O uso de aplicativos para o ensino de Geociências na educação básica

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/td.v16i0.8656092

Palavras-chave:

Aplicativos móveis, Sustentabilidade, Ensino, Metodologias ativas

Resumo

Devido ao atual cenário de crise ambiental é urgente investir na formação de uma cultura voltada para a preservação e valorização dos bens naturais. Conhecimentos de Geociências na Educação Básica podem contribuir para tal formação. Considerando a viabilidade do uso de ferramentas digitais em ambientes educativos, investiga-se a existência de aplicativos de dispositivos móveis, com temas geocientíficos e suas possibilidades didáticas no ensino de Ciências da Natureza. Pesquisa qualitativa, realizada por meio de busca documental, dentro dos critérios de gratuidade e idioma, identificou número limitado de aplicativos que abordam temas geocientíficos e que podem ser utilizados como ferramenta pedagógica. Existe pois um grande campo a ser explorado, direcionado à criação de aplicativos que estimulem práticas educativas baseadas em metodologias ativas, e que possibilitem uma visão mais integrada dos temas geocientíficos e que possam contribuir para uma participação efetiva e consciente dos alunos em um mundo em constante transformação.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Silvia Vieira München, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Mestra em Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Cibele Schwanke, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutora em Geociências pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Pós-Doutorado pelo Museu de Ciências da Terra Departamento Nacional da Produção Mineral. Professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul. 

Referências

Bacci, D. L. C. (2009). A contribuição do conhecimento geológico para a educação ambiental. Pesquisa em debate, 6(2), 1-23. Acesso 28.03.2020.

Badzinski, C., & Hermel, E. E. S. (2015). A representação da genética e da evolução através de imagens utilizadas em livros didáticos de Biologia. Belo Horizonte, Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, 17(2), 434-454. doi: 10.1590/1983-21172015170208.

Brasil. (1996). Lei de Diretrizes e B. Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996.URL: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/l9394.htm. Acesso 30.03.2018.

Brasil. Ministério da Educação. (2017). Base Nacional Comum Curricular URL: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/. Acesso 06.04.2018.

Brasil. Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN+). (2006). Ciências da Natureza e Matemática e suas Tecnologias. Brasília, MEC. URL: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/CienciasNatureza.pdf. Acesso 10.04.2018.

Brasil. Parâmetros Curriculares Nacionais. (2000). Ciências da Natureza e Matemática e suas tecnologias. Brasília, MEC. URL: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/ciencian.pdf. Acesso 15.04.2018.

Brasil. Parâmetros Curriculares Nacionais. (1998). Terceiro e Quarto Ciclo: Ciências Naturais. URL http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/ciencias.pdf. Acesso 07.04.2018.

Carneiro, C. D. R., Toledo, M. C. M., & Almeida, F. F. M. (2004). Dez motivos para a inclusão de temas de Geologia na educação básica. Revista Brasileira de Geociências, 34(4):553-560. doi: 10.25249/0375-7536.2004344553560.

Compiani, M. (2005). Geologia/Geociências no Ensino Fundamental e a Formação de Professores. Geol. USP, 3, 13-30. doi:10.11606/issn.2316-9087.v3i0p13-30.

Compiani, M. (2010). Narrativas e desenhos no ensino de Astronomia/Geociências com o tema “Formação do Universo”- um olhar das geociências. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, 12(2), 257-278. URL:<http://www.scielo.br/pdf/epec/v12n2/1983-2117-epec-12-02-00257.pdf>. Acesso 28.03.2020.

Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). (1990) Resolução CONAMA Nº 003, de 28 de Junho de 1990. Ministério do Meio Ambiente. URL: http://www2.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=100. Acesso 02.09.2018.

Cordani, U. G., & Taioli, F. (2000). A terra, a humanidade e o desenvolvimento sustentável. In Teixeira, W., Toledo, C. M., Fairchild, T. F., & Taioli, F. eds. 2000. Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos. p. 517-528.

Cordani, U. G. (2000). As Ciências da Terra na sociedade contemporânea. Cadernos IG/Unicamp, 8(1-2), 22-35. URL: http://www.sbpcnet.org.br/livro/60ra/textos/CO-UmbertoCordani.pdf. Acesso 13.05.2018.

Cruz, V. M. A. (2016). O uso do aplicativo “VisibleGeology” no ensino de Geociências. Terrae Didática, 12(3), 243-245. doi: 10.20396/td.v12i3.8647902.

Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler (Fepam). s.d. Índice de Qualidade do ar. Fepam. URL: http://www.fepam.rs.gov.br/qualidade/iqar.asp. Acesso 05.09.2018.

Oliveira Filho, G. R. (2016). O Sistema Terra e a problemática da exploração dos recursos naturais. CES Revista, 25(1), 83-94. URL: https://seer.cesjf.br/index.php/cesRevista/article/view/641/502. Acesso 19.06.2018.

Gouveia, N., Mendonça, G. A. S., Leon, A. P., Correia, J. E. M., Junger, W. L., Freitas, C. U., Daumas, R. P., Martins, L. C., Giussepe, L., Conceição, G. M. S., Manerich, A., & Cunha-Cruz, J. (2003). Poluição do ar e efeitos na saúde nas populações de duas grandes metrópoles brasileiras. Epidemiologia e Serviços de saúde, 12(1), 29-40. doi: 10.5123/S1679-49742003000100004.

Hirata, R. (2000). Recursos hídricos. In: Teixeira, W., Toledo, C. M., Fairchild, T. F., & Taioli, F. eds. 2000. Decifrando a Terra. São Paulo. Oficina de Textos. p. 421-444.

Lüdke, M., & André, M. E. D. A. (1986). Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EDUSP. 123p.

Mattos, J. S. (2016). Biogeografia de frutos de megafauna. Rio Claro: Instituto de Biociências. Unesp. 48p. (TCC). URL: http://hdl.handle.net/11449/155804. Acesso 28.03.2020.

Miranda, G. L. (2007). Limites e possibilidades das TIC na educação. Sísifo: Revista de Ciências da Educação, 3, 41-50.

Mitre, S. M. (2008). Metodologias ativas de ensino-aprendizagem na formação profissional em saúde: debates atuais. Ciência & saúde coletiva, 13(2),2133-2144. doi: 10.1590/S1413-81232008000900018.

Nichele, A. G. & Schlemmer, E. (2014). Aplicativos para o ensino e aprendizagem de Química. RENOTE, 12(2), 1-9. doi: 10.22456/1679-1916.53497.

Nichele, A. G. (2015). Tecnologias móveis e sem fio nos processos de ensino e de aprendizagem em Química: uma experiência no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul. São Leopoldo: Programa de Pós-graduação em Educação, Unisinos. 257p. (Tese Doutorado). URL: http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/3754. Acesso 30.05.2018.

Piranha, J. M., & Carneiro, C. D. R. (2009). O ensino de geologia como instrumento formador de uma cultura de sustentabilidade. Revista Brasileira de Geociências, 39(1), 129-137. URL: http://www.ppegeo.igc.usp.br/index.php/rbg/article/view/7634. Acesso 24.05.2018.

Sagan, C. (1996). Pálido ponto azul: Uma visão do futuro da humanidade na Terra. São Paulo: Companhia das Letras. 336p.

Signoretti, V. V., & Carneiro, C. D. R. (2015). As geociências e as tecnologias de informação e comunicação (TICs) na interface ensinar-aprender. Terrae Didatica. 10(3), 466-473. doi: 10.20396/td.v10i3.8637365.

Schwanke, C., & Silva, M. A. J. (2010). Educação e Paleontologia. In: Carvalho, I. S. (Ed.). Paleontologia. 3ª ed. Rio de Janeiro, Brazil: Ed. Interciência. p. 681-688.

Toledo, M. C. M. (2005). Geociências no ensino médio brasileiro-Análise dos Parâmetros Curriculares Nacionais. Geologia USP. 3, 31-44. doi: 10.11606/issn.2316-9087.v3i0p31-44

Vasconcelos, S. D., & Souto, E. (2003). O livro didático de Ciências no Ensino Fundamental proposta de critérios para análise do conteúdo zoológico. Ciência & Educação, 9(1), 93-104. doi: 10.1590/S1516-73132003000100008.

Vygotsky, L. S. (1991). A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes. URL: http://www.egov.ufsc.br/portal/sites/default/files/vygotsky-a-formac3a7c3a3o-social-da-mente.pdf. Acesso 30.06.2018.

Downloads

Publicado

2020-04-07

Como Citar

MÜNCHEN, S. V. .; SCHWANKE, C. O uso de aplicativos para o ensino de Geociências na educação básica. Terrae Didatica, Campinas, SP, v. 16, p. e020012, 2020. DOI: 10.20396/td.v16i0.8656092. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/td/article/view/8656092. Acesso em: 31 jan. 2023.

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)