Notas sobre a escola dos Tupinambá de Olivença/BA

Autores

  • José Valdir Jesus de Santana Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Clarice Cohn Universidade Federal de São Carlos

DOI:

https://doi.org/10.20396/etd.v20i3.8648014

Palavras-chave:

Educação escolar. Estar na cultura. Povo indígena Tupinambá

Resumo

Neste artigo pretendemos demonstrar, a partir de pesquisa etnográfica que temos realizado desde 2011 junto ao povo indígena Tupinambá de Olivença/BA, como o “estar na cultura” e “tornar-se forte na cultura” vão sendo produzidos a partir da escola e das relações que ela possibilita e articula, tanto interna quanto externamente, no movimento que multiplica a escola pelo Território Indígena, em especial pelas áreas de retomadas. A escola tem sido o lugar de produção de cultura, de pessoa, de parente, de “retomada” da tradição, de defesa do território e de atualização do que significa, para este povo, “estar na cultura”. Nesse sentido, “estar na cultura” para os Tupinambá se traduz no processo de construir coletividades. 

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Biografia do Autor

José Valdir Jesus de Santana, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Professor adjunto da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.

Clarice Cohn, Universidade Federal de São Carlos

Professora adjunta - Universidade Federal de São Carlos.

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Publicado

2018-07-16

Como Citar

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