Aplicativo android como facilitador do ensino de ciências biológicas

o que pensam estudantes do ensino médio?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/etd.v23i2.8657566

Palavras-chave:

Ensino de biologia, Percepções de estudantes, Mobile learning

Resumo

O uso adequado e inserção das Tecnologias de Informação e Comunicação Móveis e Sem Fio (TIMS) pode favorecer de modo significativo diferentes possibilidades no processo de ensino-aprendizagem-avaliação no ensino de Biologia. Nosso objetivo central neste texto foi compreender como estudantes de uma escola de ensino médio público relacionam-se com as TIMS e, além disso, como percebem suas aprendizagens no componente curricular Biologia. Utilizamos um questionário auto administrado, o qual foi aplicado na presença do pesquisador, respondido por 220 participantes. Os resultados demonstraram que mais de 97% dos estudantes tem possuem acesso as TIMS, mais de 60% usam os smartphones por mais de seis horas/dia e 75% deles declararam gostar dos conteúdos biológicos. Contudo, o uso das TIMS, com finalidade pedagógica na sala de aula, é negado ou negligenciado por professores de Biologia.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Fernando Biasi do Monte Carmelo, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Graduação em andamento em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). Botucatu, SP - Brasil.

 

 

Paulo César Gomes, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Doutor em Educação para a Ciência pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). Bauru, SP - Brasil. Professor Assistente Doutor no Departamento de Educação da Universidade Estadual Paulista  (UNESP/IBB) – Botucatu, SP- Brasil. 

Referências

ABREU, Karen Cristina Kraemer. Histórias e usos da Internet. BOCC – Biblioteca Online de Ciências da Comunicação, 2009. Disponível em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/abreu-karen-historia-e-usos-da-internet.pdf Acesso em: 06 fev. 2021.

BACHELARD, Gaston. A formação do espírito científico: contribuição para uma psicanálise do conhecimento. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. 314p.

BRASIL. Base Nacional Curricular Comum. Secretaria da Educação Básica. Brasília-DF: Ministério da Educação, 2019.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN 9394/96). Lei 9.394/1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm Acesso em: 07 fev./2021.

BIZZO, Nélio. Ciências: fácil ou difícil? 2.ed. São Paulo: Ática, 2006.

CAMBRIDGE DICTIONARY 2019. Disponível em: https://dictionary.cambridge.org/pt/dicionario/ingles/internet Acesso em: 10 mar. 2019.

CARNEIRO, Moacir Alves. O nó do ensino médio. Petrópolis: Vozes, 2012. 285p.

CHASSOT, Áttico. Alfabetização científica: questões e desafios para a educação. Ijuí: Unijuí, 2001. 438p.

CRUZ, Victor Muniz Alves. O uso do aplicativo “VisibleGeology” no ensino de Geociências. Terræ Didatica, v.12, n. 3, p.243-245, 2016. Disponível em: http://ppegeo.igc.usp.br/index.php/TED/article/view/10320/9618 Acesso em: 25 jan. 2021

DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André; PERNAMBUCO, Marta Maria Castanho Almeida. Ensino de ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002. 364p.

DOWNING, Douglas; CLARK, Jeffrey. Estatística aplicada. Saraiva: São Paulo, 2012. 368p.

DUTRA, Pamella. Mobile learning no ensino de biologia. Trabalho de Conclusão de Curso – (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Cerro Largo, Cerro Largo, 2016.

GASTAL, Maria Luiza. Nem heróis, nem vilões: uma história da Biologia que ajude a dar sentido ao aprendizado de Biologia. Cadernos de Educação (UFPel), Pelotas, n. 26, p.103-121, 2006.

GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 2019. 248p.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2017. 192p.

GOMES, Paulo César; DOMINGUES, Rodolfo Borges; CRUZ, Aline Mendes da; MOURA, Tiago Fernando Alves; A prática pedagógica e as tensões enfrentadas por licenciandos em ciências biológicas no âmbito da regência do estágio supervisionado. Revista Olhar de Professor, Ponta Grossa, v.16, n.2, p.375-395, 2013. Disponível em: https://www.revistas2.uepg.br/index.php/olhardeprofessor/article/view/6367/4426. Acesso em: 06 fev. 2021.

