Bienais e os giros epistemológicos

pandemia e decolonialidade

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/modos.v5i2.8665703

Palavras-chave:

Bienais, Bienalização, Covid-19, História das exposições, Giro decolonial, Giro epistemológico

Resumo

Este texto tem como objetivo refletir de maneira panorâmica e introdutória sobre a constituição das bienais e outras exposições que são elaboradas dentro da lógica da bienalização. Como contexto incontornável há a necessidade de considerar o momento atual, com a epidemia de Covid-19 e suas restrições físicas. Para a finalidade, apresenta uma possível narrativa sobre as histórias das exposições a partir da perspectiva das bienais que incorporam pressupostos de um debate relacionado ao giro decolonial. Considera-se que tanto a pandemia quanto a decolonialidade exigem também uma virada ou giro epistemológico.

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Biografia do Autor

Mirtes Marins de Oliveira , Universidade Anhembi Morumbi

Docente em Design da Universidade Anhembi Morumbi/Grupo de Pesquisa Práticas de Socialização-Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (GPS -FE-USP).

 

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Publicado

2021-10-15

Como Citar

OLIVEIRA , M. M. de. Bienais e os giros epistemológicos: pandemia e decolonialidade. MODOS: Revista de História da Arte, Campinas, SP, v. 5, n. 2, p. 212–220, 2021. DOI: 10.20396/modos.v5i2.8665703. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8665703. Acesso em: 18 jan. 2022.

Edição

Seção

Dossiê - Uma ocorrência recorrente: bienais e exposições periódicas

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