652123

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