O global é aqui

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/modos.v5i3.8667178

Palavras-chave:

Global, Arte, Visualidade

Resumo

Como aquilo que é considerado global, pode estar associado a um lugar específico, como o Brasil ou a cidade em que nascemos ou moramos no Brasil, ou seja, um local? Por que podemos afirmar que o global é aqui? Um país “descoberto”, colonizado, no Atlântico Sul, periférico, “exótico”, que, a partir do século XIX ainda buscou civilizar-se aos moldes europeus, assumindo como modelos instituições do Velho Mundo e suas formas de pensamento, legando uma herança construída a partir da colonização do pensamento?

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Biografia do Autor

Marize Malta, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Doutora em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF).  Professora de história da arte/ artes decorativas/ ambiências interiores na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro.  

Maria de Fátima Morethy Couto, Universidade Estadual de Campinas

Pós-doutorado, realizado no Centro de Pesquisa TrAIN da University of the Arts (Londres). Professora Livre-Docente do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas. Pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq.

Emerson Dionisio Oliveira, Universidade de Brasília

Docente e pesquisador do Departamento de Artes Visuais no Programa de Pós-graduação em Artes Visuais e no Programa de Ciência da Informação da Universidade de Brasília. Pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq.

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Publicado

2021-10-15

Como Citar

MALTA, M.; COUTO, M. de F. M.; OLIVEIRA, E. D. O global é aqui. MODOS: Revista de História da Arte, Campinas, SP, v. 5, n. 3, p. 1–13, 2021. DOI: 10.20396/modos.v5i3.8667178. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8667178. Acesso em: 6 dez. 2022.

Edição

Seção

Editorial

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