HARTMANN, Andressa Corcete; DUTRA, Pamella; HERMEL, Erica do Espírito Santo; BERVIAN, Paula Vanessa. Possibilidades didáticas para o uso de aplicativos móveis no ensino de Biologia celular na educação básica. CONGRESSO DE EDUCAÇÃO

CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA, 4.,2017. Anais do...Santo Ângelo, RS, 2017. Disponível em: http://san.uri.br/sites/anais/ciecitec/2017/resumos/comunicacao/trabalho_2824.pdf. Acesso em: 06 fev. 2021.

ITU - International Telecommunication Union, Data and Statistics Division, Telecommunication Development Bureau, Switzerland. Disponível em: https://www.itu.int/en/ITU-D/Statistics/Documents/facts/ICTFactsFigures2017.pdf . Acesso em: 02 jan. 2021.

KRASILCHIK, Myrian. Prática de Ensino de Biologia. 4.ed. São Paulo: EdUSP, 2019. 200p.

LUDKE, Menga; ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 2013. 128p.

MORAES, Roque; GALIAZZI, Maria do Carmo; Análise textual discursiva. Ijuí: Ed. Unijuí, 2016. 264p.

MORAES, Roque; GALIAZZI, Maria do Carmo. Análise textual discursiva: processo reconstrutivo de múltiplas faces. Ciência & Educação (Bauru), v. 12, n. 1, p. 117-128, 2006. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/ciedu/v12n1/08.pdf. Acesso em: 07 fev. 2021.

MOURA, Adelina Maria Carreira. Apropriação do telemóvel como ferramenta de mediação em mobile learning: estudos de caso em contexto educativo. 2010. 597 f. Tese (Doutorado) - Curso de Ciências da Educação, Universidade do Minho, Braga, 2010. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/13183/1/Tese%20Integral.pdf.

Acesso em: 22 jan. 2021.

NICHELE, Aline Grunewald; SCHLEMMER, Eliane. Aplicativos para o ensino e aprendizagem de Química. Renote - Revista Novas Tecnologias na Educação, Porto Alegre, v.12, n. 2, p.1-9, 2014. Disponível em: http://seer.ufrgs.br/index.php/renote/article/view/53497/33014. Acesso em: 06 fev. 2021.

PISA 2015. Disponível em: https://www.oecd.org/pisa/PISA-2015-Brazil-PRT.pdf. Acesso em: 06 fev. 2021.

POZO, Juan Ignácio; CRESPO, Miguel Angel. A aprendizagem e o ensino de ciências: do conhecimento cotidiano ao conhecimento científico. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.

SACCOL, Amarolinda; SCHLEMMER, Eliana; BARBOSA, Jorge. M-learning e u-learning: novas perspectivas das aprendizagens móvel e ubíqua. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.

SANTOS, Raquel Pontes dos; FREITAS, Sílvia Regina Sampaio. Tecnologias digitais na educação: experiência do uso de aplicativos de celular no ensino da Biologia. Cadernos de Educação, v.16, n. 32, p.135-150, jan./jun., 2017 Disponível em: https://www.metodista.br/revistas/revistas-metodista/index.php/cadernosdeeducacao/article/view/7577/5732. Acesso em: 06 fev. 2021.

TOMAZI, Bruna Suellen Karpenko; FERREIRA DA COSTA, Jeremias; CAMARGO, Sérgio. Ensino de física e o uso de smartphone. CIET:EnPED, [S.l.], maio 2018. ISSN 2316-8722. Disponível em: http://cietenped.ufscar.br/submissao/index.php/2018/article/view/71. Acesso em: 01 set. 2020.

UNESCO 2014 Diretrizes de políticas da Unesco para a aprendizagem móvel. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000227770. Acesso: 01 fev. 2021.

Downloads

Publicado

2021-05-19

Como Citar

CARMELO, F. B. do M.; GOMES, P. C. Aplicativo android como facilitador do ensino de ciências biológicas: o que pensam estudantes do ensino médio?. ETD - Educação Temática Digital, Campinas, SP, v. 23, n. 2, p. 534–550, 2021. DOI: 10.20396/etd.v23i2.8657566. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8657566. Acesso em: 26 jul. 2021.