Banner Portal
A leitura e a escrita em mutação: experiências no meio digital
PDF

Palavras-chave

Hipertexto. Formação de leitores. Mediador de leitura

Como Citar

NEITZEL, Adair Aguiar; MORAES, Taíza Mara Rauen; PAREJA, Cleide Jussara Muller. A leitura e a escrita em mutação: experiências no meio digital. ETD - Educação Temática Digital, Campinas, SP, v. 18, n. 3, p. 719–735, 2016. DOI: 10.20396/etd.v18i3.8644572. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8644572. Acesso em: 14 abr. 2024.

Resumo

Este artigo visa problematizar acerca das mutações de leitura que vem ocorrendo na contemporaneidade, haja vista o acesso aos novos suportes de textos, como a tela do computador, tablets e celulares. Trata-se de um olhar analítico, de caráter qualitativo, respaldado nos trabalhos desenvolvidos por Poulain (2012), Petit (2008), Bélisle (2011), Autor (Ano), entre outros, sobre experiências de leitura e de produção vivenciadas pelos licenciandos do curso de Letras da UNIVALI, bolsistas do programa PIBID, em uma escola pública do Ensino Médio de Barra Velha, SC/Brasil. Os instrumentos de coletas de dados foram: portfólios redigidos pelos licenciandos de Letras, bolsistas do PIBID, disponíveis no ambiente Sophia da instituição e entrevista com os alunos do Ensino Médio que participaram da pesquisa.  Os resultados indicam: a) a descoberta, por parte dos futuros professores de Letras, das potencialidades do texto literário em meio eletrônico tanto para leitura quanto para produção textual; b) exploração de múltiplas estratégias de leitura em meio digital; c) compreensão do conceito de intertextualidade por meio do romance Grau 26 e da produção de links nos textos elaborados; d) análise do papel do mediador de leitura no processo de formação de leitores. 

https://doi.org/10.20396/etd.v18i3.8644572
PDF

Referências

BARTHES, Roland. Aula. São Paulo: Cultrix, 2002.

BON, François. Après le livre. Paris: Ed. du Seuil, 2011.

BEIGUELMAN, Giselle. O livro depois do livro. São Paulo: Petrópolis, 2003.

BÉLISLE, Claire. Du papier à l’écran: lire se transforme. 2011. Disponível em: <http://goo.gl/dqWaTL>. Acesso em: 15 fev. 2016.

BELLANGER, Pierre. De la souveraineté en général et de la souveraineté numérique en particulier. 2011. Disponível em: <http://goo.gl/gQr67s>. Acesso em: 10 jan. 2016.

BENHAMOU, Françoise. Le livre et son doube - réflexions sur le livre numérique. Le débat – le livre, le numérique, n. 170, p. 90-102. mai./ago. 2012. Disponível em: <https://goo.gl/cs3uXp>. Acesso em: 28 mar. 2016. ISSN 0246-2346.

BRIDON, Janete. Entre um texto e outro, o leitor em formação. 2013. 160 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí, SC, 2013. Disponível em: <http://goo.gl/GWbYHx>. Acesso em: 28 mar. 2016.

BURGOS, Martine. La lecture à voix haute: un rituel de partage. In: EVANS, Christophe. Lectures et lecteurs à l’heure d’Internet – livre, presse, bibliothèques. Paris: Ed. du Cercle de la librarie, 2011. p. 181-192.

CAVALLO, Guglielmo; CHARTIER, Roger. Histoire de la lecture das le monde occidental. Paris: Ed. du Seuil, 2001.

CHARTIER, Anne-Marie. A importância da escola na formação do leitor. 1999. Disponível em: <http://goo.gl/LJ9auu>. Acesso em: 17 set. 2015.

CORTÁZAR, Julio. O jogo da amarelinha. São Paulo: Círculo do Livro, 2006.

DONNAT, Olivier. Gardons-nous de trop idéaliser la lecture des temps passés. In: BESSARD-BANQUY, Olivier. Les mutations de la lecture. Bordeaux: Presses Univ. de Bordeaux, 2012, p. 39-49.

FERRAND, Olivier. La révolution médiatique de la condition humaine. Le débat – le livre, le numérique, n. 170, p. 160-174. mai./ago. 2012. Disponível em: <https://goo.gl/ue36eE>. Acesso em: 28 mar. 2016. ISSN 0246-2346.

GENETTE, Gerard. Palimpsestes: la littérature au second degré. Paris: Seuil, 1982.

JEAN, Georges. Peuple et culture: Le Club de lecture dans la lecture à haute voix. Paris: Les éditions de l’Atelier, 1999.

NEITZEL, Adair de Aguiar; CARVALHO, Carla. A movência do leitor na leitura do literário. Raído, Dourados, MS, v. 08, n. 17. jul./dez. 2014. Disponível em:

<http://goo.gl/jri06K>. Acesso em: 28 mar. 2016. ISSN 1984-4018.

NEITZEL, Adair de Aguiar. O jogo das construções hipertextuais. Florianópolis: UFSC; Itajaí: UNIVALI, 2009.

PAJOLA, Marco Antonio. Tristessa. 2011. Disponível em: <http://goo.gl/Qyc6d>. Acesso em: 20 fev. 2016.

PETIT, Michèle. Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. São Paulo: 34, 2008.

PIBID Univali. Os mistérios do reencontro. 2013a. Disponível em: <http://goo.gl/S3L42p>. Acesso em: 12 mar. 2016.

PIBID Univali. Como se fosse verdade. 2013b. Disponível em: <http://goo.gl/C3ngZ9>. Acesso em: 12 mar. 2016.

POULAIN, Martine. Entretien. In: BESSARD-BANQUY, Olivier. Les mutations de la lecture. Bordeaux: Presses Univ. de Bordeaux, 2012, p. 69-83.

SANTAELLA, Lucia. O novo estatuto do texto nos ambientes de hipermídia. In: SIGNORINI, Inês (Org.). [Re]discutir texto, gênero e discurso. São Paulo: Parábola, 2008, p. 47-72.

SILVA, Ezequiel Theodoro da. Entrevista com o professor Ezequiel Theodoro da Silva. Dossiê Temático Leitura e formação de professores. Revista Profissão Docente, Uberaba, MG, v. 12, n. 26, p. 115-119. jan/jun. 2012. Disponível em: <http://goo.gl/jH6Mjz>. Acesso em: 28 mar. 2016. ISSN 1519-0919.

STIGGER, Verônica. Gran cabaret demenzial. São Paulo: Cosac Naify, 2007.

ZUIKER, Anthony E. Grau 26: a origem. Rio de Janeiro: Record, 2009.

A ETD - Educação Temática Digital utiliza a licença do Creative Commons (CC), preservando assim, a integridade dos artigos em ambiente de acesso aberto.

Downloads

Não há dados estatísticos.