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Intervenção com exergames
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Palavras-chave

Jogos de simulação
Processo cognitivo
Alunos
Neuropsicopedagogia

Como Citar

FRONZA, F. C.; FERRARI, E. P.; FREITAS, K. T. D.; CARDOSO, F. L. Intervenção com exergames : efeitos sobre as funções executivas de crianças em idade escolar . ETD - Educação Temática Digital, Campinas, SP, v. 22, n. 1, p. 202–217, 2020. DOI: 10.20396/etd.v22i1.8654037. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8654037. Acesso em: 2 mar. 2024.

Resumo

Em virtude da sua interface, a prática de exergames inclui habilidades motoras que envolvem uma ampla gama de feedback sensorial, amplitudes de movimento ajustáveis, níveis de velocidade e precisão, e também uma variedade de tarefas cognitivas e motoras. Assim sendo têm se verificado a associação do uso dos exergames com questões cognitivas. Este é um estudo experimental com intervenção com um período de acompanhamento longitudinal prospectivo de dois meses, controlado e duplo-cego. 64 crianças escolares entre 8 e 10 anos foram distribuídos de forma randomizada em grupo experimental (n=25) e controle (n=23). O Grupo experimental, sempre monitorado por dois pesquisadores, vivenciou um protocolo constituído pelos exergames em 18 sessões de 20 e 30 minutos em substituição a algumas aulas de educação física curriculares. No pré e pós testes utilizou-se de um questionário sócio demográfico,  o Teste de Atenção Concentrada d2 o Teste de Trilhas e o desempenho escolar institucional.  A intervenção de forma geral não teve influencia nas variáveis cognitivas avaliadas nos dois grupos homogêneos, no entanto, encontrou-se interações entre idade e sexo para a variável função executiva relacionada a flexibilidade cognitiva, indicando um efeito positivo da intervenção para os meninos com a idade de 10 anos.

https://doi.org/10.20396/etd.v22i1.8654037
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