Banner Portal
Estágio curricular supervisionado nas licenciaturas em matemática
PDF

Palavras-chave

Estado da arte
Professor que ensina matemática
Estágio curricular supervisionado

Como Citar

LOPES, A. R. L. V.; PAIVA, M. A. V.; PEREIRA, P. S.; POZEBON, S.; CEDRO, W. L. Estágio curricular supervisionado nas licenciaturas em matemática: reflexões sobre as pesquisas brasileiras. Zetetike, Campinas, SP, v. 25, n. 1, p. 75–93, 2017. DOI: 10.20396/zet.v25i1.8647637. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/zetetike/article/view/8647637. Acesso em: 29 fev. 2024.

Resumo

O presente artigo insere-se no âmbito do projeto “Mapeamento e estado da arte da pesquisa brasileira sobre o professor que ensina Matemática”. Tem como principal objetivo mapear, descrever e analisar pesquisas voltadas ao estágio curricular supervisionado, no que tange aos seus objetivos, principais resultados e conclusões. Adotou-se o estado da arte como metodologia e o corpus de análise foi delimitado a partir dos formulários e dos dados tabulados em uma planilha pela equipe executora do referido projeto. Identificaram-se 20 trabalhos que versavam sobre o tema de interesse da pesquisa, que foram analisados tomando-se por base 5 categorias. Dentre os resultados destaca-se o aumento das pesquisas sobre o tema, bem como a compreensão do estágio como uma etapa que não se restringe à finalização do curso, mas atua como articulador entre a escola de Educação Básica e a Universidade e como um espaço primordial para entender a complexidade da profissão e constituição da identidade docente.

https://doi.org/10.20396/zet.v25i1.8647637
PDF

Referências

Ferreira, N. S. A. (2002). As pesquisas denominadas “Estado da Arte”. Educação & Sociedade, 23(79), 257-272.

Fiorentini, D. (2004). A didática e a Prática de Ensino mediadas pela investigação sobre a prática. In J. P. Romanowski, P. L. O. Martins, & S. R. A. Junqueira. (Orgs.), Conhecimento local e conhecimento universal: pesquisa, didática e ação docente (pp. 243-257). Curitiba: Champanhat.

Fiorentini, D. (2006). Pesquisar práticas colaborativas ou pesquisar colaborativamente? In M. C. Borba (Org.), Pesquisa qualitativa em educação matemática (pp.47-76). Belo Horizonte: Autêntica.

Fiorentini, D., & Castro, F. C. (2003). Tornando-se professor de matemática: o caso de Allan em prática de ensino e estágio supervisionado. In D. Fiorentini (Org.), Formação de professores de matemática: explorando novos caminhos com outros olhares (pp. 121-156). Campinas: Mercado de Letras.

Fiorentini, D., Nacarato, A. M., Ferreira, A. C., Lopes, C. S., Freitas, M. T. M., & Miskulin, R. G. S. (2002). Formação de professores que ensinam Matemática: um balanço de 25 anos da pesquisa brasileira. Educação em Revista, 36, 137-160.

Gatti, B. A. (2012). Políticas e práticas de formação de professores: perspectivas no Brasil. In Anais, 16 Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino. Campinas, SP.

Gatti, B. A., Nunes, M. M. R., Gimenes, N. A. S., Tartuce, G. L. B. P., & Unbehaum, S. G. (2008). Formação de professores para o ensino fundamental: instituições formadoras e seus currículos: relatório de pesquisa. São Paulo: Fundação Vitor Civita.

Mizukami, M. G. (2004). Aprendizagem da docência: algumas contribuições de L. S. Shulman. Revista Educação, 29(2), 1-11.

Nóvoa, A. (1995). Os professores e a sua formação. Lisboa: Dom Quixote.

Pimenta, S. G. (2008). Formação de professores: identidade e saberes da docência. In S. G. Pimenta (Org.), Saberes pedagógicos e atividade docente (pp. 15-34). São Paulo: Cortez.

Pimenta, S. G., & Almeida, M. I. (2014). Estágios supervisionados na formação docente. São Paulo: Cortez.

Ponte, J. P. (2002). Investigar a nossa própria prática. In Grupo de Trabalho sobre Investigação (Ed.). Refletir e investigar sobre a prática profissional (pp. 05-8). Lisboa: APM.

Resolução MEC/CNE (2015, fevereiro). Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada. Brasília, DF: Conselho Nacional de Educação.

Romanowski, J. P., & Ens, R. T. (2006). As pesquisas denominadas do tipo “Estado da Arte” em educação. Diálogo Educacional, 6(19), 37-50.

SBEM (2003). Sociedade Brasileira de Educação Matemática. Subsídios para a discussão de propostas para os cursos de Licenciatura em Matemática: uma contribuição da Sociedade Brasileira de Educação Matemática. Brasília, DF. Retirado em 18 de julho de 2016, de: https://www.academia.edu/4256113/subsidios para a discussão de propostas para os cursos de licenciatura.

Schön, D. (2000). Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas Sul.

Shulman. L. S. (1986). Those who understand: knowledge growth in teaching. Educational Researcher, 15(2), 4¬-14.

Tardif, M. (2002). Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes.

Creative Commons License

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.

Copyright (c) 2017 Zetetike

Downloads

Não há dados estatísticos.