Da Comunicabilidade do Juízo Estético

Autores

  • Ana Godinho Gil Universidade Nova de Lisboa

DOI:

https://doi.org/10.20396/etd.v17i2.8638938

Palavras-chave:

Senso comum. Sentido comum. Comunicabilidade. Universalidade. Juízo Estético.

Resumo

O objectivo deste artigo é examinar a possibilidade de transmissão do gosto através do juízo estético,  o que é certamente um dos maiores desafios do ensino das artes e da educação estética. De onde vem essa dificuldade de comunicação? Quais os factores em jogo? Que experiência estética pode o professor transmitir e quais os limites desse tipo de transferência de sentimentos? Pensamos que ao esclarecer estas questões estamos contribuir para a educação artística e para a procura de práticas concretas a que se poderia chamar “comunicação do gosto”. A análise do pensamento de Kant sobre esta matéria revela-se uma peça essencial desse contributo. Analisaremos com a ajuda de Deleuze e Lyotard as noções de sentido comum e senso comum, comunicabilidade  do juízo estético e pensamento alargado.

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Biografia do Autor

Ana Godinho Gil, Universidade Nova de Lisboa

Instituto de Filosofia da Nova, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Portugal.

Referências

CHÉDIN, Olivier. Sur l'Esthétique de Kant - et la théorie critique de la représentation, Paris: Vrin, 1982.

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KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura. Lisboa: Gulbenkian, 1985.

KANT, Immanuel. Critique de la Faculté de Juger. Paris: Vrin, 1984.

GUYER, Paul, Kant and the Claims of Taste, Harvard: Harvard University Press, 1979.

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Publicado

2015-08-31

Como Citar

Gil, A. G. (2015). Da Comunicabilidade do Juízo Estético. ETD - Educação Temática Digital, 17(2), 341–354. https://doi.org/10.20396/etd.v17i2.8638938