Experiências no labirinto: linguagens, conhecimentos e subjetividades

Autores

  • Sônia Maria Clareto Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Margareth Sacramento Rotondo Universidade Federal de Juiz de Fora

DOI:

https://doi.org/10.20396/zet.v18i0.8646671

Palavras-chave:

Educação. Escola. Inventividade.

Resumo

O presente artigo propõe uma discussão acerca da linguagem enquanto experiência labiríntica de si e do mundo. A escola e a educação escolar comporão com essa discussão através da leitura de situações vivenciadas em uma escola pública de uma pequena cidade mineira. Nesta composição entram, como elementos, leituras acerca de linguagem, conhecimento e subjetividade de Frederich Nietzsche, Michel Foucault e Gilles Deleuze e de autores que já compõem com eles, como Virgínia Kastrup, Jorge Larrosa, Peter Pelbart, além de autores que, apesar de não comporem com aqueles, ajudam a tecer a composição, como Jorge Luís Borges, Nilma Lacerda e Michel de Certeau. Problematiza-se, assim, a linguagem como expressão de um pensamento racional e linear. Ela mesma, racional e linear, promove a comunicação perfeita de ideias, pensamentos e definições: uma linguagem limpa e transparente, sem labirintos. Busca-se a linguagem balbuciante do pensamento como invenção de si e do mundo. Ela mesma labiríntica, contorcida, bifurcante, monstruosa. Linguagem como experiência labiríntica.

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Biografia do Autor

Sônia Maria Clareto, Universidade Federal de Juiz de Fora

Doutora em Educação Matemática pela Universidade Estadual Paulista, campus de Rio Claro. Coordenadora do Núcleo de Educação em Ciência, Matemática e Tecnologia (NEC/UFJF). Professora do Departamento de Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora e do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE/UFJF), nos níveis de mestrado e doutorado.

Margareth Sacramento Rotondo, Universidade Federal de Juiz de Fora

Doutora em Educação Matemática pela Universidade Estadual Paulista, campus de Rio Claro. Pesquisadora do grupo Travessia e do grupo Cultura, conhecimento e subjetividade, ambos ligados ao Núcleo de Educação em Ciência, Matemática e Tecnologia (NEC/UFJF). Professora do Departamento de Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora.

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Publicado

2011-02-11

Como Citar

Clareto, S. M., & Rotondo, M. S. (2011). Experiências no labirinto: linguagens, conhecimentos e subjetividades. Zetetike, 18. https://doi.org/10.20396/zet.v18i0.8646671